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Quarantined in Babel

I seem to be doing a lot of language work since quarantine started. I’ll let you decide whether that’s a sign of how productive you can be while staying the fuck at home provided you also log the fuck off twitter, or a sign that I’m one of those people who insists on having a routine but that routine turns into an obsession. I’m getting up between 6 and 7 most days and running through some exercises on Duolingo before starting work. I’ve decided to start learning Scots Gaelic now, just because I fancied something a bit different and I’m from there. I’ve also been doing French to try and revive my dormant vocabulary, and that’s going quite well. The nipper is joining in with that one. I’ve even reversed my usual policy by having a crack at the Portuguese module: it’s mostly stuff I already know, even at the highest levels, but of course it corrects me when I write things in a European way and makes me write them in a Bolsonaro-approved stylee, which is exactly why I’ve always avoided it, but I feel like I’m at the stage now where I know the difference and won’t get muddled as a result. Oh but the accent though, fam. Valha-me Deus! Studying three languages simultaneously isn’t as confusing as I expected it to be. I’m finding my brain cam compartmentalise them fairly well.

Anyway, I might have got a bit competitive about it… I’ve lost and regained first place in my league 4 times today!

Oh and I’ve been learning the ukulele too. Classic case. LOOK AT ME I’VE GOT A ROUTINE!!! I’ll be taking up knitting next.

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O Vírus de Racismo

Acabo de escrever um texto sobre máscaras, mas é importante lembrar que uma máscara é proteção contra um vírus (para vocês e também para outros à vossa volta se já têm o vírus sem saber) mas literalmente qualquer outra pessoa pode estar infectada. Isso é importante porque às vezes agimos como se os chineses fossem os carregadores da doença. Lembrem-se, por favor que um chinês que mora no vosso país, e que não vem recentemente de uma zona vermelha tal como Wuhan, o Irão ou a Itália têm exactamente igual probabilidade de ter o vírus que eles têm vocês, nem mais, nem menos!

Mas a política de identidade envenena tudo, portanto deixem-me ser completamente nítido pois sei que há jovens tipo hipster que lêem as minhas opiniões: mesmo que seja importante não serem racista contra os chineses por causa disto tudo, é igualmente importante não os lamberem para demonstrar que não são racistas. Os Chineses na vossa cidade não querem ser lambidos.

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Máscaras.

Amanhã vou para Aylesbury, uma pequena cidade inglesa. Vou para lá todas as semanas. Recentemente comecei a usar uma máscara cirúrgica quando ando de comboio por causa da nova variedade do coronavírus. Existem poucos casos cá em Inglaterra e ainda menos lá em Portugal, mas na minha opinião, vale a pena termos precauções desde muito cedo no procedimento da doença para não a deixar espalhar-se. Claro, muitas pessoas olham-me como se fosse maluco e talvez tenham razão mas não me importo.

Além de usar uma máscara, é importante lavar as mãos com cuidado, sobretudo antes de comer.