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Latest Musical Obsession

I’ve got obsessed with this song by Márcia (she’s the one in the video I posted a couple of weeks back). I don’t like this one as much, but it has a hidden secret: it has a Spanish pronoun (“Usted”) in it for no reason I can fathom. It isn’t needed for a rhyme, and no other Spanish words appear in it. She uses a more conventional “você” in a different verse. It’s well random. It’s as if an anglophone singer just decided to say… Oh I don’t know – “Though I put you on a pedastal, they put vous on the pill”

Anyway I made a translation (not a good one, I think) to try and get to grips with it to understand why, but I’m none the wiser.

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Tradução – The Skin that’s on Me

I had a go at translating the song I mentioned the other day. It’s very hard to translate, even if you know the words because it’s written in quite a poetic, allusive way, so I hope it’s not too awful…

When the day was ending
And your body touched
A part of mine
A dance awakened
And the sun appeared,
became enormous
And in an instant wiped out
The calm of the sky

And the calm that was waiting inside me
The desire unaccounted following the end
Was in a look it gave you
And your singing changed
And your body on mine
A braid caught
And the blood cooled
And my foot touched the earth
My voice whispered
My dream died

Give me the sea, my river, my path.
Give me the empty bedroom of my house
I’ll leave you in the snare of your talk
About the skin that’s on me
You don’t know anything

When the love ended
And my body forgot
The road it was going on
In the depths of yours
And the moon went out
And the night fell silent
The cold depth of the sky
Came down and stayed.

But the pain no longer lives in me
It’s passed, I used it up
Beyond the end
It’s time to go
It’s the price of love
To go back to living
I dont feel the taste,
The sweat, the dread
Of the heat of your embrace
Of your blood blooming
I don’t want to know

Give me the sea, my river, my road
My empty boat in the morning
I’ll leave you in the cold of your speech
In the shock fall of the voice
When the talking finally stops

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Segredos da Língua Portuguesa (Marco Neves) #1

O primeiro capítulo do livro “Doze Segredos Da Língua Portuguesa” de Marco Neves é a sua tentativa lidar com a problema difícil de “saudade” e, mais geralmente, de palavras não traduzíveis.

O seu argumento é que esta questão nunca se trata de palavras literalmente intraduzíveis. Para elucidar este ponto de vista, há duas linhas de pensamento*. Por um lado, é sempre possível, traduzir qualquer palavra mas pode-se precisar de uma frase, ou pelo menos precisar que acrescente um adjectivo. Por outro lado, há muitas palavras aparentemente fáceis que se tornam, quando pensarmos nelas, mais complicadas. Quando um alemão diz “pão” em vez de “brot”, achamos que o entendemos, mas a imagem na sua mente é de uma comida escura e pesada, feita de centeio. Não é a mesma coisa do que o que está na cabeça dum ouvinte inglês ou português, e por isso, podemos dizer que é um tradução fiel?

Eu não tenho paciência para isso, mas afinal, chegou à conclusão certa. O que estas palavras nos dizem é: quais são os conceitos específicos que a gente se sente o suficiente que valha a pena inventar uma palavra especifica para não ser prolixo.  No final do capítulo, o autor dá muitos exemplos bonitos de tais palavras intraduzíveis de várias línguas.

 

*=originally “ataque” but apparently portuguese arguments don’t have lines of attack, the reasonable, fair-minded bastards!

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Contos de “Laços de Família” (Clarice Lispector)

