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Instagram Language Challenge #IGLC

70272748_552544275556410_6700414021527998700_nTaking a break from the lizards today to compile Instagram posts I made as part of Lindsay Does Languages‘ Instagram Language Challenge in October, which I did to stretch myself. I tried to use some basic scientific vocabulary and write some more complicated sentences. It was quite good fun thinking of new stuff to write about, and I ended up doing refraction, buddhism, make-up and dinosaurs as well as some totally made-up bollocks that I just wrote for a laugh. Some have been corrected, others not. It’s a bit tough for people doing the corrections, I think. When I talk about how, before the horse was invented, all the idiomatic expressions involving horses had originally referred to dolphins, guinea pigs and other animals, I think serious-minded teachers must wonder whether I’m joking or just severely misunderstanding the meanings of the words and phrases I’m using.

I’ve also added all the new vocbulary into a Memrise deck so I won’t forget it all immediately

Day 1: Red

Day 2: Blue (The well it mentions, by the way, was repened after its refurbishment by John Bercow. Now if only I knew how to say OORRRRDDAAAAHHH in portuguese)

Bonus Blue

Day 3: Yellow

Day 4: Green

Day 5: Orange

Day 6: Purple

Day 7: Pink

Day 8: Gold

Day 9: Silver

Day 10: Bronze

Day 11: Black

Day 12: White

Day 13: Brown

Day 14: Grey

Day 15: Cat

Bonus Cat

Day 16: Dog

Day 17: Fish

Day 18: Rabbit

Day 19: Cow

Day 20: Horse

Day 21: Sheep

Day 22: Pig

Day 23 + 24: Snake/Mouse Crossover edition!

Day 25: Monkey

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O tema do dia 25 do #IGLC é #monkey / #macaco Vimos este livro na montra da livraria @alligatorsmouth . Acho que é baseado na história do macaco de pedra (também conhecida como "Peregrinação para o Oeste"). É uma lenda chinesa que gerou muitas adaptações. Quando estávamos na escola primária, eu e os meus amigos ficámos obcecados com a série japonesa lançada nos anos setenta. No primeiro episódio, o macaco (protagonizado por Masaaki Sakai) fez uma aposta com o Buda. O Macaco gabou de ser o melhor saltador no mundo mas Buda apostou que, se se sentasse na mão do Buda não conseguiria escapar do mão num único salto. Claro, o macaco pensou que isso seria uma obra fácil, portanto subiu até ao mão, e deu o salto mais alto de sempre. Voou até ao fim do universo, onde se deparou com cinco grande pilares. O macaco escreveu o seu nome lá, num pilar, pois queria vangloriar-se, e depois saltou de volta para o lugar onde deixou o Buda. O Buda ergeu a mão e mostrou o macaco os seus dedos. O nome do macaco era escrito lá, no dedo médio. Quando li esta história, fiquei interessado porque não sabia nada sobre o budismo, mas quando vi a série, gostei ainda mais porque, na série, depois de escrever o nome, o macaco fez xixi ao pé do pilar – ou seja, ao pé do indicador do Buda. Que fixe. Ao mesmo tempo, havia uma outra série chamado "The Water Margin" mas nunca ficou tão famoso quando o Macaco.

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Day 26: Elephant

Day 27: Lion

Bonus Lion

Day 28: Bird

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Lagartos Voadores

Second lizard-related post in a row. It’s a new theme…
Vislumbrei esta montra em Londres no passado sábado. Não parece, realmente, uma ave mas é uma forma bem conhecido: representa um fóssil dum dinossauro chamado arqueopterix (se não me engano, Arqueopterix é o nome do papagaio de estimação de Astérix o Galo, não é?). Arqueopterix era um dinossauro pequeno com penas em vez de escamas. É provável que voasse, ou seja esvoaçasse, de árvore para árvore. Apesar deste fóssil ter sido descoberto em 1861, não costumávamos pensar nos dinossauros e nas aves como primos até recentemente. O filme (e livro, não se esqueça!) “Jurassic Park” popularizou a teoria. Hoje em dia, os cientistas já averiguaram que até o poderoso Tiranossauro tinha penas. Imagine! Que segredo constrangedor: o rei dos lagartos armou-se em ferocidade mas todos os seus amigos, o brontossauro, o tricerátopo e o anquilossauro tomaram-no, e riram-se. “Olha” diz o estegossauro (os estegossauros eram brutos, realmente, pá) “Aqui vem uma galinha”. Pobre Tiranossauro

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Dialogue Coach

Spotting interesting ways of describing dialogue instead of just He said, She asked, He replied. These are from Vaticanum by Jose Rodrigues Dos Santos. I’ve just pulled the interesting lines out at random from an extended conversation about corruption in the vatican bank, in no particular order – in other words, they’re not supposed to form a coherent conversation on their own, so don’t even try.

