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Apresentação de Billy Pilgrim

Today’s exercise was to write about a literary character so I chose Billy Pilgrim from Slaughterhouse 5 which is one of my favourite books. I seem to have got a bit distracted and ended up talking about the book itself and it’s various controversies though. Why am I like this? Thanks to ThisCatIsConfused for taking time to correct such a long, rambling text. Only 3 mistakes apparently. Woo-hoo!

Billy Pilgrim é o protagonista dum livro chamado Matadouro Cinco de Kurt Vonnegut. O livro é um dos meus favoritos apesar de ter alguns hum… defeitos…
Após o primeiro capítulo, que serve como introdução, a história própriamente dita* comece com a seguinte frase:

Olha: Billy Pilgrim ficou descolado no tempo**

A vida de Billy não se desenrola linearmente assim como as nossas. A sequência fica interrompida por cortes na linha de tempo. Num momento está sentado numa cadeira em casa; no próximo, encontra-se no planeta Tralfamadore e, logo depois em Dresden em 1945 ao ver a devastação na qual 25,000 seres humanos perderam a vida.

O livro é uma mistura incrível de ficção científica e filosofia e factos verídicos. É engraçado mas é importante tambem. Sobretudo, é muito polémico. Havia muitas tentativas de proibi-lo de várias  bibliotecas americanas por causa da “obscenidade” dos conteúdos.
Mas há um problema mesmo muito pior. Já mencionei a figura de 25,000 mortos. É muito, não é? Mas o autor citou um número ainda mais alto: 135,000. Donde vem tal número? Vem dum livro de David Irving que é bem conhecido por minimizar o holocausto. É isso, o maior defeito do livro: O Vonnegut repetiu este número (e outros “factos” dados por Irving) sem intenção prejudicial, mas é irónico que um livro contra a guerra tornou-se um conduto poderoso de propaganda nazista. Há muitas pessoas que acreditam por resultado.

*=this is one of those expressions that I recognise when I see it but I never think to use in my own speech and writing. I’m trying to say “the story itself” (as opposed to the introduction) so I used própria but this is better. Propriamente dito/a.

**=isto a tradição minha da frase “Listen: Billy Pilgrim has come unstuck in time”. Acabo de ver a tradução profissional da Rosa Amorim que diz “Escutem: Billy Pilgrim tornou-se volúvel no tempo”.
Escutem é mais literal do que olha, claro. Mas acho que volúvel é menos literal… Pois. Estou a encolher os ombros… Espero que seja mais-ou-menos compreensível apesar disso…?

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Scarecrow

Text with corrections from Dani Morgenstern. Notes at the bottom

Isto é uma tradução duma explicação ao lado de um quadro da exposição da qual eu falei ontem

O Espantalho
Litografia

Paula Rego tomou inspiração do dramaturgo Martin MacDonald. Na perspectiva dela “[…] a peça de teatro mexe* com religião… E a menina que queria ser Jesus… Que tinha muito a ver com o tema português também.” Esta litografia pode também representar a natureza paradoxal das consequências das nossas acções dentro dos nossos assuntos infelizes.
O Espantalho não é uma representação directa duma das cenas mais macabras da peça mas, com a sua imagem central dominadora dum espantalho crucificado, refere-se àquela parte da peça na qual a menina certinha, que faz sempre boas acções como se quisesse ser Jesus, perde os pais por causa dum acidente pelo qual, em** última análise, ela é que é culpada.
Ela é transferida para uns pais adoptivos sádicos*** que a tormentam com uma coroa de espinhos, uma chicotada e um cruz de madeira que ela tem de carregar (ela tem apenas 6 anos). Eles a perguntam se ou não ela quer ser Jesus e quando ela responde que sim, pregam-na ao cruz e voltam a perguntar se ou não ainda quer ser Jesus. A esta questão ela responda “Não, não *quero* ser Jesus, sou Jesus mesmo, caralho!” portanto, enfiam uma lança nas costas dela e o resto da história da crucificação desenrola-se no palco como antes.

