Posted in English

I Scream, You Scream, We All Scream Because We’re Terrified

Well, our passports arrived and now I have no excuse to not go to Portugal*. I have mixed feelings about this though. As I explained, tremulously, during the produção oral of the B1 exam, “tenho medo de voar” – I am scared of flying – and it’s pretty hard to get there by canoe, so I will just have to wash down a couple of diazepam with a generous bottle or two of scotch and hope to wake up there. We’re going in a few weeks time, so it’ll be before the exam, and that should help a lot. When I arrive I’ll be in full homework mode. If anyone tries to talk to me in English, rather than awkwardly explain that I am trying to learn I’m just doing to say “desculpe, sou Dinamarquês” and profess a total lack of knowledge of my own mother tongue in any form. Pro Skills.

*=I know, I know, we’re both in the EU so passports aren’t needed, but in these Brexity times who knows when Theresa May will decide to slam the borders shut?

Posted in English, Portuguese

A Escola

This is a corrected version of a spoken answer I gave to a question about a time I had been told off at school. My friend Márcio rewrote it in a more natural way to help me understand how it could be improved. I thought there were enough interesting mistakes getting corrected that it was worth transcribing the whole thing so I’d remember it better.

Eu estava na escola primária, há três anos quando* nós mudámos da casa. Eu e o meu irmão fomos para um nova escola primária, e quando estávamos na nova escola, havia um grupo de rapazes que decidiram que não gostavam de nós. Eram rapazes da minha turma** e da turma do meu irmão. Então eles disseram “Não gostamos de vocês! Vocês cheiram mal, então nós vamos bater-vós”.

Depois da aula, houve uma grande luta, e de alguma forma, dois desses rapazes malcriados ficaram magoados. Eu fiquei muito orgulhoso por ter sido capaz de me defender a mim e o meu irmão, mas infelizmente a professora não pensou da mesma forma de nós

*=I tried to write it as “quando tinha estado na escola” – literally “when I had been at school…” to see how well awkward British past tenses translated to Portuguese. The answer seems to be “not well”.

**=Turma = Class (in school)

My original speech was a great deal wordier than, so it’s nice to see it written out tidily like this. I seem to be making a lot of ser/estar type errors, as well as the occasional “estar” where a “ficar” would be better. These are all things I know but as usual they just don’t come out in the heat of the moment.

Posted in English, Portuguese

#HotSummerReading Wrap-Up

9789722328296So I’ve finished my reading for this book blogging challenge and it’s been a brilliant source of motivation to read portuguese in massive (for me) doses. I’ve written reviews of all three books on iTalki and I wanted to make a recorded version as well to make some of the vocabulary stick, and my daughter, who is an expert on vlogging, helped me record it. It’s pretty dreadful though, I’m afraid… I’ve put it down at the bottom where it belongs

The Text Versions

I’m indebted to Natan, Wagner, Samuel, Milena, Gabriel, and especially Sophia and Rubens for their excellent corrections on all these reviews


O Principezinho

O Principezinho é um livro de Antoine de Saint-Exúpery, um autor e aviador francês. Li-o em Francês quando era jovem, e mais uma vez em Inglês quando tinha uns vinte anos porque um amigo deu-me uma cópia. Agora que estou a estudar Português, comprei a versão portuguesa e li-o para parte dum desafio de leitura.
O livro é pequeno, com muitos desenhos (aguarelas) e por isso é muito fácil para um aluno com poucos conhecimentos da língua. O argumento consiste num piloto perdido no deserto. Acho que este piloto é o próprio autor do livro. O seu avião não funcionava e ele estava a tentar consertá-lo. De repente, um rapazinho apareceu. Com as suas palavras primeiras, o rapazinho – o principezinho do título – pediu-lhe que desenhasse uma ovelha. Tinha muitas dúvidas sobre a vida na terra e contou uma historia da sua vida num pequeno planeta e da sua viagem através das estrelas. No caminho, encontrou muitas “pessoas crescidas” que tinham atitudes estranhas de adultos em toda parte: interessavam-se apenas por dinheiro, no seu próprio poder e nos seus trabalhos.
No curso da história, o protagonista fez muitas observações sobre as diferenças entre as crianças e os adultos. Aos adultos falta-lhes* de imaginação. Não compreendem nada por causa da sua obsessão com números. Adoro este livro!

