
A minha filha, a minha bebé, a minha abóborinha, já não está tão pequenina. Hoje em dia, prefere um CD de música rock em vez de se vestir como princesa.
Recentemente, pediu algumas vezes se podia renovar a decoração do seu quarto. Ora bem, vivemos aqui desde 2005 (dois mil e cinco) mas ainda não redecoramos. Por isso, consenti. Durante as férias da Páscoa, estamos a pintar as paredes, o tecto e a porta. Na segunda feira, passámos o dia inteiro a esvaziar o quarto. Levámos os livros, deitamos fora o lixo (3 sacos grandes!) e passámos a cama até ao centro do chão. Ontem, aplicamos uma camada de tinta. Hoje, não podemos fazer nada, mas amanhã, hemos de pintar a segunda camada. Depois, vamos pintar a porta e a madeira.
A madeira vai estar escarlate, uma parede preta e o resto amarelo claro. Finalmente, o quarto vai se encher novamente com móveis e as paredes com fotografias de rapazes bonitos com guitarras eléctricas e penteados fascinantes. O meu cargo, como pai já será cumprido.
Thanks Sophia and Giovanna for help with the corrections

A minha filha tem estado num “reading slump” (ouvi adolescentes portugueses a usar esta frase inglesa – adivinho que não há equivalente em português…?) nos meses passados. Como muitas raparigas da sua idade, frequentemente escolhe o telemóvel com as redes sociais e vídeos em vez dum livro e, por isso, não tem lido muitos livros neste ano.