Ontem, tentei de almoçar numa restaurante de comida portuense mas descobri que tinha encerrado permanentemente. Fiquei desapontado. Uma boa amiga perguntou-me no Instagram se tenho ouvido falar dum restaurante que se chama Nandos onde se servem comidas tradicionais portuguesas. O texto que se segue foi a minha resposta. Fiz erros? (pois claro, sempre faço muitos!)
Sim, conheço. A empresa tem restaurantes por toda a parte. Mas não é muito tradicional. O dono é sul-africano e os empregados são raramente (quase jamais, na minha experiência) portugueses. Gosto muito mas não me dá a oportunidade de falar português, e não há muita variedade. Só vendem lá frango em várias formas com batatas fritas, piri-piri e quase nada mais. A principal contribuição dele à vida cultural do nosso país é que nos introduziu ao pastel de nata. Hoje em dia, muitos restaurantes copiam-no. O Nandos ficou muito popular entre os jovens porque a comida é boa e barata, e o ambiente parece um restaurante verdadeiro (ao contrário do KFC, por exemplo, onde se vende “fast food” (comida rápida???*)) A minha filha e as suas amigas adoram “a cheeky Nando’s” (“algo atrevido do Nandos”???) mas existem restaurantes mais pequenos em Londres onde os donos e os empregados são portugueses.
Teria sido mais educado simplesmente dizer “obrigado pela sugestão” mas aparentemente apanhei a oportunidade de escrever uma dissertação comprida sobre a história do Nandos no Reino Unido!
*=No: just “fast food”
Here’s the original Insta Post about a Porto restaurant in Islington which prompted this discussion.
Pretendia escrever um comentário sobre o filme “O Pátio das Cantigas” mas depois de escrever “O Pátio das”, a programa de texto preditivo sugeriu aleatoriamente “Cuecas”* e pensei “hum… Porque não? Em vez de escrever um comentário verdadeiro, posso escrever um comentário sobre um filme imaginário”
Hoje de tarde, fiz um prato novo, usando
Este livro é uma banda desenhada* que fala dum grupo de soldados no exército português, destacados numa missão no Senegal, numa manobra contra os rebeldes nos últimos meses da Guerra Colonial na Guiné. Enquanto que penetram** cada vez mais selva a dentro***, os seus medo e cansaço acrescentam, até atingirem um estado de paranóia. Existem vários episódios que proporcionam alívios cómicos, misturadas com horror. Por exemplo, um soldado raso**** se vangloria da sua grande sorte e imediatamente depois – ele pisa numa mina.