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More Deolinda Fanboying

 

I came across a song I’d never heard on Youtube by Deolinda and it’s fantastic! Lyrics here if you need them.

According to Wikipedia:

A canção Parva que Sou, estreada nos quatro concertos feitos nos Coliseus de Lisboa e Porto, em Janeiro de 2011, foi imediatamente considerada um hino de uma geração.[17]

O tema “Parva que Sou” inspira o movimento “Geração à Rasca” que no dia 12 de Março de 2011, realiza as maiores manifestações não vinculadas a partidos políticos desde a Revolução dos Cravos.[18]

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Amor De Livros

notebook_image_774967A minha filha tem estado num “reading slump” (ouvi adolescentes portugueses a usar esta frase inglesa – adivinho que não há equivalente em português…?) nos meses passados. Como muitas raparigas da sua idade, frequentemente escolhe o telemóvel com as redes sociais e vídeos em vez dum livro e, por isso, não tem lido muitos livros neste ano.
Contudo, recentemente, tudo isso mudou. Alguém disse-lhe que há de experimentar “A Court Of Thorns and Roses” de Sarah J Maas. Agora, ela está completamente viciada na série. Ontem, apenas 50 páginas não foram lidas* e eu disse-lhe “só termine este capítulo e então desligue o candeeiro”. Mas hoje, quando acordei-a, perguntei “quantas páginas faltam agora?” ela respondeu “hum… Pai, já acabou. Comecei o segundo livro.”
Ela permaneceu acordada até duas horas de manhã e até subiu um tamborete para atingir a sequela** (que era por cima dum estante alto porque ela soube que havia um “spoiler” na capa dela). Finalmente acordou a sua mãe para discutir o argumento e as personagens, e a mamã, muito cansada, disse-lhe para não fazer asneiras e voltar para cama imediatamente!
Fico contente de ver que ela voltou a ler mas espero que não perca o sono e não esteja cansada na escola por causa do seu novo entusiasmo!

 

*=I tried “deslidas” for “unread”. Computer said no.

**=Apparently this sentence is a bit of a mess but I don’t have a better one, so…Anyway, she climbed on a stool to reach the sequel

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Viriato

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Nuno Tavares Obra do próprio CC BY-SA 2.5

Viriato (em latim: “Viriatus”) foi um líder dos lusitanos que se opôs aos romanos no século II antes de Cristo. Sob a sua liderança, os lusitanos, (naquela altura, a mais poderosa nação da Hispânia) infligiram muitas derrotas no exército de ocupação. Era um herói nacional tal como a inglesa Boudicca (em latim “Boadicea”), o alemão Hermann (em latim “Arminius”) ou o francês Astérix (em latim “por Júpiter, deixa de bater-me!”)
Eventualmente, dois companheiros do Viriato tornaram-se traídores e assassinaram-no. Sem a presença do Viriato, os romanos foram capazes de cumprir a sua campanha para anexar a península ibérica.
Segundo o Diodoro (e confesso que vou colar esta frase da Wikipedia) “Enquanto ele comandava ele foi mais amado do que alguma vez alguém foi antes dele.” e até hoje em dia, existem muitas estátuas dele em Portugal e Espanha.
Eu pesquisei o nome de Viriato por causa de uma canção dos Deolinda*, que se chama “Berbicacho”. A letra trata de um homem chamado “Viriato”. Não percebi porquê. E apesar de ter feito uma pesquisa, ainda não faço ideia. É muito esquisito.

*=Já mencionei que os Deolinda são a minha banda preferida? Dois milhões de vezes? Ah, peço desculpa.

 

Thanks to Nini for helping me correct the errors in this one. He also gave the opinion that the name Viriato was chosen by the songwriter more for its sound than for any historical connection. Link to a track-by-track description of the album here.

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AC/DC

While researching Portuguese national hero Viriatus (I’ll post about him later… Ooh, nice teaser, eh?) I noticed the Wikipedia entry gave a date as 147 a. C. That prompted me to wonder whether it meant AD or BC.

BC, apparently. It’s short for antes de Cristo. And its now 2017 d. C. (depois de Cristo).

(Update – I changed the article to match the correct AO spelling. “a. C.” and “d. C.” take a lower case first letter and upper case second letter and even the space between the first dot and the C is obligatory!)

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A Célula Adormecida

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Comentário Sobre “A Doença, O Sofrimento e A Morte Entram Num Bar” de Ricardo Araújo Pereira

Escolhi este livro por causa do seu título que parece a primeira frase duma piada. O assunto tem a ver com como escrever textos humorísticos. O autor, tem uma teoria de que existem certos elementos – ou seja certas técnicas – comuns aos grandes escritores de cada época. Estes são os seguinte:

  • Opor uma coisa a uma outra para ver o contraste entre elas.
  • Imitar alguma coisa, como vemos no caso da sátira em que políticos são escarnecidos dia-a-dia na televisão.
  • Virar uma coisa de pernas para o ar (gosto muito desta frase!) para subverter as expectativas do leitor.
  • Aumentar uma coisa para ver quanto pesa, quanta graça, uma ideia pode suportar
  • Mudar uma coisa para outro sítio para surpreender o leitor com trocadilhos e jogos verbais.
  • Repetir uma coisa para fazer uma palavra quotidiana mais absurda por causa da repetição.