36436062Lusófonos, desculpem-me. Cometi um crime muito grave. Li um livro de Clarice Lispector…. traduzido em inglês! Ai que vergonha! Eu sei, eu sei, não mereço misericórdia.
É um livrinho de quarenta e nove paginas que contém três contos. Comprei-o porque tinha um cartão de oferta de dez libras, mas o livro que queria custava nove libras. Restava uma, e por acaso, havia uma estante com livrinhos que custavam exactamente uma libra. Pumba! Comprei.
Os contos parecem muito bom. Contam histórias de mulheres que se encontram a fazer uma descoberta de algo importante – ou seja uma epifania – sobre elas próprias. Lembram-me de livros de existencialismo, tal como “O Estrangeiro” de Camus. Infelizmente, a tradução é completamente horrível. Havia muitas palavras esquisitas que não se encaixam nas frases em que se encontram. Às vezes, tornou-se ridículo. Por exemplo a frase “Junto dela havia uma senhora de azul, com um rosto” é traduzido literalmente. Fiz uma pergunta sobre isso porque fez me soltar uma gargalhada, e um brasileiro simpático explicou que provavelmente é uma expressão idiomática que significa “resoluta” ou “com bravura” (equivalente de “com peito feito” em português europeu, acho eu). Mas existem muitos exemplos de frases menos ridículas que dão a impressão, sobretudo, de ter sido escrito por alguém que não fala inglês como nativo. Claro, isso não é um crime – todos nós tem os nossos próprios desafios com as nossas línguas escolhidas, mas não é normal para uma tradutora literária.
Pesquisei a tradutora: É americana e ensina literatura comparativa Ganhou prémios. Hum… Ora bem, talvez o mundo discorda comigo mas… Não vou comprar mais livros traduzido pela mesma pessoa!

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Defeitos dos Romances Ingleses – Cyril Connolly

This is an attempt at translation. The original is so spongey though, and I couldn’t even bring myself to ask someone to correct it for me, so I am blowing the #uncorrectedportugueseklaxon

Defeitos dos Romances Ingleses – Cyril Connolly (De “O Parquinho Condenado”)

Existem três, gigante, quase irremediável:

1. A Magreza de Matéria

IMG_20180128_53624A vida inglesa é, no maior parte, sem aventura e sem variedade. Noventa por cento dos autores ingleses vêm da classe média; as experiências de qual ambos sexos podem levar inspiração limitam-se ao três ou quatro – uma juventude quieta, uma educação numa escola privada, uma universidade, alguns anos em Londres ou as províncias para ganhar uma profissão uma esposa, uma casa e umas crianças: matéria para um livro, talvez, que as editoras, e a precisa de se manter si mesmo, esticam até ao três ou quatro. Um sistema rigoroso de classe lança uma manta por cima de qualquer tentativa para aumentar estes limites. Um inglês típico da classe média simplesmente não consegue compreender bóxeres, gângsteres. tascas, negros, e até se puder, achá-lo-ia completamente sem a força e sem o cor do equivalente americano

2. A Pobreza de Estilo

Existem apenas dois métodos de escrever um romance em inglês, um por usar o estilo bastante inteligente e ligeiramente acadêmico da classe média, um estilo que depende, para a sua força, da combinação do adjectivo com o nome – ou do dois adjectivos com o nome:

“Com o seu olho esperto e profissional, Mr Cardan achou que pôde detectar, na expressão do seu hospedeiro, certas sintomas mal perceptíveis de incipiente embriaguez.”

Este estilo é o instrumento típico da ficção inglesa e tem um grande preciso de sintonizar-se. O outro tenta evitar a atitude de Oxford, conscientemente intelectual, por método de simplicidade extrema. E.M. Forster, David Garnett, Dorothy Edwards escrevem nesta maneira, mas noutras mãos, torna-se facilmente caprichosa e timida. Romances ingleses parecem estar completamente encadeado a estas duas formas literárias. Não há qualquer lingua franca que corresponde com o robusto estilo coloquial dos Estados Unidos, que não é o calão dos criminosos e contrabandistas tanto quanto o discurso vigoroso e ativo das jornalistas e escritores de publicidades que escrevem tantos dos melhores romances americanos. Nós, contudo, não temos romances nenhuns em ingles falado tal como o “Sweeney Agonistes” de T.S. Eliot.

