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#Youtubing

#uncorrectedPortugueseKlaxon

Ainda continuo gravar videos sobre livros que já li, no Youtube. A minha esposa – e a minha professora – zombam-me.

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– Como corre a sua vida como Youtuber? perguntam eles, e eu rio ligeiramente e acrescento-os à lista de pessoas com que não falo quando o canal estiver patrocinado por Fnac.pt e eu for rico e famoso.

Não, quando jantar com a Zoella e o Pewdie Pie e o Owen Jones, não vou convidar-los acompanhar-me.

Não pretendo publicar todos os vídeos aqui, mas o canal tem um novo nome:

28 Days Leitor

Vem visitar se quiseres! O exercício é muito útil, e ando a aprender muito.

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Another Crap Joke

I’m ridiculously proud of this even though I know it doesn’t really work. It’s from a twitter game called #nowReading where my friends and I try to make books with authors whose names seem appropriate. The only rule is you have to use real names, not just make up some silly surname. So you could do “Omar Salgado” but not “Anne Dorinhasemvoo” for example. I did one that got RTed at Neil Gaiman and I decided to follow it up with one based on his wife, and do the whole thing in Portuguese.

First of all, the title of the book is “What do you suggest I should buy for my wife who likes banana trees?” The author is Amanda Palmer or “A manda palma” which sort-of means “Send her a palm tree”.

Except it doesn’t. The grammar of “a manda” doesn’t really work – I think it should be “manda-lhe”. “Palma” needs and indefinite article, but even then, it doesn’t mean that kind of palm, it means the palm of a hand. So it should really be something like “manda-lhe uma palmeira”, but I don’t care, it makesme chuckle and that’s all I care about!

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O Pátio Das…

notebook_image_814938Pretendia escrever um comentário sobre o filme “O Pátio das Cantigas” mas depois de escrever “O Pátio das”, a programa de texto preditivo sugeriu aleatoriamente “Cuecas”* e pensei “hum… Porque não? Em vez de escrever um comentário verdadeiro, posso escrever um comentário sobre um filme imaginário”

“O Pátio Das Cuecas” é um filme a preto e branco, realizado por Francisco Roupainterior, em 1942. O guião trata de uma praça lisboeta onde os habitantes metem as suas cuecas para secar no estendal. Enquanto que estendem a roupa, dançam ao fado, posto por um homem com um altifalante na varanda. Há um italiano que prefere ouvir a opera e que crê que os portugueses são bárbaros por causa do seu gosto musical.

Uma piada que se repete às vezes durante o filme é que as pessoas levantam umas cuecas e perguntam ao lojista “Ó Evaristo, tens cá disto?”. O lojista zanga-se e atira-lhes alguma coisa. Não sei porquê. Talvez tenha ficado chateado por causa da implicância por não ter cuecas.

 

*=This is true, I’m afraid. Predictive text knows me all too well.

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Comentário Sobre “A Doença, O Sofrimento e A Morte Entram Num Bar” de Ricardo Araújo Pereira

Escolhi este livro por causa do seu título que parece a primeira frase duma piada. O assunto tem a ver com como escrever textos humorísticos. O autor, tem uma teoria de que existem certos elementos – ou seja certas técnicas – comuns aos grandes escritores de cada época. Estes são os seguinte:

  • Opor uma coisa a uma outra para ver o contraste entre elas.
  • Imitar alguma coisa, como vemos no caso da sátira em que políticos são escarnecidos dia-a-dia na televisão.
  • Virar uma coisa de pernas para o ar (gosto muito desta frase!) para subverter as expectativas do leitor.
  • Aumentar uma coisa para ver quanto pesa, quanta graça, uma ideia pode suportar
  • Mudar uma coisa para outro sítio para surpreender o leitor com trocadilhos e jogos verbais.
  • Repetir uma coisa para fazer uma palavra quotidiana mais absurda por causa da repetição.

Daí a diante vou procurar estes elementos enquanto leio qualquer livro humoroso.

Finalmente, O Sr Pereira (que, convém assinalar, é um humorista português muito bem conhecido) dá as suas opiniões sobre do sentido de humor e o propósito do riso na vida dum ser humano. A sua conclusão é que uma gargalhada ajuda-nos a esquecer-nos do espectro da morte. Mas não podemos evitar a morte e por isso, afinal, o riso é inútil e o alivio não dura muito. “…talvez apenas durante o tempo que dura a gargalhada. Às vezes nem tanto.”

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The Porto Reporto – Epilogue

I have a couple more themes I’m going to write about my time in Portugal when I have a minute. At the time of writing, the text is uncorrected but they are on iTalki so I’ll be able to rewrite them in correct form later. Or maybe they’re all perfect. It seems unlikely, but as they say in Portugal…

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Humor – Portugal também já tem um vídeo para conquistar Trump

Mrs Lusk showed me this this morning. The guy doing the voiceover sounds very authentic. I don’t know who they got to do it.  (video *mostly* in English with Portuguese subtitles)

http://www.dn.pt/media/interior/portugal-tambem-ja-tem-um-video-para-conquistar-trump-5645581.html

—update—

Ooh look, a nice embedable version with a couple of minutes of introduction in Portuguese