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Key Learnings 3 -A Pair of Ears and a Stray à

Today’s top two new things were:

Orelha and Ouvida: I have known for a while that there were two words for the ear but I had lazily assumed they were synonyms. But in fact, Ouvido is the bit you hear with and Orelha is just the flappy bit on the outside.

This sentence:

Em casa da família de acolhimento é melhor que o estudante tenha a idade aproximada à das crianças da família.

was baffling to me because the à [a+a], immediately followed by das [de+as] seems to mean “to the of the children” until I finally wrapped my head around what it was doing. The à is actually “to it” not “to the” because an a can be a pronoun as well as an article, so the sentence means

In the house of the host family it’s better that the student be of the same age as it (i.e “as the age”) of the children in the family.

As for the actual statement itself, OK, I know, I’m not sure why that would be true, but when I had the initial conversation about this I thought “família de acolhimento” meant a foster family, so it made a sort of sense. I think it’s more like a host family in some sort of school exchange program though.

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A Bicicleta

[Uncorrected Portuguese Klaxon]

Percebi que o website Cycling Fallacies (“As Falácias Sobre A Bicicleta”) tem sido traduzido ao Português e tinha a motivação a fazer alguma coisa que estava a planear desde o mês passado: classificar e rotular as peças de uma bicicleta para ensinar-me algum vocabulário útil.

bicicleta

Nesta imagem, utilizei o vocabulário especifico a Portugal da Pagina Wikipedia Português, acrescentado pelas palavras da Loja Das Bicicletas. A imagem está diminuída por o blogue mas espero que possa lê-lo.

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Aconselhamentos

Caro Rui*,
Estou muito feliz de ouvir que pensas visitar-me aqui em Londres. Ainda que não tenhas muito dinheiro, vem**! A libra está muito baixa hoje em dia por causa dos “Brexiteers” e por isso tudo é muito barato.
Eis as minhas regras para uma viagem a Londres:
É necessário que tragas um guarda-chuva porque chove muito aqui.
É possível que compres um “Oyster Card” na estação de comboios. Com isto, é possível fazeres viagens todos os dias sem pagar.
É viável andares de comboio (a rede de comboios subterrâneos de Londres chamar-se “The Tube”) porque convém evitar o tráfego*** nas ruas.
Não é provável que encontres o Stephen Fry no supermercado mas se é que o encontras, deves levantar o seu chapéu, quer queiras quer não. Por isso, é aconselhável que tragas um chapéu. Embora tenhas dores de cabeça, usa-o todos os dias que fiques no país.

*=Just to explain why the phraseology in this is so weird, here is the note I attached to it in iTalki

Este exercício destina-se a ajudar-me a praticar três tempos: presente do conjuntivo, infinitivo pessoal e imperativo. Por isso, algumas frases não são muito idiomáticas, mas não faz mal. Acho que a gramática é pouco especifica a Portugal. Pode ser que a gramática do Brasil seja diferente. Eu ficaria muito contente em receber correcções do Português de Portugal. Muito obrigado

