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Interlude 3: Gentrificação e Turismo

É sempre fácil de esquecer que as forças que conduzem o crescimento e a mudança da nossa própria cidade agem em outras cidades porem toda parte. Por exemplo, notei ontem as diferenças entre as áreas de Lisboa onde há muitos turistas e onde não há nenhuns.
Algumas diferenças são positivas, claro: apartamentos, hotéis, lojas, tudo tinham sido renovados, mas outros aspectos na mudança são mais problemáticos. Por exemplo, sinais escritos em inglês*, lojas cheias de produtos horríveis, e há áreas da cidade onde o ambiente turístico fica tão chato que adivinho que um lisboeta não queira ir.
Os académicos que têm feito estudos da gentrificação dizem-nos que o processo dá benefícios a uma cidade, mas acho que, quando for acompanhado pelos turismos pode prejudicar o carácter da cidade. Neste caso a responsabilidade para evitar danos é com o governo local e com os turistas.

 

*=este frase foi disputada em italki. A minha resposta foi assim: Pode ser não queria dizer “sinais”. Estava a pensar em nomes da varias lojas, texto nas ementas e coisas deste tipo. Por exemplo, no meu blogue, mencionei este mercado, designado “Time Out Market” em vez de “Mercado da Ribeira” ou “Mercado do tempo a fora” ou qualquer nome portuguese.

time-out Alguns Lisboetas jantam lá, pois claro, mas parece um “tourist trap” e confesso que tomámos um almoço e um pequeno-almoço ali durante as nossas férias. Uma empregada disse me que uns clientes zangaram consigo porque não falou bem inglês. É normal que espaços deste tipo vai crescer numa cidade com muitas turistas, mas é saudável…? Hum….

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Férias Dia 4: Lisboa Menina E Moça 

Começamos o dia tarde mais uma vez. A Olivia teve uma aula de Japonês através do Skype. Correu bem. Entretanto, vou à lavandaria onde gastei 8€.

8€!!!

Após do pequeno-almoço fomos à Livraria. Era bué fixe. O tecto era muito alto e havia máquinas de impressão abaixo. Entretanto, o ar da loja era tipo “hipster” mas gostámos.

Depois, demos um passeio pelo centro comercial, a Mouraria (onde um jovem numa bicicleta tentou vender-me hashish, mas não me interessa). Subimos uma colina grande, e vimos a condução dos lisboetas. Utilizam buzinas em vez dos travões.

Afinal, depois do Castelo, das fotografias, dos empregados teimosos dos restaurantes turísticos, de tudo, chegámos ao restaurante Arco da Velha. Acho que aquele restaurante é um dos mais lindo que visitei na minha vida. O seu bacalhau com creme é óptimo, mas infelizmente, conforme com a Olivia o seu esparguete é uma merda. Mas não faz mal. Tivemos uma noite agradável.

https://www.instagram.com/p/BMCklHglNuO/

Hoje será o último dia de férias. Pretendemos ir ao Belém mais uma vez e atravessar o Tejo. O tempo vai estar quente e as raparigas têm vestidos de verão . Vai ser o melhor dia até já!