*=hum… Na minha opinião “meddles with religion” não está bem traduzido porque ninguém fala assim em inglês. Julgo que é tradução de “mexer com” e não “interferir em”, e deve ser “touches on” em inglês, mas não faço ideia propriamente porque não li/ouvi as palavras originais da artista.

** =”em” not “na”. I was literally translating “in the final analysis” but it doesn’t need the article.

***=not “sadisticos”

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Paua Rego and her Contemporaries

Here’s a text describing my visit to this exhibition in London. Butt_roidholds gave me some really detailed corrections and I’ve written the most instructive ones in footnotes at the bottom.

Fui ontem ao* Europe House (um prédio em Londres que pertence ao parlamento europeu) para ver uma exibição de arte chamada “Paula Rego and her Contemporaries”. Consiste numa coleção de obras de três artistas portugueses que moram/moraram no Reino Unido.

Ana Palma

Ana Palma faz arte sobre a temática** da feminilidade*** e do corpo feminino. O estilo dela lembra-me de… Sei lá… De ilustrações num livro sobre a natureza: corpos e rostos com tons de aguarela e lápis**** coloridos, sobreposições de diagramas biológicos (esqueletos, órgãos) e outros animais (principalmente besouros).

Um Desenho de Ana Palma

Cliff Andrade

O que mais me agarrou na secção de Cliff Andrade foi “A Tale of Two Madeira Cakes”. A obra consiste numa mesa com um bolo de mel (um bolo madeirense) e uma peça de Madeira Cake (um bolo inglês que antigamente foi bebido com vinho daquela ilha) e várias coisas quotidianas do dia a dia em Inglaterra e em Portugal. Fez-me rir porque algumas coisas (uma caneca do casamento real, uma outra dos “flopsy bunnies” , e hum… Uma garrafa de uísque escondida sob a cadeira por algum motivo!) existiam na minha casa quando era jovem em Preston mas hoje em dia estou casado com uma madeirense. É mesmo um crossover episode das nossas vidas nos anos 80!

A Mesa de Cliff Andrade

Paula Rego

E finalmente… Fico sem palavras para descrever os desenhos da terceira artista, Paula Rego. É incrível. Ela é a mais conhecida dos três artistas e quando vi os quadros, soube instantaneamente porquê!

Scarecrow by Paula Rego

Que pena que o sítio onde foram expostos era pouco acolhedor. Um visitante de cada vez, muito barulho, segurança rigorosa na entrada… Mas vale a pena apesar de tudo isto. Haverá uma exibição de obras da PR daqui a pouco na Galeria Tate mas sou hipster e não quero ir com os turistas onde está tudo fácil e conveniente!

*=As so often, I made the mistake of using “para”. Ir+para is used for permanent or long term moves. As this is just a quick visit it’s ir+a.

**=temática is better than tema because tema is one of those annoying words that’s masculine even though it ends in an a.

***=I’d expect this to be “femininidade” because -dade endings até usually cognate with the same word in English with a -ty ending like “eternidade” and “liberdade” but in this case its slightly different.

****=the plural of lápis is lápis

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O Fim do Mês do Orgulho LGBTetc

Another daily writing challenge. The theme was set by someone else and as usual I’m going along thinking of what I know how to say, and what would stretch my grammar, and at the end of the “drunkard’s walk” of linguistic progress, what I’ve ended up with is a bit questionable. A bit negative and a bit simplistic. I don’t think I’d stand by it in an argument, so if you want to read the notes at the bottom and use it as a learning exercise, do, but don’t @ me about the content. I’m sure whatever you have to say is probably right. Thank you Dani_morgenstern for the corrections.

Me after too long on LinkedIn this month

Hoje em dia, o mês de orgulho LGBT em Inglaterra tem mais a ver com publicidade empresarial* do que propriamente com orgulho em si. Uma espreitadela no LinkedIn pode acabar em cegueira por causa de tantos logótipos com cores do arco íris.

