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Key Learnings 7 – Ir We Go

Jottings from lessons the past couple of days

Talking about travel

Ir a vs Ir para: Apparently Ir a is for a quick journey like to the kitchen or to school and ir para is for a longer one such as going to Canada to avoid Trump or going on holiday. It cana also be used to indicate a direction of travel.The same rules apply to vir and voltar.

Similarly, the difference between Ir de avião and ir no avião is whether you have a definite plane in mind (“no avião”) or whether you are just talking about “Going by plane” (de avião)

This is all easy stuff I should have known ages ago. I have just been using both interchangeably up to now.

Useful expressions

de vez em quando = from time to time

mais do que seria esperar = more than could have been hoped

de ano para ano = from year to year

se sim = if so

estudos de mercado = market research

Subtle differences caused by prepositions

lembro-me de teres (infinitivo pessoal)

vs

lembro-me que tinhas (imperfeito do indicativo)

 

 

 

 

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Nunca Me Habituei às Terças-Feiras

Estou a viajar de comboio até ao escritório do meu cliente. A terça feira são sempre o pior dia da semana porque tenho que acordar às quatro horas para sair às cinco.

Hoke, no comboio, há muitos outros desafortunados que arrastaram-se da cama para trabalhar numa horário horrível. Estou sentado ao lado de uma mulher. Acho que ela é advogada porque está a ler um relatório publicado pela Sociedade de Lei e a fazer notas.

notebook_image_746956No meu lado oposto há uma mesa com três homens sentados. Um deles tem óculos e um camisa roxa, o segundo tem barba e uma camisola roxa (será que hoje é o dia nacional de usar roxo? Não sei?) o terceiro homem parece um homem de negócios. Está a usar um fato cinzento mas sem gravata. Suponho que ele seja um rebelde. Está a ler um jornal.

Enquanto que estava a escrever o parágrafo passado, o comboio parou numa estação. Uma mulher entrou e sentou-se ao lado do homem de negócios sem gravata. Ela está a maquilhar-se.

O tapete e as cadeiras são azuis, e o tecto é cinzento com pequenas lâmpadas com aproximadamente um metro de intervalo.

This was written on a smartphone, which was a bit annoying and boosted the error rate up a bit. I had some great corrections from Sophia and Hermann though. 

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Que Valor Tem Um Livro Electrónico? (DIPLE, B2, Português Europeu)

“Quanto vale um livro electrónico?” parece um pergunta simples até o momento em que se começa a pensar nela. Po um lado, o livro não tem valor porque não existe; Quando é vendido, a empresa não perde nada e não tem menos livros do que antes. Ao outro lado, sem dúvidas, os que compram os ebooks gostam deles e por isso, não se importam de pagar preços quase altos do que os livros físicos. Isto é um milagre de alguma forma: Amazon e as outras empresas que fazem negócios no mundo dos livros os livros conseguem vender o mesmo livro, sem fim e sem custos de fabricação mas os clientes ainda entregam o dinheiro sem queixas.
unnamedPara mim, os livros electrónicos não chegam. Apenas o papel, solido e confiável é suficiente para uma experiência óptima da leitura. Quero cheirar a polpa da madeira, às vezes o pó dos anos longo na estante. Quero sentir a capa debaixo do polegar. Quero encher a estante com tesouros da livraria. Além disso, não quero que acontece uma situação como bateria fraca durante um capítulo divertido. Mas gostos não se discutem. Eu sei que existem pessoas que verdadeiramente preferem os livros electrónicos. Nunca compreenderei essas pessoas mas devo de reconhecer que têm muitas boas razões para as suas preferências esquisitas. Um “kindle” deixa o seu dono carregar uma biblioteca inteira na mala ou na bolsa. Não necessita que uma floresta seja cortada para fazer mais livros. Também, suponho que poupam muito dinheiro por não terem de comprar mais estantes para casa mas na minha opinião é uma casa desgraçada por não ser cheia de livros bonitos.
Enquanto que eu não me gosto, é claro que hoje em dia há muitas pessoas que gostam dos ebooks e afinal, neste ponto descobrimos a resposta verdadeira: o valor de um livro electrónico é o que alguém concorda pagar.

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Hundredth iTalki Notebook: Deolinda

deolindaAcabo de comprar bilhetes para um concerto da Deolinda no Coliseu do Porto. O concerto está marcado para um sábado, dia quatro de Fevereiro e pretendemos fazer umas mini-férias de fim-de-semana antes de voltar ao trabalho, à escola e à realidade. Infelizmente penso que vai ser difícil ver todas as vistas da cidade em dois dias! Serão um presente para a minha esposa que terá feito anos na sexta anterior, mas confesso que estou a puxar a brasa para a minha sardinha porque sou eu que gosto dos Deolinda. A minha esposa não os conhece bem.

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Os Painéis Publicitários

billboardsDurante a aula de hoje, havia um texto sobre painéis publicitários. Lembrei-me do poema “Song of the Open Road” (A Canção da Rua Aberta”) de Ogden Nash, o poeta e humorista americano

Decidi fazer uma tradução:

Acho que nunca verei
Um painel publicitário tão bonito como uma árvore
Talvez, a menos que caiam os painéis,
Eu nunca verei uma árvore

Em inglês:

I think that I shall never see
A billboard lovely as a tree
Perhaps, unless the billboards fall
I’ll never see a tree at all.

(em algumas publicações, a terça linha começa “indeed” em vez de “perhaps”)

3 verbs and I only got one of them right. Confusing conjuntivo weirdness blinded me to the obvious “just put it in the future tense” option!

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Onde Estamos Neste Livro?