*=Woah! This grammar was contorted into a shape I really wasn’t expecting by the people who marked it


 O Mandarim

Como disse no registo passado, eu tive vontade de fazer parte dum desafio de leitura, e por isso li dois livros portugueses. Actualmente, estou a ler um terceiro – em inglês – e vou escrever sobre ele em português mais tarde.
O segundo livro foi “O Mandarim” de Eça de Queiroz, um famoso autor português do século XIX. “O Mandarim” é um conto muito curto dum homem que tem a oportunidade, por circunstancias sobrenaturais e esquisitas, matar um imperador chinês e herdar as suas grandes riquezas. A história lembrou-me dos livros “Faust” (de Goethe) e “Doctor Faustus” (de Christopher Marlowe). Confesso que não percebi tudo no livro. Hei de voltar a lê-lo mais tarde quando tiver mais tempo, mas no fim, o homem fugiu duma emboscada e regressou a Portugal.
Dentro da capa da minha copia existe um CD com a gravação duma mulher a ler a história, então posso praticar a compreensao auditiva do texto ao mesmo tempo que leio. Há também um apêndice lexical com traduções das palavras difíceis. Infelizmente, um dos capítulos estava ausente no CD, e as traduções são em espanhol! Ora bem, não faz mal. Tenho um bom dicionário e sou perfeitamente habilitado para ler um capitulo sem ajuda!


The Puppet

The Puppet” (A Marioneta) é um livro de Ibrahim Al-Koni. Para ser honesto, estou a escrever este comentário antes de acabá-lo por… Por razões, OK, não importa nada o quais são as razões!
Ora bem, este livro é o segundo duma trilogia. É muito difícil mas muito interessante apesar disso. O argumento consiste num grupo de nómadas Tuaregs. No final do livro passado, acabaram a caminhar no deserto e estabeleceram um aldeia acerca dum oásis. No curso deste livro, a sua sociedade mudaram a seguir às ideias do Ibn Khaldun, um escritor árabe do século XIII. Escolheram um líder novo. Esse líder é a Marioneta do título. Os cidadãos mais ricos começaram a persuadi-lo a alterar as regras para deixarem de utilizar o ouro como dinheiro nas trocas comerciais. Estas mudanças, segundo Ibn Khaldun, enfraqueceram o povo que se preparou para o derrubarem por um novo, o mais forte grupo de nómadas. Ups – Spoiler alert! Isto vai demorar até o livro terceiro…

O jantar está pronto. Não tenho tempo para reler isto nem fazer as correcções. Ora bem, provavelmente haverá mais erros do que normalmente…

The Video Version

My daughter made the background and has recorded her own (english) review of the Little Prince, and answered some of the “Top 6” lists on the #HotSummerReading challenge page.

Posted in English

A Standing Start

I’m pretty good at Portuguese. I mean, I’m not a great linguist like Nigel Farage with his wine list, but I’m OK on a good day. So why is it that I still can’t seem to just start a conversation from scratch? I met a Portuguese lady the other day near my house and decided to do what all the famous internet polyglots do and start talking to her, but I hadn’t warmed up by thinking in Portuguese beforehand so, translated into english, the exchange went like this:

ARE YOU PORTUGUESE?

GOOD MORNING*!

I CALL MYSELF COLIN

I AM FROM OVER THERE!

BYE

There was some nervous laughter in between and she tried to look sympathetic to my attempts but it was basically just me broadcasting my own hopelessness. This is a pretty good example of how it’s always a good idea to do some practice to get your brain in gear before having a conversation. This is doubly true if you have an exam: never go in cold. It’ll be much harder.

 

*=It was 8.30PM

 

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Lying to Examiners for Fun and Profit

Reflecting on my exam experience, I had another idea that might be of use to potential CAPLE candidates: Lie.

Lie through your teeth!

Lie like a lying liar who lies!

Embrace your inner Jeffrey Archer!