**=I can’t believe this is the 2nd person imperative form of “vir”!

***=I originally wrote “tráfico” but that means traffic in the sense of “drug trafficking”

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Book Review

Europe In or Out: Everything You Need to Know by David Charter

Original (and more detailed) review in English here

22388483Estou a escrever este comentário três dias antes do referendo, por isso, se pensa em lê-lo, venha logo!
David Charter é um jornalista do “The Times” em Londres com um impressionante conhecimento do funcionamento interno do UE. É cético sobre o assunto, mas com uma certa forma de ceticismo: Quer investigá-lo e descobrir o que acontece lá, ao contrário da outra definição de ceticismo, que significa odiar a UE e todas as suas obras para as razões viscerais.
O livro é dividido em duas partes. A primeira parte trata de argumentos a favor e contra o “brexit” que se referem às maiores áreas do mundo político: a segurança, a prosperidade, a paz, a cooperação com os nossos vizinhos no continente, a democracia e algumas coisas assim. Não é surpresa que as maiores dúvidas (a economia, a influência mundial) apoiam a ideia de ficar na UE. Por outro lado, o assunto da democracia é mais difícil de resolver, e depende de como acha do com promisso entre a cooperação, a falta da democracia em Bruxelas e as problemas de segurança por causa das fronteiras porosas. A segunda parte concentra-se nos maiores sectores económicos como o financiamento, a agricultura e a pesca. Claro que o sector dos serviços financeiros será confuso sem as ligações à UE, e é mesmo para a agricultura. Além disso, a pesca, apenas tem muitas regras más, não conseguirá ganhar muito por causa do “brexit”.
O leitor pode fazer as suas próprias conclusões, e os prós e os contras são resumidos para ajudar a avaliá-los.
Uma coisinha que não concordo com o autor é o assunto de dúvidas sobre a situação após o “Brexit”. Ele afirma que esta incerteza vai assustar-nos e por isso vamos ter medo de mudar, mas parece que a verdade é o oposto: a incerteza ajuda a campanha de brexit. Acho que cada “brexiteer” tem uma diferente visão individual da vida no futuro. Algumas esperam que o Reino Unido vá estar na Área Económica Europea (EEA), outros na Área Europeia de Comércio Livre (EFTA) e mais algumas creem que apenas devemos ter um acordo de livre comércio com o continente.
Estas opiniões têm um certo apelo para vários grupos dentro do campo de Brexit, mas não pode acontecer a todos, e por isso, muitas pessoas vão ficar desapontados. Votarão para as suas próprias utopias, mas receberão um governo escolhido por uma pequena minoria.
Esta é a razão pela qual os britânicos devem de ter medo.

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Edimburgo

[Este caderno é o meu primeiro escrito em Português desde o exame. Desculpem os meus erros!]

Eu e a minha família passamos uma semana em Edimburgo. Precisámos de algumas férias após da semana anterior: Eu tinha feito o exame “DEPLE” (Português B1), a minha esposa tinha feito a prova final da universidade aberta e a herdeira da minha grande fortuna tinha ido à costa do sul com a sua escola, fazer aventuras ao ar livre e nunca dormiu.
Edimburgo é a capital da Escócia. Fica a quinhentos quilómetros do norte de Londres e por isso o tempo normalmente é terrível, mas durante as ferias, o sol brilhava todos os dias. Entretanto em Londres, foi pior, frio, cinzento… Quando voltamos a casa, estavamos bronzeados.
Durante as férias, ficamos num apartamento acima dum restaurante italiano. Visitamos alguns castelos e um museu, demos um passeio de barco para vermos focas e papagaios-do-mar e fomos a uma festa com alguns amigos. A minha filha fez anos (ela tem onze agora!)
Infelizmente, amanhã tenho de voltar ao trabalho.
:^(

Imagem: A vista do topo da montanha “Arthur’s Seat”

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A Tentativa, O Balde e Eu

Uma descrição da situação no que estou a falar com um amigo e preciso duma palavra. Tenho certeza que sei esta palavra mas neste momento não posso lembra-la.

“Eu baixo o meu balde para ao fundo do poço de vocabulário mas quando vem para cima o balde está vazio”

Totes planning to use this often in the future. It’s strangely easy to remember, pleasing on the ear and has two new (to me) words in it.

 

 

*Uncorrected Portuguese Klaxon*

 

 

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Comentários Sobre Um Filme: Passport to Pimlico

passport-to-pimlico-149-001-stanley-holloway-on-tube-00m-fgqO meu filme favorito é um filme a preto e branco do Estúdio Ealing que se chama “Passport to Pimlico”.
Os eventos do filme acontecem em Pimlico, um bairro de Londres nos anos imediatamente a seguir da Segunda Guerra Mundial. Na abertura, uma velha bomba, enterrada debaixo duma igreja explode e nas ruínas, encontra-se uma caixa com papeis antigas que diziam que Pimlico foi dada* ao duque de Borgonha na idade média. Borgonha ainda não existe, mas os papeis diziam que viva neste pequena área de Londres.
No início, esta informação parece uma piada, mas passado pouco tempo, toda a gente de Pimlico decidiu que eram cidadãos de Borgonha. Não têm de obedecer as leis do Reino Unido, não têm de pagar impostos, e podem vender e comprar à vontade. Em breve, a situação cresce até ao ponto em que o governo construí uma parede em redor do bairro e não deixa ninguém entrar nem sair. Ninguém pode obter comida e os moradores pensam que estão vencidos mas um rapaz fora do muro lança um bombom** por cima do muro para dentro de Borgonha. Os adultos fazem o mesmo. Batatas, frutas, pão, latas, todos voam para dentro e (como se diz “spoiler alert***”?) a Borgonha permanece viva.
É muito engraçado. Também, gosto muito de ver o espírito da cidade a acordar depois de tanta destruição, tanto dificuldade.