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O Donald Trump anuncia a sua vitória na manha da terça-feira

Estou muito confuso. Perdi a conta de onde estamos no Livro de Apocalipse. Acho que entre a sexta e a sétima trombeta.

O sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve fortes vozes nos céus, que diziam:
O novo presidente
tornou-se nosso Senhor
e o homem cor-de-laranja reinará
para todo o sempre.

No próximo capítulo, a lua cairá do céu e os mares transbordarão, mas não faz mal, pelo menos não haverá uma presidente feminina.

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Diálogo num Café

Às 8 horas
Empregada: Bom dia senhor, faça favor.
Cliente: Bom dia, um abatanado por favor e… mais um para o meu amigo o Senhor Pessoa.
Empregada: O senhor é muito engraçado. Mais alguma coisa?
Cliente: Sim, um pãozinho com manteiga e compota por favor.
Empregada: Muito bem
—mais tarde—-
Empregada: Aqui está
Cliente: Obrigado, e quanto é?
Empregada: São 2,16 €
Cliente: Ah, deixe-me pensar… Meu deus! É equivalente a £7.56!
Empregada: (Eu) não faço as regras… vocês votaram para o Brexit.
Cliente: Sim, é justo. Eis o dinheiro.
Empregada: Obrigada.

Às 13 horas
Empregada: Boa tarde, senhor.
Cliente: Bom dia outra vez! Está na hora de almoço. Eu e o meu grande amigo o Senhor Pessoa…
Empregada: Ó senhor, por favor, quase não consigo respirar…
Cliente: …queríamos experimentar as comidas de Lisboa. Que recomendas?
Empregada: Muitos turistas gostam da nossa sandes mista com pão de deus…
Cliente: Excelente! Vamos experimentar isso!
Empregada: Muito bem.
—mais tarde—
Empregada: A sua sanduíche, senhor.
Cliente: Muito obrigado. Pago já. Quanto é?
Empregada: São 2,16€
Cliente: Um momento, vou verificar a taxa de câmbio… meu deus! É equivalente a £34.27!
Empregada: Lamento que o senhor tenha razão. A libra continua a cair relativamente ao Euro.
Cliente: O que é que fizemos!? Ora… eis o dinheiro.
Empregada: Obrigadíssima.

Às 19 horas
Cliente: Olá bom dia! Já voltei!
Empregada: A minha vida está cheia de alegria por rever a sua cara mais uma vez.
Cliente: Obrigado. Ora, apetece-me um prato de bacalhau com natas.
Empregada: Mais alguma coisa?
Cliente: Hum… Sim, uma imperial também por favor.
Empregada: Sagres ou Super Bock?
Cliente: Super Bock, sem dúvida.
Empregada: Com certeza.
—mais tarde—
Cliente: Á, obrigado. A conta, por favor.
Empregada: São €2.16
Cliente: Hum… meu deus! É equivalente a £543.62!
Empregada: Talvez o senhor queira pedir o pequeno-almoço para amanhã de manhã para evitar a próxima queda?
Cliente: É uma boa ideia. Que achas o Fernando?
A Estátua: (Nada diz)

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Como adivinhou que sou um Turista…?

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A Luta Contra A Gordura

Tenho 47 (quarenta e sete) anos. Nesta idade é muito fácil engordar. Quando era jovem, não me importava com o que fazia. Ficava dentro da casa a ler livros e a comer qualquer coisa que me apetecesse. Também bebia de mais e fumava, mas não engordei porque não tinha carro, e então, quando ia às lojas, ao escritório, a qualquer lugar, sempre ia de bicicleta ou caminhava e nunca engordei, nunca tive problemas de saúde.

Hoje em dia ainda não tenho carro, mas preciso de ter mais cuidado de estar saudável e manter a forma. Não fumo (ninguém fuma agora, claro!) e tento fazer exercício físico toados os dias (faço remo, corrida, halterofilismo) mas sou velho e com família, trabalho e uma língua para estudar. Há apenas 24 (vinte e quatro) horas por dia, pois é tão fácil de ficar preguiçoso, comer muito pão, beber um copo de vinho a mais e, dai a pouco, fico com a barriga a abaular sobre as calças.

Muito bom, acabo de fazer o trabalho de casa. Mereço um pastel de nata, não?

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As Minhas Viagens no Espaço

tombaker
Não escutes as pessoas novas: isto é o verdadeiro Doutor

Alguém pediu-me para lhe contar uma história sobre uma viagem que querias de fazer”. Mas os fãs dos meus textos (sem dúvida há muitos!) sabem que tenho medo de voar e por isso não me apetece* fazer uma viagem de avião. Preferia fazer uma viagem para uma outro planeta de TARDIS com o meu herói “O Doutor”, do programa “Doctor Who”, protagonizado por Tom Baker.
-Mas o Senhor Colin – ouso-vos perguntar – isso é uma coisa estranha. Porque é que estais assustado em voar num avião mas não num TARDIS?
A resposta é siples. O TARDIS é o meio de transporte mais seguro no mundo. Ninguém nunca morreu num acidente de TARDIS. Isso _nunca_ aconteceu! Tenho de reconhecer que a minha viagem não seria 100% segura. Por exemplo, tendo chegado a uma planeta, teria um risco elevado de ser exterminado por alienígenas hostis, mas não me importo**. Ao menos evitaria os aviões.

*=I had apetecer mentally tagged as meaning “to feel like” as in “I don’t feel like going on a plane” but it’s reflexive so I guess cognate with “appeal” or “appetite”. “Não me apetece” (It doesn’t appeal to me) rather than “não apeteço” (I don’t appeal it)

**=Another surprising reflexive. I used this in the third person. thinking Não me importa=”It doesn’t matter to me” but it has to be in the first person: “Não me importo” = “I don’t find it important” or “I don’t care”