O significado do evento mantém-se**, claro, porque o homofobia ainda existe, mas o efeito é menor: limita-se a homófobos individuais. As leis já mudaram e não existem obstáculos para quem quiser casar-se com alguém do mesmo sexo ou ser eleito ao parlamento tendo*** um parceiro do mesmo sexo. Ainda bem. Tudo isto é óptimo!

Acho que o próximo passo deve estar mais “internacionalização” do movimento porque há leis noutros países contra o sexo gay. No Irão, por exemplo, se dois homens quiserem namorar, um deve passar por uma cirurgia de redesignão sexual ou os dois serão executados. E o Irão não é o único país a desprezar os direitos da comunidade gay assim. Nem sequer perto de ser o único!

Em vez da internacionalização, o movimento anda a acrescentar mais letras ao seu nome. As pessoas com defeitos genéticos (o “I” em LGBTQIA+) e as que não querem fazer sexo (o “A” em LGBTQIA+ e as “freiras” na igreja católica****) já fazem parte do arco íris, por exemplo. É por isso que o comediante Dave Chapelle lhes chama “as pessoas do alfabeto”. E… Isto pode parecer pouco simpático mas acho que ele não tem falta de respeito nem de simpatia para as individuais gay em si, mas só quer ridiculizar determinados aspectos da narrativa em redor deste assunto.

*=seems to be better than “corporativo” which was my first choice.

**=I put “continua”. It continues relevant but “mantém-se” is better. It maintains itself relevant.

***=rare sighting of the lesser spotted European Portuguese present participle

****=strictly speaking, this should be capitalised but I’m feeling very atheist today so sod them.

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A Poesia

Today’s text was corrected by the very kind Pistaxia. Notes at the bottom as usual

Por motivo nenhum* decidi há duas semanas que queria aprender algo novo. Além dos assuntos técnicos que ando a estudar para o meu desenvolvimento profissional, e além do português que ando a aprender (e que provavelmente continuarei até eu ser enterrado!) apetecia-me aprender um poema. Aliás mais do que um. Uma por semana até… Até ficar sem vontade de ler.

Na semana passada, passei umas horas a memorizar “Weathers” (“Tempos”) do poeta inglês Thomas Hardy, que fala das chuvas da Primavera e do Outono (Spoiler alert: ele prefere as da Primavera).

Filme colorizada do poeta Tom Hardy a ler o seu poema Weathers

Consegui, e já sou capaz de recitar o poema inteiro. Ora bem, isso não é assim tão impressionante. Só tem 18 linhas. Esta semana estou a aprender um mais comprido: “The Subaltern’s Love Song” (a Canção do Amor do… Hum… Oh! Do Subalterno. Devia ter adivinhado!). Depois penso em experimentar alguns portugueses, tal como “Mar Português” de Fernando Pessoa.

Porque é que decidi encher a minha cabeça com  rimas? Porque os poemas fazem parte dos nossos “móveis mentais” e eu conheço poucos.

*=oof, straight out of the gate with my first error. I wrote “sem motivo qualquer” (literally “without any reason”) but its better as “por motivo nenhum” (“through no reason at all”)

The rest of it wasn’t so bad or so interesting. Just errors of carelessness really.

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Halterofilhaismo

So first of all, don’t worry if you can’t find the title of this post in a dictionary. It’s a pun. Halterofilismo means weight lifting, iron-pumping and that kind of thing. This text is about my daughter (filha) doing it so hence the joke.

The corrections are kindly supplied by ThisCatIsConfused. Not too many today thank goodness.

A minha filha tem uma nova ambição: ser capaz de fazer flexões de braços. No entanto, não é nada fácil, e se não for capaz de fazer uma, nem sequer conseguirá praticar para melhorar.

Mas há uma solução. Temos uma barra em casa. É pequena, com pesos de 1, 2 e 5 quilogramas. Sugeri ela fizesse “supinos”* com a barra até que os músculos dela ganham mais força. Ela usa 3 kg em cada lado da barra.

