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Expressões Idiomáticas, Climáticas e Palavráticas com Preposições hum… Aleatoriaticas?

So here are a couple of videos from the same guy. They are quite sweary so if you have a portuguese relative within earshot, you might want to use headphones. I was interested in the prepositions more than the swearing and I’ll tell you why when you’ve watched them. In fact, the whole post is quite sweary, even the English bits. If you are a child, reading this, please ask your parents to hide your device until your eighteenth birthday and then carry on reading.

OK, ready? Good. Happy birthday, by the way.

As you can see, he’s pretty funny. In each case he’s giving versions of the same expression:

Não faz frio nem orvalho mas está a chover para caralho.

Não faz chuva nem orvalho mas está um frio do caralho

If you don’t already know, caralho is one of the rudest words in the language. But what’s going on with those prepositions just in front of each? Why is it para in the first instance and do in the second? I threw the question open to the floor.

In both cases we’re using the bad word to emphasise how strongly we feel about the situation, but you lead into it with para when what you are emphasising is a verb. “Esta a chover para caralho”, “Os ovos andam caros para caralho”, for example.

On the other hand, if its a noun you’re emphasising, you lead in with do: “Está um frio do caralho”, “Cão do caralho passa toda a noite a ladrar”

Caralho!

It’s hard to draw a direct analogy to English swearing, not least because we wouldn’t even say “está um frio…” (“it’s a cold”). We’d treat frio as an adjective, not as a noun. But I’m sure you’ll be familiar with the fact that swear words are pretty flexible in how they’re used. So you could have ‘It’s cold as fuck” or “It’s raining like fuck” or “It’s a huge fucking storm”. Portuguese seems to have a rule about how the caralho is linked to the thing it’s referring to though so it seems to be one of those rare cases where portuguese is less complicated than English.

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Danificado

Corrected Text – thanks to gws-lthrowaway for the help

Sign outside Richmond Park during storm Eunice

Saí de casa* ontem para ir correr no parque mas infelizmente, quando lá cheguei, havia um sinal na portão a dizer “Fechado. Perigoso – Não entrar”

Houve uma tempestade em partes da Europa ocidental na sexta-feira. Continua a ter efeito ainda hoje (oiço o vento enquanto escrevo este texto) mas o pior já passou. Nos arredores do parque, e na cidade, havia danos por todo o lado: árvores caídas, cercas abaladas e barracas de jardim destruídas. Não havia nada tão grave como os danos de tempestades que chegam a matar centenas de pessoas nas ilhas tropicais, nem tão forte como um tornado que levou a casa de Dorothy para a terra de Oz, mas para nós foi um choque!

Árvore caída

*de casa not da casa. I left house not left the house.

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O Que Raios se Passa com o Clima?

Thanks to Butt Roidholds for the corrections

Tenho amigos canadianos e americanos do noroeste que se queixam por causa do calor neste verão. Às vezes a temperatura atinge níveis acima de 45 graus. Só pensar naquela temperatura põe-me a cabeça a roda. Entretanto em Inglaterra tem estado frio com céu nublado e muito chuva nas últimas duas semanas. Em Julho.

Olhai, Deus, imploro-vos, mandai os vossos anjos mexer esta caldeirada para igualar os tempos dos vários países!

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É Tudo Uma Questão de Tempo – José Jorge Letria

47586435_756354014698324_6635581299585187840_nMais uma tentativa de apreciar a poesia portuguesa… Gosto muito de José Jorge Letria desde ouvi um poema dele num podcast. Foi a primeira vez (e continua a ser quase a única vez!) que gostei de um poema português. Lamento que ainda falte paciência para ler poesia em qualquer língua, e o problema fica ainda pior quando tenho de alcançar o dicionário a cada 4 linhas! Mas de vez em quando uma luz penetra a escuridão da minha ignorância e consigo ver a beleza da escrita. Às vezes reli os poemas mais de uma vez para aumentar a experiência.