
Isto é um lembrete da altura em que a frase “não há razões para estarmos* alarmados**” foi usada nos dias ainda mais escuros do que os actuais, e quando os Estados Unidos tinham um presidente melhor. Estou mesmo maravilhado com os escritores e jornalistas que trabalharam juntos durante a Segunda Guerra Mundial para manterem o povo motivado, apesar de que alguns exemplos já parecem doutro planeta. Claro que isso é propaganda e hoje em dia parece-nos algo sinistro mas… Ora, nos anos quarenta*** foi muito importante que todos trabalhassem juntos.
*=I originally wrote “estar” which is what Público uses in its news report but Sophia assures me Público slipped up and it should be infinitivo pessoal.
**=Se não ouviu dizer disso, a frase “no need for alarm” refere-se a esta historia nos jornais http://www.dn.pt/mundo/interior/londresatentados-trump-critica-reacao-de-presidente-da-camara-de-londres-8534412.html
***=Actually should just be a 40 but I like writing out the words, if ony because it helps me to rememberhow to spell them!
Mais política – peço desculpa! 🙂
Esta vista é a mais trágica do meu fim de semana. Como mencionei há uns dias, um par de melharucos azuis fizeram um ninho na casa de pássaros na nossa horta. Infelizmente, quando lá cheguei hoje encontrei a caixa no chão na esquina oposta do lote. Apanhei-a e vi umas marcas de dentes na entrada. As formigas invadiram-na, então quando a abri e espreitei lá dentro, vi as penas azuis e amarelas no cadáver do passarinho. Acho que uma raposa encalhou sob* a cerca e arrastou-a para baixo a caixa para obter uma refeição. Por um lado, eu sei que é algo natural – “natureza rubra nos dentes e nas garras” mas por outro lado, sinto-me triste porque a morte do passarinho podia ter ser evitada se tivesse situado a caixa mais alta do que um metro e meio.