250x“Mas isso não tem pés nem cabeça” explodiu a auditora

“Nunca poderemos ter a certeza” sublinhou

“Como”, admirou-se

“É essa o problema”, reconheceu ela

“Isso já eu sei” devolveu Tomás

“Como queira” retorquiu

“Ah bom”, aprovou o historiador

“Isso é uma chico-espertice indigna de gente séria e de uma instituição de bem” protestou

Tomas empertigou-se: “Como se explica que nada tenha mudado desde os tempos desse bandidolas do Marcinkus?” quis ele saber

“Que ladrão” exclamou ela, escandalizada.

“Isso não é resposta” contestou

“Não foi isso que eu disse”, precisou o português

“Irónico, não é”, observou

By the way, José Rodrigues Dos Santos is sometimes compared to Dan Brown, which is a terrible slur on the poor man, but I think the point of similarity is probably in the way he describes dialogue. Although he doesn’t go as far as “The famous man looked at the red cup”*, in his efforts to avoid pronouns, he seems to describe people in some slightly clunky ways. The dialogue will be peppered with “said the chief of COSEA” or “said the auditor” or “said the french woman” – and those are all referring to the same person and all in the same conversation between two people!

*=yes, I know DB never wrote this, Stewart Lee just made it up, but I wouldn’t put it past him.

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Cultura

Written Topic for CAPLE level [dramatic music] C1!

A cultura é uma rede de factores partilhados por uma comunidade de pessoas. Costumamos pensar de culturas nacionais, mas é igualmente correcto falar de culturas mais específicas tal como cultura de adolescentes, de um grupo étnico, ou aderentes de um desporto, por exemplo. Os valores, as histórias e o calão dão a todas estas comunidades as suas próprias culturas, e cada pessoa pode ter muitas culturas sobrepostas por causa de serem membros de muitos grupos.

Mais do que nunca, estamos em contacto com pessoas de outras culturas, na média tradicional (em filmes e séries, por exemplo) ou através das redes sociais. Cada vez mais, as pessoas podem explorar as culturas de outras (quer estrangeiro quer não), ouvir outras perspectivas e aprender mais sobre pessoas que, antigamente, olhávamos sem compreensão se os olhássemos de todo.

Ainda por cima, estamos na época de turismo, portanto temos oportunidades de conhecer outros países e as suas culturas pessoalmente, e isto leva-nos à importância da compreensão de outras culturas, sobretudo quando trata-se de intercâmbio com pessoas de outras países e grupos étnicos. Não quero dizer que temos que entender tudo sobre outras culturas mas é preciso lembrar que a nossa perspectiva não é a única e temos que ouvir o que os outros dizem. Ou seja, temos que manter os nossos olhos e ouvidos abertos e evitar cairmos na armadilha de sermos arrogantes.

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Dinossauro Excelentíssimo – José Cardoso Pires

250x

Esta edição deste livro é incrível. Tem capa dura, páginas de papel suave e muitas ilustrações bem coloridas. Dinossauro Excelentíssimo foi publicado em 1971, logo antes da revolução. A protagonista, o imperador é “astuto, diabo e ladrão” e claro que trata da ditadura portuguesa e da vida de Salazar (que tinha falecido no ano passado) mas naquela altura da vida da ditadura, a editora conseguiu publicar sem interferência.

O que mais gostei foram as últimas páginas em que o reino tem “duas caras”, o país verdadeiro onde o povo vive e trabalha e um mais limitado que consiste num presidente, a sua estátua, e a sua vaidade.

*Spoiler* Ao que parece, a morte não pode levar a história ao fim, e enfim o autor mesmo intervém.

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Politicamente Correcto

Questions posed after a lesson based on this video. Answers in blue.

1-o que achas do politicamente correcto

Acho que o politicamente correcto representa um experimento* que não correu bem. Claro está que existem um monte de palavras feias que as pessoas usam no dia-a-dia, que representam e reforçam modos de pensamento que prejudicam os direitos e o auto-estima de outras pessoas. Ainda pior, pode resultar em violência, contra as mulheres, contra estrangeiros e imigrantes, por exemplo. Vale mesmo a pena para pessoas de boa intenção evitar estas palavras porque não é necessário usá-las quando existem outras palavras melhores. Até certo ponto, politicamente correcto é igual a “ser bem educado”.

Mas claro está que hoje em dia, não é simplesmente uma questão de bom gosto ou respeito. Há quem queira mostrar a sua superioridade ao censurar mais do que qualquer outra pessoa. Vasculham os redes sociais para revelar os pecados dos seus inimigos, ainda que os inimigos são desconhecidos e os pecados imaginários. 

O Ricardo tinha razão quando disse que “a direita rejeita o politicamente correcto porque querem celebrar a estupidez e a esquerda apoiam-na porque querem proibi-lo.” (ou algo do género) mas acho que o problema ultrapassou estas categorias.

*I was told this should be “expressão” or “experiência” but I think either of those would change the meaning of what I was trying to say. That said, it’s possible that what I actually have said doesn’t make sense in portuguese culture.

2-achas que os músicos “sacam” mais gajas que os comediantes

Realmente não faço ideia. Espero que não. Os comediantes merecem mais.

3-qual é a situação das drogas no RU?

