Uff… Only 6 days left till the exam and I am really not feeling confident at all. Since the last exam included a question about visiting Portugal I have been rehearsing stuff to say about that. I have already written about Lisbon (this year) and Porto (next year) so here’s one about going to the Algarve a few years back
Antes do nascimento da Olivia, a minha esposa Catarina e eu fomos de férias para o Algarve. Naquela altura, eu quase não falava português e por isso não falei muito com a excepção de “por favor”, “Obrigado”, “Quanto é” e frases curtas deste tipo, do guia turístico. Passámos a maioria da semana na praia, a apanhar banhos de sol, e a nadar no mar e por isso confesso que não experimentei muito a cultura portuguesa.
O voo de volta a Inglaterra foi assustador. Fiquei a ter mais medo de voar de ano para ano, e naquele voo, não consegui aguentar. Tinha dores de barriga, estava tonto… Em suma senti-me terrível. Quando chegámos estava feito ao bife. É por isso que passei tantos anos (quatorze ou quinze) sem voar!
No meu lado oposto há uma mesa com três homens sentados. Um deles tem óculos e um camisa roxa, o segundo tem barba e uma camisola roxa (será que hoje é o dia nacional de usar roxo? Não sei?) o terceiro homem parece um homem de negócios. Está a usar um fato cinzento mas sem gravata. Suponho que ele seja um rebelde. Está a ler um jornal.
Para mim, os livros electrónicos não chegam. Apenas o papel, solido e confiável é suficiente para uma experiência óptima da leitura. Quero cheirar a polpa da madeira, às vezes o pó dos anos longo na estante. Quero sentir a capa debaixo do polegar. Quero encher a estante com tesouros da livraria. Além disso, não quero que acontece uma situação como bateria fraca durante um capítulo divertido. Mas gostos não se discutem. Eu sei que existem pessoas que verdadeiramente preferem os livros electrónicos. Nunca compreenderei essas pessoas mas devo de reconhecer que têm muitas boas razões para as suas preferências esquisitas. Um “kindle” deixa o seu dono carregar uma biblioteca inteira na mala ou na bolsa. Não necessita que uma floresta seja cortada para fazer mais livros. Também, suponho que poupam muito dinheiro por não terem de comprar mais estantes para casa mas na minha opinião é uma casa desgraçada por não ser cheia de livros bonitos.
Acabo de comprar bilhetes para um concerto da Deolinda no Coliseu do Porto. O concerto está marcado para um sábado, dia quatro de Fevereiro e pretendemos fazer umas mini-férias de fim-de-semana antes de voltar ao trabalho, à escola e à realidade. Infelizmente penso que vai ser difícil ver todas as vistas da cidade em dois dias! Serão um presente para a minha esposa que terá feito anos na sexta anterior, mas confesso que estou a puxar a brasa para a minha sardinha porque sou eu que gosto dos Deolinda. A minha esposa não os conhece bem.
Durante a aula de hoje, havia um texto sobre painéis publicitários. Lembrei-me do poema “