3. A Falta de Poder

Isso custa-me muito a definir mas quero dizer uma falta de poder intelectual e de domínio da situação, qualquer maturidade (tal como se encontra em todos os romancistas grandes, ainda que sejam tão diferentes como o Tolstoy e o Henry James), e de poder de narrativo, de impacto, concisão e sentido dramático. Este é a falta mais grave dos autores ingleses – quase nunca se encontra um vestígio desse nos escritores mais novos, embora fiquemos boquiabertos por causa dele nos contos mais compridos do Maugham, por exemplo. Acho que um razao pela ausencia é que os autores ingleses nunca estabelecem uma relação com o leitor que chama respeito. Os escritores americanos, Hemingway, Hammett, Faulkner, Fitzgerald, O’Hara, por exemplo, escrevem instintivamente para homens dos seus próprios idades, homens que desfrutam as mesmas coisas. “Olha, andes devagarinho, nao percas isto!” parecem dizer, “Isto vai te interessa – talvez tenhas visitado o mesmo sítio, ou talvez também a mesma coisa te aconteceu”. É uma intimidade que, no pior caso, assume em breve um estilo como se o autor fosse um cão, mas da forma geral, sublinha tudo que que é natural, fácil e sem repressão no autor numa maneira que é apenas possível por método de conversar com um contemporâneo. Romances ingleses parecem sempre ser escrito para os superiores ou inferiores, pessoas mais novas ou mais idosas, ou do gênero oposto. Quanto os livros sobre quais já dei uma opinião neste ano, apenas o “Mr Norris Muda de Comboio” de Christopher Isherwood e o “Burmese Days” de George Orwell têm aquela sensação decente e inspiradora de igualdade. Suponho que é a culpa da clima. Há alguma coisa nela que emascula e arranja todos os escritores ingleses, substituindo a timidez e cuidado em vez de liberdade e curiosidade, portanto toda a planura, chatice e fraqueza do romance – portanto, também sobretudo, a estagnação. Pois, ficção inglesa fica estagnante, um grande pântano, espalhado com tufos infrequentes e poças de água morna. De vez em quando, um crítico avista um luz e anda à procura disso. Distrai-o durante um tempo, e até parece que arde mais brilhante, então tremeluz com um cheiro de gás, e apaga-se.

E cada livro que critica é um prego no caixão do crítico. Assim como a abelha rainha e o trabalhador, é a qualidade da alimentação que concretiza se for um crítico bom ou mau. Pode ter todos os talentos imagináveis, mas se se tiver só livros ruins sobre quais escrever seria condenado. Pode tentar afastar do destino, mas a sua falha seria inevitável. Há três tipos de crítico: (1) os cínicos que sabem que estão vencidos, que produzem textos consistentemente medíocres e são completamente confiável tendo largado dos seus sentido crítico para um espécie de amável avaliação ou desapontamento educado; (2) os que anda a lutar, que são maiormente insatisfatório, já que se viram e se rodopiam, que estão em perigo de loucura, e param de estar pontual com o seu trabalho por razões psicológicos; (3) e os que faltam qualquer conhecimento do problema que andam a trabalhar alegrementes durante trinta ou quarenta anos e ficam amargamente magoadas quando percebem que têm sido enganado pelas editoras e têm-se tornado ridículos nos olhos do povo. As dificuldades do crítico aumentam-se porque existem apenas quatro ou cinco cargos semanais que carregam um bocadinho de dignidade, cujo ocupantes só precisam de escreverem sobre um livro, ou até nenhum, sabendo que serão incluído nas suas obras coletados, porque são os herdeiros do cargo de Arnold, Hazlitt ou Sainte-Beuve. Os consolações restantes do crítico do romance são que se ler dois livros por dia e escreve para a menos três jornais, é capaz de ganhar quatrocentos libras por ano, e que, de qualquer maneira, será publicado regularmente e, porque toda a gente, cedo ou tarde, escreve um romance, será tratado com consideração.

Acabo de receber o “Almanaque do Egoísta Velho” de 1956. Quem envia estas coisas? “Livros pelos próximos cinco anos terão que ter um sabor ‘nacional’. Nao pode-se enganar. Assim como uma abóbora que ganha prémios, num festival de colheita, serão comprido, popular, sem gosto e cheia de sementes. Grandes anos para proibições e abdicações, a hera de apatia crescerá mais alta no tronco do talento, aumentando negligência de E.M. Forster, porque a sua excelência está inconveniente, de Norman Douglas, Max Beerbohm e os que vivem no estrangeiro sem política.” Eis um pedido aos emigrantes: “Voltem para lar! Não há felicidade fora da lista telefónica. Aproximamos o que os místicos chamam ‘O almoço de domingo da alma.’”

Dezembro 1935

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Random Lyrics Post: Emo De Janeiro

Tristeza não tem fim

Felicidade sim

which means

Sadness doesn’t end

Happiness does

Great eh? It’s from “A Felicidade” by Tom Jobim and it’s got more angst packed into 6 words than the whole MCR back catalogue (but don’t tell my daughter I said so!)