Daí a diante vou procurar estes elementos enquanto leio qualquer livro humoroso.

Finalmente, O Sr Pereira (que, convém assinalar, é um humorista português muito bem conhecido) dá as suas opiniões sobre do sentido de humor e o propósito do riso na vida dum ser humano. A sua conclusão é que uma gargalhada ajuda-nos a esquecer-nos do espectro da morte. Mas não podemos evitar a morte e por isso, afinal, o riso é inútil e o alivio não dura muito. “…talvez apenas durante o tempo que dura a gargalhada. Às vezes nem tanto.”

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The Porto Reporto – Epilogue

I have a couple more themes I’m going to write about my time in Portugal when I have a minute. At the time of writing, the text is uncorrected but they are on iTalki so I’ll be able to rewrite them in correct form later. Or maybe they’re all perfect. It seems unlikely, but as they say in Portugal…

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The Porto Reporto – Part 3

16230406_1065981440214853_7811550234357530624_nO domingo no Porto começou mais cedo do que o sábado. Acordámos às 8:00 e comemos o pequeno almoço no hotel. A Olivia e a Catarina visitaram a Livraria Lello e passámos a manhã a fazer compras turísticas. Também atravessemos o Rio Douro na Ponte Dom Luis I. A vista da Ponte era maravilhosa.

 

 

 

16464763_1937685976454696_2901759907533422592_n1Enfim, chegou o tempo para voltarmos ao aeroporto. O peso das nossas malas quase dobrou por causa dos livros (comprei doze e a Catarina mais dez) e outras lembranças das nossas férias. O taxista conduziu mal, mas não me importei. Costume da condução horrível dos taxistas portugueses. Tentei aproveitei a ultima oportunidade de falar português mas não consegui de pensar em muitos assuntos além do tempo e dos sinais. Esta situação mudou quando aproximamo-nos do aeroporto. Ora, o aeroporto do Porto tem o nome do ex-presidente Francisco Sá Carneiro. O Sr Carneiro morreu num acidente de avião em 1980. A serio, não é uma piada: o nome do aeroporto comemora um acidente de avião! Aqueles portuenses tem um sentido de humor muito esquisito!

16464017_1316807545071605_3484120059410907136_nExistem varias teorias sobre este acidente. Algumas pessoas crêem que o Sr Carneiro foi assassinado pelos americanos porque opôs-se à presença americana nas ilhas portuguesas. A minha esposa é uma delas. Outras pessoas afirmam que o verdadeiro assassino foi Mário Soares (o politico que morreu em Janeiro deste ano). O taxista subscreveu a este teoria.
Um debate acalorado começou. Não contribuí.
O Voo correu bem (mas estava assustado de qualquer maneira). Chegámos muito atrasados e apanhamos mais um táxi. Este taxista declarou o seu apoio ao Brexit e para o governo de Donald Trump
Mais um debate acalorado começou. Neste caso, contribuí muito mas infelizmente só em inglês.

 Epilogue

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The Porto Reporto – Part 2

16465651_1244432262310160_8144093076592263168_nO Segundo dia na cidade invicta começou tarde. Quando descemos as escadas, o pequeno almoço já tinha acabado mas uma camareira simpática trouxe-nos café e pasteis. Depois, a Catarina e a Olivia foram a uma loja de roupas e eu andei entre as varias livrarias a procurar livros interessantes e fáceis para ler. Por causa de estar sós, consegui praticar a minha “produção oral”. Fiz perguntas sobre os livros (um velho dono dum livraria de segunda mão zangou-se quando pedi-lhe falar mais devagar se faz favor… ups!), falei sobre as cores e tamanhos de calças de ganga no “C&A” (uma verdadeira surpresa: todas as lojas de C&A inglesas fecharam há anos!) e pedi direcções para o correio (enfim, o correio estava fechado mas havia uma máquina onde comprei um selo).

16464724_604731859711791_5670882046621253632_n1Passámos a tarde juntos a explorar a cidade. Almoçámos num mercado antigo, que tinha sido convertido num centro de artes. Experimentei uma francesinha (salsichas, carne de bife e fiambre dentro de qualquer tipo de massa, coberto de queijo e regado com molho picante….) e achei bom.

 

 

16465495_228477130947396_834039269713510400_nNaquela noite, fomos ao Coliseu do Porto para assistir um concerto dos Deolinda. A – DO – REEEEIIII!!!! A cantora, Ana Bacalhau é muito simpática, as suas contas foram engraçadas e claro a música foi perfeita. A minha esposa, que não os conhecia ficou um fã, e até a Olivia (que não ouve música além da banda sonora de “Hamilton” hoje em dia, e quase não fala português nenhuma) gostou muito do espectáculo.

 

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Após do concerto, estava a chover a cântaros. ficamos debaixo do abrigo do coliseu até a que chuva melhorou um pouco, então andamos até ao hotel, comemos sandes mistas e adormecemos.

Day 3 – >