*=I think this is right. Some of the corrections seem to be assuming that the box was given to the Duke of Burgundy, but no, Pimlico – or at least that part of it – was.

**=It was a sweet or a lollipop or something, IIRC, and not – as one of the corrections seemed to assume – a balloon.

***=”Alerta spoiler”

 

Thanks as ever to the iTalkians who helped me with corrections: Sophia, João and Lorena.

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As Cartas

Letters are right at the end of the textbook I’m using but they come up in some of the mock exams I’ve looked at so I thought I’d better get familiar with them

1 – Formal

Londres 20 de Maio de 2016

João Imaginário
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Alameda da Universidade
1600-214 Lisboa
Portugal

Excelentíssimo Senhor
Desculpa de não ter escrito mais cedo. Tive dores nos dedos por causa de tocar demasiado o violão e por isso não pude usar o teclado.
Fiquei espantado e encantado ao receber a sua oferta de tornar-me Professor de Português. Depois de muita consideração, acho que devo recusá-la neste momento porque preciso de mais pratica. Pode ser no próximo ano?

Obrigado outra vez
Os melhores cumprimentos
18ck

2 – Informal

Londres 20 de Maio de 2016

Caro Jose

Obrigado pelo livro que enviou-me para o meu aniversário. Não tenho lido livros de China Mievile, mas gosto muito de ficção científica e ouvi que é um escritor interessante. Estou contente por saber que a sua equipa ganhou o tri campeonato, seja lá o que isso for.

Um abraço
18ck

So it looks like Caro is the rule for starting letters in informal situations and Excelentíssimo (or “Exmo”) for formal. I have also seen “Prezado” (“esteemed”) but I believe that’s more of a Brazilian thing.

The sender’s address only seems to be the town and date in the format shown. Recipient addresses have the format:n5anuxqrjqjijncdkitgf03dee2

[Recipient Name]
[Housename] (optional)                
[Streetname] [Streetnumber] 
[Locality]
[7 digits] [TOWN]        
[PORTUGAL] (if posting internationally)

Endings seem to be “os melhores cumprimentos”, “Atentamente”, or further down the scale of formality, “um abraço” (seems to be common between men) or something with beijo or beijinho.

Formal letters also seem to use v/ for Vosso and n/ for Nosso. I haven’t seen these anywhere except on the formal letter sample in Lathrop and Dias, which is sort of weird.

 

 

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As Redes Sociais (Tradução)

As redes sociais fazem as pessoas que estão distantes parecerem perto e aqueles que estão perto parecerem longe.

Isto quer dizer que as pessoas que vivem em Brasil, por exemplo, parecem perto porque é fácil falar com eles através do Skype ou Facebook ou mesmo iTalki! Mas os amigos ou membros da família sentados frente a frente são distraídos por os seus telemóveis e por isso não falam em nada.

smart-phones

 

Thanks to Rubens, Fábio and Rejane for help with the translation. The original quote is something I have heard from the mouth of Stephen Metcalf, although I don’t remember if he was quoting someone else at the time. It’s something like “Social networks make people who are far away seem close and those who are close seem far away”

The translation of “at all” turns out to be more complicated than I assumed because (duh!) you can’t just translate it literally

Estou a revisitar este “notebook”. Muito obrigado para isto resposta. Hm. Acho que o erro que faço é em tentar traduzir literalmente a frase inglês “at all”. Em inglês, se deseje aumentar um negativo, pode usar “at all”. Por exemplo “He didn’t say nothing at all” significa “disse absolutamente nada”. Talvez devo dizer “mesmo” em vez de “de tu/odo”. “Disse nada mesmo”, “não falam mesmo”. Hum… Faz sentido?

Or possibly “em nada” . Não falam em nada”. In English I would say “they don’t talk at all”

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Vêm Os Brasileiros

2a696675cb838a66889464a5cdef3e36[Warning – Uncorrected Text = Likely to be a total disaster]

Na semana passada, faço um exame modelo de Português Nível B1. Havia um exercício de gramática e… que horror!  Tive quinze por cento! Pedi a minha professora ajudá-me compreender as regras. Ela explicou que este modelo era um “CELPE-Bras” (Português de Brasil) e por isso muitas regras não aplicavam a Português de Portugal. Depois de fazer correcções, a minha nota nova foi… sessenta e cinco por cento! Isto não é tanto mal!