Hoje de tarde, fiz um prato novo, usando uma receita que encontrei num site. A receita foi inspirada na gastronomia da ilha da Madeira. Vou rescrever a receita aqui com mudanças no tempo verbal, vocabulário e estrutura:
Colocar dois filetes de peixe espada num prato e salpicá-los com sumo de limão, um dente de alho picado, sal e pimento. Deixar os filetes tomarem gosto. Entretanto, partir um ovo e metê-lo numa tigela. Encher uma segunda tigela de farinha de trigo ou farinha de coco. Aquecer um pouco de azeite numa frigideira. Descascar as bananas e cortá-las em comprimento*.
Levar os filetes de peixe da marinada e colocá-los na farinha e depois passar pelo ovo. Imediatamente, colocá-los na frigideira. Fritar os peixes** rapidamente até que fiquem dourados. Deixá-los escorrer num guardanapo de papel absorvente. Repetir este processo com a banana.
Finalmente, colocar os filetes num prato de servir e por cima de cada um, dispor um pedaço de banana.
*= The recipe actually said “ao meio no sentido com comprimento” (“…in half, lengthways”) but native speakers dissed that so maybe it’s a regional thing…?
**=Plural, plural: Fry the fishes, not the fish!
Este livro é uma banda desenhada* que fala dum grupo de soldados no exército português, destacados numa missão no Senegal, numa manobra contra os rebeldes nos últimos meses da Guerra Colonial na Guiné. Enquanto que penetram** cada vez mais selva a dentro***, os seus medo e cansaço acrescentam, até atingirem um estado de paranóia. Existem vários episódios que proporcionam alívios cómicos, misturadas com horror. Por exemplo, um soldado raso**** se vangloria da sua grande sorte e imediatamente depois – ele pisa numa mina.
Mais política – peço desculpa! 🙂