#UNCORRECTEDPORTUGUESEKLAXON
Este livrinho é um clássico, recomendado no plano nacional de leitura para alunos do nono ano escolar. Foi escrito em 1876, e por isso passa-se num mundo muito mais rígido e conservador do que o nosso.
A primeira parte conta a história de um amor malfadado entre dois jovens que dá em tragédia quando a rapariga engravida inesperadamente: o jovem é forçado a ir-se embora e viver em exílio, e a sua namorada dá a sua bebé à luz em segredo e logo depois ela morre e a bebé é perdido.
Na segunda parte, a bebé, que foi descobrido à beira dum rio por um pescador, já está crescida, e é ela que dá ao livro o seu título.
A história é melodramática e ligeiramente rebuscado, tal como uma telenovela, mas é divertida também, e claro está que o nível de vocabulário faz este um livro apropriado para estudantes na escola além de estudantes tal como eu!





Acabo de passar uma semana em França. Adorei mas havia um problema: Ainda que falasse francês muito bem quando era novo, muitos séculos vieram e passaram desde aquela época. Os meus livros vetustos empoeiraram e o meu cérebro enfraqueceu e endoideceu. Ainda por cima, tinha passado anos a ler, falar, escrever e ouvir em português. Por isso, cada vez que falava, palavras portuguesas a cairam da minha boca. juntamente com as francesas. O resultado: uma espécie de “Françugês”.


Um casal jovem está em fuga porque o homem cometeu um crime, e a polícia judiciária está à procura dele. Por isso, escondeu-se, com o bebé deles numa casa na terra do pai. Todos crê que esta casa é amaldiçoada. Muitas pessoas foram assassinadas lá, e os rumores dizem que a casa enlouquece qualquer pessoa que lá more. É isso mesmo que acontece, mas não me admirou: o namorado da mulher é um facínora. Chegou à casa com pouca comida mas com uísque suficiente, uma espingarda e cinco milhares de t-shirts (estou a exagerar mas não tanto assim…) com os logótipos de várias bandas fixes dos anos noventa. Portanto, quando o homem se enlouquece, ameaça a namorada e começa a atirar nos polícias não é nada surpreendente, nem chocante tal como a transformação do pai no “the Shining”.