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Have I Mentioned How Much I Like Comics?

I think I’ve banged on about comics a few times, mainly in the page I wrote about the best Portuguese graphic novels.

Just to show it’s not just me though, I can testify that my daughter, who has just started A Level French, and is a big fan of the Walking Dead video game series, has been getting just as much out of the French version of the Walking Dead graphic novel series as I got out of the Portuguese ones. She’s only a couple of volumes deep but she’s already better able to unravel complicated sentences, recognise new vocabulary that has come up before, and read out loud. I’ve been nagging her for ages to try the Astérix books but they’re not something that appeals to her and I’m glad she’s found her way to a series that suits her.

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Os Lusíadas em Quadrinhos

(NB – this is the right title of the book but it’s Brazilian, I think. European Portuguese would write is as “Quadradinhos” or just “Banda Desenhada”)

Os Lusiádas Em Quadrinho (Luís Vaz de Camões, Fido Nesti)

Estou a preparar-me para cumprir um desafio que planeei no início do ano. Estabeleci como objectivo ler os Lusíadas de Camões em 2020. Antes de começar, ando a preparar-me para o sofrimento que tenho pela frente (ah ah, estou a brincar, mas ouvi falar que o poema nacional dos portugueses é… Como se diz… Uma grande seca…?) Ainda por cima, existem montes de obstáculos: a ortografia desconhecida, a língua poética, e a falta de conhecimento das personagens.

Este livro é um dos métodos de preparação. Trata-se de uma banda desenhada baseada nas palavras do poeta. Não se conta a narrativa inteira, só 4 cenas: a história de Inês de Castro, o episódio do Velho do Restelo, a lenda do gigante Adamastor e a chegada na ilha dos amores.

Para o meu propósito, dá algum jeito, mas é muito limitado: quem (tirando eu) precisa de 40 páginas de versos originais, sem alterações nem piadas. Ou conta a historia inteira ou vai para o outro extremo e faça uma BD humorística

Ah, e porque é que Vasco da Gama parece o Capitão Haddock? Hein?

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O Impaciente Inglês – Opinião

10714000_10152588508807701_3893736958200846262_o É difícil saber como descrever esta banda desenhada bilingue. Tem os ossos de uma história interessante, com elementos históricos e míticos, mas não sei porque o autor decidiu fazer do protagonista o “Super Pig”. É como se tivesse transplantado uma história do Bryan Talbot ou o Neil Gaiman para um livro do Garfield.

Mas apesar disto tudo, gostei do livro. É divertido, imprevisível, o enredo é bem diferente, complexo e não há nada de estereotipo.

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O Outro Lado De Z (Nuno Duarte)

notebook_image_1040017Hmmm, há muitas coisas para apreciar neste livro: a arte, as personagens, as asneiras… Mas no fundo, a história não faz sentido e deixou-me insatisfeito. Já li uma outra BD do mesmo autor e tive o mesmo problema: o gajo deve de ter mais trabalho em planear o enredo.

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É de Noite que Faço as Perguntas

12680196Quatro anos depois da primeira tentativa, li este livro pela segunda vez. Estou a fazer um projecto de aprender a história portuguesa, portanto, conheço os acontecimentos recontados e tudo fez muuuuuiiiito mais sentido! Antigamente, ficava confuso, mas agora, fico impressionado!
O livro foi publicado para comemorar o centenário da república. Os autores defendem as realizações da primeira experiência de democracia, por mais imperfeito que fosse, para apagar a mancha de analfabetismo e modernizar o país.
A historia é contada pela voz dum homem que vive durante o estado novo. Está a escrever uma carta ao seu filho, que descreve a sua vida como criança logo no inicio da primeira república portuguesa, nos anos antes e durante a grande guerra e, logo depois, anos turbulentos nos quais o poder mexeu-se de uma extremidade para a outra numa serie de golpes e revoluções e a sombra de autoritarismo aproximava-se a pouco e pouco.

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“Watchers” Luís Louro

42102105Uma grande amiga minha ofereceu-me este livro e eu nem sequer conhecia o autor antes de o receber. É uma banda desenhada. A arte é muito gira com muitas piadas visuais, escondidas nos pormenores. A história parece o enredo de um episódio perdido da série “Black Mirror”.

Gostei bastante, se bem que o final deixou-me insatisfeito. Não posso dizer o porquê sem dar spoilers, mas… hum, não sei. Acho que é descabido. Existe uma “versão B” do mesmo livro que tem um desenlace diferente e se calhar isso seria melhor…?

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Opinião: O Baile (Nuno Duarte e Joana Afonso)

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O Baile é uma banda desenhada portuguesa. Ouvi falar dele há algum tempo quando pedi uma amiga para sugestões de quais escritoras portuguesas vale a pena ler. Um dos dois autores do Baile é feminino. O enredo é uma história dum agente do PIDE nos anos sessenta. Chega numa aldeia à beira do mar para investigar uma desaparecia. O que encontra durante o percurso da investigação mostra que nada é como parece. O povo da aldeia está sob ataca cada lua cheia por um exercito de mortos-vivos que vêm das ondas e raptam quem possam. Toda a gente culpa uma mulher (há sempre uma mulher que traz todas as problemas, não há?) mas a verdade é muito diferente. É interessante e arrepiante mas podia ser mais comprido para deixar o enredo se desenvolver melhor.

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Booktube Roundup

I have a few portuguese youtube channels about books that I watch on a more-or-less regular basis these days: AOutraMafalda, CreepySantos, TiagosWorld, CatInTheNet and the newest, BooksAndBeers. As I mentioned before, listening to videos and podcasts about a subject you’re interested in is usually more engaging than listening to boring aural comprehension exercises or news programmes or whatever, and I often hear about interesting-sounding books, which is a bonus.

Recently, a couple of them have suggested a tag about endorsing Bandas Desenhadas (comics, graphic novels) and since I haven’t done much speaking lately I thought I’d join in. The result is below. It’s pretty horrible. I had a good feeling about it to start with and thought I’d be pretty fluent but in the end it’s about 50% composed of me going “ummmm… ahhhhh…..” and looking at the cieling. When I do speak, I use the wrong tense, the wrong verb, mismatched adjectives… ugh! It’s a right old mess. I’m going to do more of these though precisely because I am so shit at it.