It’s been a while since I posted any of those “Key Learnings” from lessons and I should probably do it more to give my crap memory a bit of a nudge to do its job. So here are couple of things I picked up from today’s Aula. They’re both really close near-cognates with subtly different meanings:
Consensual
This word looks like a straight-up cognate but it’s diverged slightly from the english meaning and stayed closer to “consensus” than “consent”.
É consensual no meio cientifica nao haver o direito de modificar o patrimonio hereditário da espécie humana.
…means something like “It’s agreed by everyone in the field of science that we don’t have the right to modify the human genetic heritage”
Presentear
This word obviously comes from the same root as the verb “to present” but it isn’t used in the positive sense – presenting people with gifts or medals, for example, only ironically in negative situations.
O objectivo é conseguir substâncias capazes de corrigir os efeitos com que a natureza vai presenteado os homens
…means something like “The objective is to find substances that can correct the symptoms with which nature has presented people”

Ouvi falar deste livro através dum canal de Booktube. Conta a história de dois homens – o Daniel e o Ricardo e um terceiro, o narrador. Ou seja, trata-se da vida do narrador e a sua relação com estes dois indivíduos. Os dois têm fundos e vidas muito diferentes, e acho que o narrador está à procura das causas da diferença. Pergunta-se, se fizesse algumas coisas diferentes, se as vidas dos amigos teriam sido melhores. A acção desenrola-se no Portugal de hoje, e os três sentem os efeitos do clima económica e social.
A minha filha tem 12 anos e está a estudar informática na escola. Quero ajudá-la mas é um daqueles assuntos que é ligeiramente difícil integrar na vida. Não a quero sentar numa cadeira e dizer-lhe “vamos filha! Vamos programar em Java!” porque não sou um psicopata.
Mas a nossa actividade preferida foi uma alteração que fizemos com o jogo “Life is Strange” (A Vida é Estranha). Descobrimos que era possível trocar os corpos das personagens mexendo em algumas coisas e alterando as opções na pasta onde ficam os ficheiros do jogo. Depois de algum tempo, o jogo estava pronto. As protagonistas – duas raparigas adolescentes – percorrem uma floresta. De repente, um homem com barba voa de uma árvore para outra. As raparigas não prestam a mínima atenção. Continuam. Então ouve-se uma explosão. Uma das raparigas leva um tiro. A outra vira-se e vê, na escuridão, o rosto do assassino: uma coruja com uma arma.
Não costumo ler livros brasileiros por causa das diferenças da gramática e vocabulário, mas tenho ouvido apenas boas coisas sobre essa escritora, e estamos no mês do dia internacional da mulher (os meus amigos do booktube chamam-no “Marco Feminino”) e por isso, pensei, “porque não ler alguma coisa diferente?”