Fernando Pessoa looking ripped
Do You Even Lift, Pá?

O melhor método é fazer 4 séries de repetições com a barra que devem ser difícil o suficiente para desafiar os músculos, sem ser cansativo demais. Talvez cinco. Depois de cada uma, beba uns golos de água e faça uma pausa durante dois minutos. Finalmente, a quinta e última série será ainda mais dura para esforçar** os músculos ao limite! A dieta é importante tambem. Os músculos precisam de proteína para se fortalecerem. O leite é uma boa fonte deste nutriente.

*=when this was corrected, it was suggested that I change supinos to “elevações” but I don’t think that’s best: elevações means lifts and is used for some exercises including pull-ups. I think the specific movement I’m talking about, that works the same muscles as a push-up is called supino (bench press). The only videos I can find about it are Brazilian though so I’m not 100% sure.

**=I originally wrote this as “empurrar” ie literally “push them to the limit” but that seems not to work.

I made a memrise deck with Portuguese gym terms in it a couple of years ago and it’s here if you’re interested in learning more about pain and sweat.

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O Vegetarianismo

Today’s writing challenge was to write on the theme of vegetarianism and veganism. I might have stretched the terms a little bit. Anyway, there are notes at the bottom. Thanks to Pistaxia for the corrections.

Tornei-me vegetariano quando tinha 15 anos. A minha mãe revirou* os olhos. “Então podes cozinhar a tua própria comida, rapaz” disse ela. E cozinhei. Isto acabou por ser uma grande vantagem porque quando cheguei à universidade, eu era quase o único estudante que sabia cozinhar. O único estudante masculino sem dúvida! Durante o primeiro ano de ensino superior os bombeiros visitaram o prédio de alojamento dos estudantes porque alguém tentou grelhar fiambre ainda no pacote (porque? Suponho que ele só sabia usar o micro-ondas).

Havia mais um génio que tentou preparar batatas assadas usando a seguinte receita:

Colocar uma batata numa caçarola, sem água.
Tapá-la.
Acender o fogão ao máximo.
Sair da cozinha e esperar no quarto durante uma hora, fitando a televisão boquiaberto**.

E assim por diante.

Passei a ex-vegetariano em 2004 quando a minha esposa (naquela altura, mais um comedor de feijões ) ficou grávida. Falámos e decidimos que não fazia sentido excluir fontes ricas em proteína e em vitaminas enquanto ela estivesse a tentar criar um bebé na sua barriga. Continuámos a comer carne já na nossa meia-idade, mesmo quando a bebé já tenha 16 anos e tinha saída há muito tempo da barriga. Pior ainda, hoje em dia, queremos evitar hidratos de carbono para não engordarmos, portanto acho que comemos ainda mais carne do que anteriormente!

*=revirar is the right verb not rolar when someone rolls their eyes.

**=one of my favourite words. Boquiaberto is made up of boca and aberto, so it’s just this idea of being slack-jawed, staring at something in amazement or whatever.

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Uma Separação

Another text with corrections this time from Dani Morgenstern. I made a ton of mistakes. Embarrassing.

Ontem à noite, eu e a minha filha fomos às compras. Regressámos ao pôr-do-sol com um pacote de gelado e alguma fruta*.

Falling flower pot

A caminho ao apartamento, ouvimos um grande barulho e alguma coisa partiu-se na nossa frente. Pelo som, achámos que era uma garrafa que alguém tinha deixado cair. Havia dois rapazes. Talvez tivessem feito uma asneira qualquer. Mas quando nos aproximámos do** sitio do incidente, descobrimos que não foi uma garrafa mas sim um vaso de plantas. O rapaz mais próximo erqueu as mãos e mostrou um disco de halter.
-Estão em processo de separação – disse ele, ao indicar uma janela dum apartamento no segundo andar – Já atiraram alguns destes pesos
Ele disse isto em voz alta e não há dúvida que o casal no apartamento ouviu***.
– Podia ter-me matado!

