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A Vida É Estranha, E Os Jogos São Ainda Mais Estranhos

notebook_image_890090A minha filha tem 12 anos e está a estudar informática na escola. Quero ajudá-la mas é um daqueles assuntos que é ligeiramente difícil integrar na vida. Não a quero sentar numa cadeira e dizer-lhe “vamos filha! Vamos programar em Java!” porque não sou um psicopata.

Em vez disso, sugeri que investigássemos os vários jogos que temos em casa. Um exercício comum no mundo de ensino é escrever código para alterar as terras artificiais do Minecraft, com uma linguagem de programação chamada “python”. Experimentámos aquilo. Também temos uma versão do jogo clássico “tetris” escrito num código que se chama “small basic”, que mudámos: tornámo-lo mais rápido, aumentámos o tamanho do quadro e demos à borda uma cor mais bonita.

jeffersonMas a nossa actividade preferida foi uma alteração que fizemos com o jogo “Life is Strange” (A Vida é Estranha). Descobrimos que era possível trocar os corpos das personagens mexendo em algumas coisas e alterando as opções na pasta onde ficam os ficheiros do jogo. Depois de algum tempo, o jogo estava pronto. As protagonistas – duas raparigas adolescentes – percorrem uma floresta. De repente, um homem com barba voa de uma árvore para outra. As raparigas não prestam a mínima atenção. Continuam. Então ouve-se uma explosão. Uma das raparigas leva um tiro. A outra vira-se e vê, na escuridão, o rosto do assassino: uma coruja com uma arma.

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Just a data nerd

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