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A Poesia

Today’s text was corrected by the very kind Pistaxia. Notes at the bottom as usual

Por motivo nenhum* decidi há duas semanas que queria aprender algo novo. Além dos assuntos técnicos que ando a estudar para o meu desenvolvimento profissional, e além do português que ando a aprender (e que provavelmente continuarei até eu ser enterrado!) apetecia-me aprender um poema. Aliás mais do que um. Uma por semana até… Até ficar sem vontade de ler.

Na semana passada, passei umas horas a memorizar “Weathers” (“Tempos”) do poeta inglês Thomas Hardy, que fala das chuvas da Primavera e do Outono (Spoiler alert: ele prefere as da Primavera).

Filme colorizada do poeta Tom Hardy a ler o seu poema Weathers

Consegui, e já sou capaz de recitar o poema inteiro. Ora bem, isso não é assim tão impressionante. Só tem 18 linhas. Esta semana estou a aprender um mais comprido: “The Subaltern’s Love Song” (a Canção do Amor do… Hum… Oh! Do Subalterno. Devia ter adivinhado!). Depois penso em experimentar alguns portugueses, tal como “Mar Português” de Fernando Pessoa.

Porque é que decidi encher a minha cabeça com  rimas? Porque os poemas fazem parte dos nossos “móveis mentais” e eu conheço poucos.

*=oof, straight out of the gate with my first error. I wrote “sem motivo qualquer” (literally “without any reason”) but its better as “por motivo nenhum” (“through no reason at all”)

The rest of it wasn’t so bad or so interesting. Just errors of carelessness really.