Julgo que a pessoa magoada tinha tanta vontade de esvaziar a sua casa da tralha da outra que não pensou na**** segurança dos transeuntes lá em baixo, em frente à janela.

*=Fruta means fruit in general as in the sentence “remember to eat plenty of fruit if you want to stay healthy”. Fruto is an individual fruit. By the way, something that threw me for a long time is “fruto seco” which sounds like it ought to mean raisins, sultanas, prunes and things like that but it means nuts.

**=aproximar seems to be one of those verbs that wants a de after it in a lot of situations. “Get closer of the place” sounds weird to our ears but there you go. According to Guia Prático de Verbos com Preposições by Helena Ventura and Manuela Caseiro, “Aproximar(-se) de =acercar(-se) de, chegar perto de”. And it gives a couple of examples.

***=casal (“couple” in the sense of “married couple”) is one of those words that we would tend to think of as a collection of two people but Portuguese is much stricter about treating it as singular so my “ouviram” was wrong, changed to “ouviu”

****=another preposition gotcha. In Portuguese is you are just considering something in a general way, you think on it. (pensar em). I wrote “pensar de” which is a literal translation of think of (the safety of others), but pensar de is only used when taking about an option. “O que pensas do filme” =what do you think of the film.

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Linkedin

Today’s text translation with notes at the bottom. Corrections by ThisCatIsConfused

Será que és membro de LinkedIn? Costumo ignorá-lo geralmente mas estou “entre empregos”* neste momento portanto tenho que usá-lo mais.

That guy from the American Office being a douche
My LinkedIn Bio

Para quem não conhece o site, é uma rede social, muito parecido com o Caralivro** mas mil vezes mais chato. Todas as pessoas no site querem. mostrar as suas competências essenciais (ou seja querem se vangloriar) e gostam de sinalizar ao mundo o tamanho das suas almas (ou seja, querem se vangloriar novamente) e sentem um poderoso desejo de apoiar os direitos de pessoas mais vulneráveis (ou seja, querem se vangloriar mais uma vez)

É muito mas mesmo muito cansativo.

As definições do site permitem os utilizadores escolherem a idioma do site e eu gosto de ler a Internet em português mas ando sempre preocupado que os outros integrantes (sobretudo empregadores anglófonos) vejam as minhas competências em português também. Hm… Talvez eu deva mudar aquela opção…***

*=Between Jobs. This does seem to exist as a euphemism for unemployed just as in English. This guy comes up in the search results, for example

**=This is just a silly joke. Facebook in Portuguese is just Facebook. You don’t have to translate names like this.

***= changing all your Internet settings to portuguese is something I mention in the Language Hacks guide, to increase your exposure to portuguese. In theory it should be safe in LinkedIn because if you select an option like “Gestão de Dados” (Project Management) in the options it should be seen by other users in their own native language. You can see this by swapping languages back to English and checking your own profile. I’m not sure how much I trust this to work seamlessly though so I think it’s probably safer not to if you are in job-seeking mode.

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A Colheita

Today’s text is about starting to harvest the allotment. ThisCatIsConfused was kind enough to correct it for me

Já falei do meu lote de terra na horta comunitária? Acho que sim mas não me lembro. Enfim, estamos perto da época de colher frutas. Os morangos, as framboesas, as groselhas tornam-se vermelhas e roxas. Infelizmente, existe um esquilo que acredita que o nosso pequeno quintal é a sua despensa privada. Enfia-se a cabeça abaixo da rede para comer os morangos todos. Comprei um rolo de rede de galinheiro mas as lacunas entre os fios são largas demais.

Além das frutas, há ervas tal como alecrim, coentro e hortelã, é uns vegetais tal como espinafre, acelga e (daqui a pouco) curgetes*.

*=this vegetable goes by many names. I usually call it abobrinha which is one of my favourite