 

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A Bacalhau

This is a translation of “A Bacalhau” by Ana Bacalhau from her new album “Nome Próprio”. If you’re reading this you probably know already that Bacalhau means “Cod” in portuguese, but if you didn’t then you do now, and hopefully this will all make perfect sense!

Dizem que há lá mil maneiras
They say there are a thousand ways 
De cozinhar bacalhau
to cook cod
E que só há mais Marias
And Marias are the only thing more common 
Que Anas em portugal
Than Anas in Portugal
Nasci eu Ana Sofia*
I was born Ana Sofia
Bacalhau na certidão
Bacalhau on the certificate
E desde dsse belo dia
And since thet beautiful day
Sou eu faço questão
It’s me that asks the question

Quando eu era pequenina
When I was little
Muitos achavam bizarro
Lots of people found it weird
Bacalhau de sobrenome
Bacalhau as a surname
Tornou-me num bicho raro
Made me a rare beast
E a mim que era gorducha
And to me, being chubby
Com este jeito engraçado
With this funny manner
Dava muito conteúdo
I gave a lot of material
Para piadas de miúdos
For the little boys’ jokes
E cochichos para o lado
And whispers to the side

Foi com isso que aprendi
And that’s how I learned
Que há sempre alguém no desdém
That there’s always someone who looks down on me
E se não gostas de ti
That if you don’t like yourself
Não há de gostar ninguém
There’s nobody else who’s going to like you
Desde então que decidi
Since then I decided
Vender o meu peixe bem
To sell my fish well
Ter orgulho no BI********
To have pride there
Valer-me do meu QI
Value myself for my IQ
E da minha voz também
And for my voice too

Ana é nome comum**
Ana is a common name
Mas é o meu nome próprio
But it’s my own name
E como é próprio de mim
And since it belongs to me
Não podia ser tão sóbrio
It can’t be very serious
Um bacalhau no fim
A Bacalhau, in the end
Tem um peixe por homónimo
Has a fish for a homonym
Fica tão bem assim
And that suits my just fine
Que parece um pseudónimo
Because it seems like a pseudonym 

Sou Ana para toda a gente
I’m Ana to everyone
E Ana só para o meu pai
And just Ana to my dad
Sofia só lá em casa
Just Sofia back home
No colo da minha mãe
In my mother’s lap
Bacalhau sou para os amigos
Bacalhau only for friends
Colegas de muita farra
Drinking buddies
Desde o liceu de benfica
Since we were at Benfica College
Há letras com as amigas***
There are lyrics with friends
Quando tocava guitarra
When I played the guitar

Sei que Ana é pequenina
I know that Ana is little
Mais condiz com a sardinha****
Better suited to a sardine
Com certeza que essa brasa
For sure, this charcoal
Tem de ser puxada à minha
Has to get pulled towards mine
Pois toda a gente diz
Because everyone says
Que assim se quer a mulher*****
What do you want the woman to do?
Sou dona do meu nariz******
I am the mistress of my nose
E como quero ser feliz
And since I want to be happy
Escolho o peixe que eu quiser
I choose what fish I prefer

Ana é nome comum**
Ana is a common name
Mas é o meu nome próprio
But it’s my own name
E como é próprio de mim
And since it belongs to me
Não podia ser tão sóbrio
It can’t be very serious
Um bacalhau no fim
A Bacalhau, in the end
Tem um peixe por homónimo
Has a fish for a homonym
Fica tão bem assim
And that suits my just fine
Que parece um pseudónimo
Because it seems like a pseudonym 

Já vos disse que sou Ana
I already told you I’m Ana
E que meu nome é cá da terra
And that my name is from my homeland
Porque lá na Noruega
Because there in Norway
Neva mais do que na serra
It snows more than in the mountains
Se já disse e então repito
If I already said it and then I repeat it
Isto não é nome artístico
That’s not an artistic name
E fica até bonito
And even suits me 
E de nome de registo
And my registered name
Passou a nome de guerra
Became a nom-de-guerre

Ana é um nome comum
Ana is a common name
Mas é meu nome próprio
But it’s my own name
E como é próprio de mim
And since it belongs to me
Não podia ser tão sóbrio
It can’t be very serious
Um bacalhau no fim
A Bacalhau, in the end
Tem um peixe por homónimo
Has a fish for a homonym
Fica tão bem assim
And that suits my just fine
Parece um pseudónimo
Because it seems like a pseudonym 

The portuguese lyrics were pinched from Letras.br, credited to Wilson and FernandaR, a Portuguese teacher on iTalki has also given them the once-over to catch a few other errors.