What do I mean by this? Well, sometimes questions come up about issues in life that are tricky to explain. Sometimes it’s better to not explain those things and instead just simplify the whole answer. For example, I had already decided that if they asked me “Tem animais de estimação?” I was going to say no. OK, I can talk about the guinea pigs (“A minha família e eu tínhamos alguns porquinhos da Índia. Eram muito fofinhos, mas só viveram até aos cinco anos.” etc) but there was no way I was going to tell them that hoje em dia we have stick insects. Every time I’ve mentioned stick insects in Portuguese it has resulted in bafflement and me needing send pictures and explain that, no, I’m not talking about termites or locusts or anything else. It’s a guaranteed recipe for confusion and it’s just not worth the hassle.

During the exam today, I mentioned that I was born in Edimburgo. The invigilator asked did I ever go back there to visit. Now, as it happens, we are planning to go back quite soon. Why? Well, the truth is that A Minha Esposa had intended to do the Edinburgh Marathon but she had a cold during peak training times and then some other things came up and all in all, she wasn’t fully prepared, so she dropped out, but we’d already booked accommodation at mate’s rates  so we decided to…

Now, do I want to start explaining this, off the cuff in an exam? If it were a lesson, I might have a go. I could probably pull it off but it’s a complicated sentence with far too much potential for getting snookered by grammar, so I just lied and said she was going to do the Marathon. That’s a much easier sentence. I can do that, easily. Go!

As I was leaving, she offered these words of encouragement

Verificaremos que a sua esposa terminou a maratona. Se não, o Senhor Colin está desclassificado.

I’m not sure what it means, but I think she was wishing us a happy holiday.

 

Posted in Portuguese

A Tentativa, O Balde e Eu

Uma descrição da situação no que estou a falar com um amigo e preciso duma palavra. Tenho certeza que sei esta palavra mas neste momento não posso lembra-la.

“Eu baixo o meu balde para ao fundo do poço de vocabulário mas quando vem para cima o balde está vazio”

Totes planning to use this often in the future. It’s strangely easy to remember, pleasing on the ear and has two new (to me) words in it.

 

 

*Uncorrected Portuguese Klaxon*

 

 

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Um… The… Um… Exam…

Just eight days now. It’s scary! I’ve been having extra lessons to raise my spoken language game from “horrifying” to merely “awful”. One of the things I’ve found helpful is Amolto Call Recorder for Skype. I’ve been using it to record my calls so I can listen to them later and get a second shot at my teacher’s wisdom (with her permission of course!)

Unfortunately, the results have been a little demoralising. I can’t believe how much time I spend just saying “Ummmm”.

So… there’s a long way to go.

Posted in Portuguese

Expressão Oral

Sample files working up phrases for use in the exam…

  1. Fale sobre o que gosta de fazer nos tempos livros

2. Fale sobre o seu trabalho

3. Fale sobre as vantagens e desvantagens de ter animais de estimação em casa

Posted in English

Speaking Without Conversing

I eavesdropped on a webinar by Lindsay Dow and Shannon Kennedy in which they talk about how to start speaking and producing language when you aren’t ready to actually go head-to-head with another human yet. It’s something I’ve written about in an earlier post, because there is so much emphasis on speaking straight away in a lot of the language learning advice out there, so it was reassuring that two badass polyglots had dealt with the same issue too. They give some useful tricks for coaxing language out of yourself and developing some confidence.

The seminar is here for now but sadly it won’t be up for very long. Hi ho. You might be interested enough to follow up Shannon’s course on the subject, which is called “Say Goodbye to Shy

Posted in English, Portuguese

A Banheira / The Bath

Ouvi o Hugh Laurie dizer que na sua idade, ler livros é como encher uma banheira quando o tampão não está no ralo. Estou de acordo com ele (or “concordo com ele”). Na minha idade também, derramo português dentro da minha cabeça mas tudo drena depressa.

*suspiro*

…which, for those of you who don’t speak Portuguese means…

I heard Hugh Laurie saying that at his age, reading books is like running the bath with the plug out of the plughole. I agree with him. At my age too, I pour Portuguese into my head but it all drains away (quickly)

*sigh*

The word “quickly” wasn’t part of my original intent but both people who corrected it seem to have thought that’s what I was saying so I’ve left it in.

Thanks again to Sophia and also Rubens for their help with the corrections.