Ao contrário de Portugal, não temos uma política de tratar drogas como problema de saúde publica. Ainda é um assunto para a polícia, mas dado que os nossos serviços de polícia não tem orçamento suficiente, uso de drogas está a crescer. 

Além disso, assim como os EUA, queremos afastar o tabagismo da nossa sociedade e substituir o seu lugar de dependência de cannabis. Cá para mim, isso parece um erro. 

4- há temas tabus?

Depende do sítio. Por exemplo, Brexit é um tabu na sala de jantar (sobretudo na casa dos pais porque eles votaram sim) mas nas redes sociais, falo de brexit todos os dias!

5- como era normal antigamente ou no tempo? Faziam queixinhas?

Relacionado com este sujeito de politicamente correcto… não existia, mas a sociedade era  muito, mas mesmo muuuuiiiito mais racista do que hoje. Era uma cena diferente com racismo mais informal ou passivo, mas era por todo o lado (e o eu nos anos 80 não era inocente!). Não era uma cena boa. 

Não quero regressar lá. E pensei nisso quando o Ricardo disse que o politicamente correcto faz os idiotas parecem heróis da liberdade de expressão, mesmo que a “liberdade” que eles apoiam é liberdade de estar voltar ao comportamento ruim de antanho.

6- o que estás a achar?

Gosto bastante

(I actually wrote something else here because I didn’t understand what was being asked but it was just “what do you think of the video as a whole, not relating to the previous question?)

7- o que achas das pessoas que só elas é que podem dizer o que pensam

São hipócritas, sem dúvida. Ainda pior, sempre pensam que as suas opiniões são “factos” e os opiniões dos outros são baseadas em emoção e preconceito.

8- agora há informação sobre mais doenças. O que achas das pessoas que aderem aos produtos por moda, mas não por necessidade

A raiz é sempre vaidade ou sede de atenção.

9- o que achas das pessoas que criticam e julgam certos assuntos e situações só por não gostarem de algo

O que acho? Eu sou uma pessoa dessas! 

10- o que pensas das expressões usadas

Gostei da expressão “Benfica é merda” logo no final!

Obviously not what was being asked, but…

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Return of the Mackerel

A Portuguese friend left a comment on one of my Instagram posts today where I was bragging about my skills in (a) pumpkin husbandry and (b) soup wrangling.

“Armado em carapau de corrida!”

Which is like um… Armoured in racing mackerel. Or something.

This took a bit of deciphering but basically I think she thought I was showing off and pretending to be an expert. Fair enough. It seems to be a common expression but I’d never heard it before. There’s an explanation here.

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Maria Moisés – Camilo Castelo Branco

#UNCORRECTEDPORTUGUESEKLAXON

Este livrinho é um clássico, recomendado no plano nacional de leitura para alunos do nono ano escolar. Foi escrito em 1876, e por isso passa-se num mundo muito mais rígido e conservador do que o nosso.

A primeira parte conta a história de um amor malfadado entre dois jovens que dá em tragédia quando a rapariga engravida inesperadamente: o jovem é forçado a ir-se embora e viver em exílio, e a sua namorada dá a sua bebé à luz em segredo e logo depois ela morre e a bebé é perdido.

Na segunda parte, a bebé, que foi descobrido à beira dum rio por um pescador, já está crescida, e é ela que dá ao livro o seu título.

A história é melodramática e ligeiramente rebuscado, tal como uma telenovela, mas é divertida também, e claro está que o nível de vocabulário faz este um livro apropriado para estudantes na escola além de estudantes tal como eu!

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Serpentina – Mário Zambujal

Gostei muito deste livro, apesar de perder o fio à meada ocasionalmente. O enredo não é muito forte: desenrola-se em pequenas contas desarticuladas da sua vida. Não me lembrei quem era quem. Mas isso não importa muito. No final, parecia que o protagonista também tinha se esquecido!

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We Was Robbed!

I went on a misson to Hyde Park this morning to collect my exam certificate from the portuguese embassy. They won’t mail it, you have to go in person. I think I mentioned a few weeks ago that I’d been disappointed to only receive a “suficiente” and not a “bom”. The cut-off is at 70% and I felt like I’d done really well, so when I got the result I assumed I’d hit the high sixties and just missed it. Disappointing but not the end of the world.

So, fast forward back to today. The teacher handed me the paper and I could see the marks I got for wach of the four of the components. For three, I was in the 70-80 range, which would have been fine, but the written component – usually one of the easiest bits – was well below that level at a pitiful 20%.

Twenty!

I said to the guy that it was a bit difícil a acreditar, undermining my case somewhat by tripping over my tongue and making a ton of mistakes through sheer nervousness. My written work definitely isn’t bad enough to hit 20 per cent though. I probably made some errors, but I finished both pieces and they were decent enough. One of the things about the exam, though, is that each paper has a candidate number on it, not a name, and I suspect mine might have got switched with someone else’s. Either that or they meant to give me 200% but ran out of ink before the second 0. Either way, I’m definitely appealing the mark.