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Another Crap Joke

I’m ridiculously proud of this even though I know it doesn’t really work. It’s from a twitter game called #nowReading where my friends and I try to make books with authors whose names seem appropriate. The only rule is you have to use real names, not just make up some silly surname. So you could do “Omar Salgado” but not “Anne Dorinhasemvoo” for example. I did one that got RTed at Neil Gaiman and I decided to follow it up with one based on his wife, and do the whole thing in Portuguese.

First of all, the title of the book is “What do you suggest I should buy for my wife who likes banana trees?” The author is Amanda Palmer or “A manda palma” which sort-of means “Send her a palm tree”.

Except it doesn’t. The grammar of “a manda” doesn’t really work – I think it should be “manda-lhe”. “Palma” needs and indefinite article, but even then, it doesn’t mean that kind of palm, it means the palm of a hand. So it should really be something like “manda-lhe uma palmeira”, but I don’t care, it makesme chuckle and that’s all I care about!

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O Pátio Das…

notebook_image_814938Pretendia escrever um comentário sobre o filme “O Pátio das Cantigas” mas depois de escrever “O Pátio das”, a programa de texto preditivo sugeriu aleatoriamente “Cuecas”* e pensei “hum… Porque não? Em vez de escrever um comentário verdadeiro, posso escrever um comentário sobre um filme imaginário”

“O Pátio Das Cuecas” é um filme a preto e branco, realizado por Francisco Roupainterior, em 1942. O guião trata de uma praça lisboeta onde os habitantes metem as suas cuecas para secar no estendal. Enquanto que estendem a roupa, dançam ao fado, posto por um homem com um altifalante na varanda. Há um italiano que prefere ouvir a opera e que crê que os portugueses são bárbaros por causa do seu gosto musical.

Uma piada que se repete às vezes durante o filme é que as pessoas levantam umas cuecas e perguntam ao lojista “Ó Evaristo, tens cá disto?”. O lojista zanga-se e atira-lhes alguma coisa. Não sei porquê. Talvez tenha ficado chateado por causa da implicância por não ter cuecas.

 

*=This is true, I’m afraid. Predictive text knows me all too well.

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Comentário Sobre “A Doença, O Sofrimento e A Morte Entram Num Bar” de Ricardo Araújo Pereira

Escolhi este livro por causa do seu título que parece a primeira frase duma piada. O assunto tem a ver com como escrever textos humorísticos. O autor, tem uma teoria de que existem certos elementos – ou seja certas técnicas – comuns aos grandes escritores de cada época. Estes são os seguinte:

  • Opor uma coisa a uma outra para ver o contraste entre elas.
  • Imitar alguma coisa, como vemos no caso da sátira em que políticos são escarnecidos dia-a-dia na televisão.
  • Virar uma coisa de pernas para o ar (gosto muito desta frase!) para subverter as expectativas do leitor.
  • Aumentar uma coisa para ver quanto pesa, quanta graça, uma ideia pode suportar
  • Mudar uma coisa para outro sítio para surpreender o leitor com trocadilhos e jogos verbais.
  • Repetir uma coisa para fazer uma palavra quotidiana mais absurda por causa da repetição.

Daí a diante vou procurar estes elementos enquanto leio qualquer livro humoroso.

Finalmente, O Sr Pereira (que, convém assinalar, é um humorista português muito bem conhecido) dá as suas opiniões sobre do sentido de humor e o propósito do riso na vida dum ser humano. A sua conclusão é que uma gargalhada ajuda-nos a esquecer-nos do espectro da morte. Mas não podemos evitar a morte e por isso, afinal, o riso é inútil e o alivio não dura muito. “…talvez apenas durante o tempo que dura a gargalhada. Às vezes nem tanto.”

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The Porto Reporto – Epilogue

I have a couple more themes I’m going to write about my time in Portugal when I have a minute. At the time of writing, the text is uncorrected but they are on iTalki so I’ll be able to rewrite them in correct form later. Or maybe they’re all perfect. It seems unlikely, but as they say in Portugal…

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Humor – Portugal também já tem um vídeo para conquistar Trump

Mrs Lusk showed me this this morning. The guy doing the voiceover sounds very authentic. I don’t know who they got to do it.  (video *mostly* in English with Portuguese subtitles)

http://www.dn.pt/media/interior/portugal-tambem-ja-tem-um-video-para-conquistar-trump-5645581.html

—update—

Ooh look, a nice embedable version with a couple of minutes of introduction in Portuguese

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A Carta

Londres 18 de Novembro de 2016

Donald Trump
Trump Tower
New Trumptown
United States of Trumpica

Excelentíssimo Senhor
Ora, ouvi nas notícias que o senhor será o próximo presidente dos Estados Unidos da America. Suponho que devo de lhe dar os parabéns, apesar de ter reservas fortes sobre a sua adequação para ser presidente ou até mesmo utilizar uma caneta. Infelizmente, esta folha não é suficientemente grande. Peço imensa desculpa.
Em vez de parabéns, deixe-me pedir-lhe que me dê um cargo no seu gabinete. Em contraste com o seu chefe de protecção do ambiente, eu entendo o aquecimento global. Em contraste com o seu secretário para a educação, tenho uma educação, e em contraste com o seu estratega, não sou um grande racista*.
Mas apesar destes impedimentos, acredito que seria um membro da sua equipa. Tenho sido eleito como deputado inglês tantas vezes como o Nigel Farage e isto facto deve de contar para qualquer coisa, não é?
Prometo que não sou um espião, mandado pela Rainha do Reino Unido para assassiná-lo e restabelecer os Estados Unidos como membro do Império Britânico porque a experiência com a democracia falhou. Quem? Eu? Não, não.

Espero receber a sua resposta rapidamente.
Os melhores trumprimentos
Colin

PS como pode ver, eu tenho todas as melhores palavras.

*=escrevi “gigante maligno racista” tradução de “huge evil racist” (racista=nome, gigante e maligno = adjectivos) mas infelizmente the need for Good Portuguese outweighed my love of Fine Phrases, and my marker didn’t like the double adjectives hovering around a noun that is – let’s face it – another adjective with ideas above its station.

160307-27-38-pm

 

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Os Painéis Publicitários

billboardsDurante a aula de hoje, havia um texto sobre painéis publicitários. Lembrei-me do poema “Song of the Open Road” (A Canção da Rua Aberta”) de Ogden Nash, o poeta e humorista americano

Decidi fazer uma tradução:

Acho que nunca verei
Um painel publicitário tão bonito como uma árvore
Talvez, a menos que caiam os painéis,
Eu nunca verei uma árvore

Em inglês:

I think that I shall never see
A billboard lovely as a tree
Perhaps, unless the billboards fall
I’ll never see a tree at all.

(em algumas publicações, a terça linha começa “indeed” em vez de “perhaps”)

3 verbs and I only got one of them right. Confusing conjuntivo weirdness blinded me to the obvious “just put it in the future tense” option!

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Onde Estamos Neste Livro?

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O Donald Trump anuncia a sua vitória na manha da terça-feira

Estou muito confuso. Perdi a conta de onde estamos no Livro de Apocalipse. Acho que entre a sexta e a sétima trombeta.

O sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve fortes vozes nos céus, que diziam:
O novo presidente
tornou-se nosso Senhor
e o homem cor-de-laranja reinará
para todo o sempre.

No próximo capítulo, a lua cairá do céu e os mares transbordarão, mas não faz mal, pelo menos não haverá uma presidente feminina.