*=The page I copied the lyrics from has “Mas se eu ana servi” and although it’s a Brazilian site so you’d expect them to speak better Portuguese than me, I still think I’m right and they’re wrong.

**=And this said “Ana é meu único nome” but that’s not what it sounds like at all

***=Not really convinced about this one but I don’t have a better suggestion so…

****=These lines refer to an idiomatic expression “puxar a brasa para a sua sardinha” which means “pull the charcoal to your own sardine” -i.e., further your own agenda, or look out for number 1.

*****=I’m not sure what’s going on here. It doesn’t seem to be an idiomatic expression but when I couldn’t crack the meaning, gTranslate pulled out a very specific, and apparently non-literal meaning.

******=Being the master of your own nose apparently means being independent and self-possessed.

*******=Originally “aqui” but I think she says “cá”. They don’t use “cá” much in Brazil, I believe.

********=Bilhete de Identidade. Seems an odd thing to have orgulho about but maybe just means “who I am”

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Citação*

Quem vende a liberdade em troca de segurança não merece nem liberdade nem segurança
Ben Franklin

I wrote this o iTalki after a (to me) somewhat surprising exchange with a Portuguese teacher who told me that Salazar was pretty good, rightfully still popular (for example….) and that if he were still in charge, everyone would be better off. Furthermore, the captains who deposed him in the Revolução Dos Cravos should have been locked up.

Discussing this opinion with other portuguese people, one said it was commonly held among less educated people (like voting Trump, like supporting Brexit…) and another said “replies “OMG a juventude de Portugal está perdida”

 

*=I originally wrote “cotação” which does mean “quotation” but in the sense of an estimated cost.

 

Muito Obrigado a Sofia, Natan, William pela ajuda

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A Chegada

This is just a straight translation of the “Aliens – Spoiling it for Everyone” post from a few days ago. What’s the Portuguese equivalent of Déjà vu? Já visto?

Anteontem de noite, a Senhora 18ck sugeriu que vissemos um filme que se chama “Arrival” (A Chegada*) com Amy Adams no papel principal como uma linguista genial, apoiado pelo Jeremy Renner no papel do Jeremy Renner, e Forest Whittaker como um oficial militar com um sotaque exagerado (na minha opinião, Forest Whittaker e Jeff Goldblum hão de estar em todos os filmes feito em Hollywood).

Enfim, não sou crítico de filmes, pois porque é que menciono este filme? Ora bem, a Amy Adams começou a primeira cena numa sala de aulas, a falar sobre um assunto de Português e porque é que parece tão diferente das outras línguas românicas.

Vou precisar de mais pipocas

Estava muito curioso para saber mais, mas infelizmente, naquela altura, o filme ficou estragado para mim, pelo som duma sirene que anunciou a chegada de doze naves espaciais cheias de extraterrestres que queriam… Hum, não vou deixar cair spoilers aqui, mas chega para dizer qur não pretendiam ajudá-la com o discurso.

Depois, a Amy começou a ter prioridades novas, portanto nem sequer leu o próximo parágrafo. Pesquisei na Internet e encontrei uma discussão sobre o discurso numa página do Reddit. Acho que alguns contribuidores copiaram e colaram as suas respostas do Wikipedia, e há vários brasileiros que responderam que toda a gente na América do Sul têm quase o mesmo sotaque mas apesar disso, fiquei contente de ver que não sou a única pessoa que quis mais. Talvez um dia alguém lance uma ‘versão do director’ que incluirá o discurso inteiro. A esperança é a última morrer…

*=Isto é uma tradução literal. De acordo com o Wikipedia, o título em Portugal é “O Primeiro Encontro

Thanks Jorge, Sofia and Guilherme for corrections.