
Quando Querias Descobrir o AD, mas Acabaste por Descobrir o ADN


Espero que estejas a gostar da semana política. Acabo de ver este génio que nem sequer sabe o nome da ponte principal de Lisboa. Sabes por que é que ele fez este erro básico? A resposta está sob o vídeo.
Propriamente dito, não é um erro mas sim uma escolha. Para quem não saiba, a Ponte 25 de Abril foi construída antes da revolução dos cravos e naquela altura foi nomeada Ponte Salazar. Insistir em usar aquele nome é um bom indicador de que o orador sente uma nostalgia para a época da ditadura. O seu nome é José Pinto Coelho e é o presidente do partido Ergue-te. Já adivinhaste onde este partido se situa no espectro político? Dou-te uma pista: não é social democrata moderado.
(Thanks again to Cristina for pointing out the errors in the first version. This was post number 1666 on this blog so in honour of the Great Fire of London I should have burned it to the ground, really, but hi ho)
I wrote this a couple of days ago but the mistakes made were quite hard to unscramble because of the way I’ve ordered the examples, so it’s taken a while to lick it back into shape. Thanks to Cristina of Say it in Portuguese for helping me desenroscar esta merda toda, but if I’ve missed anything, that’s my fault, obviously, not hers.
Falhei em aprender a lição deste blog portanto tenho TPC: escrever uma frase com cada expressão. Gramática é chato e estou farto de exercícios. prefiro falar sobre o meu novo programa televisivo mas sou um bom estudante portanto vou resistir a este impulso e aderir ao plano. Vamos a isto.
Finalmente
No fim
No final
Por fim
No fim
No fim
Ao fim
No fim
Afinal
Enfim
No fim de contas
Que acham? Consegui cumprir o meu dever sem ficar distraído?

*Narrowly avoided writing “prejuizo” here. Schoolboy error! One of the best-known false friends, that one!
I made what I thought was a good pun today and then I realise that it was a variation on one I’d already heard and now I feel like a fraud.


You’d think I’d be used to it by now but I had a conversation about textbooks today and I kept having to remind myself that the books weren’t kept next to the baked beans.
Na sexta feira passada, fui ver um espetáculo do humorista Luís Franco-Bastos no Teatro Leicester Square. Acabou tarde e tive de imitar Fernão de Magalhães para chegar no meu covil porque parte da rede de transportes públicos estava com atrasos por causa dum acidente.

Mas valeu a pena! Gostei da sensação de ouvir duas horas de comédia e de entender quase tudo. Ao contrário do Manuel Cardoso, (cuja fala é composta exclusivamente de consoantes) Luís Franco-Bastos é um profissional treinado no uso de vogais também, o que torna as suas piadas mais fáceis de perceber. Havia anedotas sobre o seu novo carro, a sua tentativa de ser pai recorrendo à inseminação artificial, classes pré-parto, e os seus pais, entre outros assuntos. Perdi o fio à meada de vez em quando porque me fez lembrar cenas da minha própria vida, mas efetivamente, quando escutei com atenção, percebi tudo, até os palavrões (dos quais havia muitos!) e soltei umas boas gargalhadas, sobretudo quando imitou o treinador de pré-parto.
Gostaria de ver mais humoristas portugueses quando houver hipótese.
Thanks to Cristina of Say it in Portuguese for correcting the errors

Made this for Instagram but it seemed to fit here too.