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A Formação

Portuguese Version of yesterday’s post about bottling out of the lesson about Portuguese suffragettes. Notes at the bottom. Thanks to “Butt Roidholds” for the corrections!

Carolina Beatriz Ângelo, sufragista e feminista
Carolina Beatriz Ângelo, The first woman to vote in Portugal, in 1911

Há umas semanas, fiz parte dum curso lançado pela livraria Bertrand, apresentado por Marco Neves, um autor português que escreveu livros tal como “Doze Segredos da Língua Portuguesa”.
Gostei tanto, tanto! Fiz um resumo do curso no meu blog e inscrevi-me em mais um evento. Desta vez, escolhi um curso que faz parte duma série sobre feminismo e que fala sobre a história do movimento sufragista. Boa. Chegou a noite do curso. Abri o Zoom e vi a professora. Mas ela pediu aos* participantes para ligarem as câmaras e os microfones.
Meu Deus, tinha pensado em ficar só a ouvir mas se tivéssemos de falar, não estava preparado para** ser o único homem e o único estrangeiro a discutir a minha opinião das heroínas da democracia portuguesa.

Fechei o zoom e fui-me embora!

*=pedir a… para… if you’re asking someone to do something.

**=preparar needs para after it if saying “prepare(d) to”

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Bottling Out

I joined in one of the Bertrand training courses I mentioned a couple of weeks ago. It’s part of a series on feminism, looking at the subject of the portuguese suffragette movement. I thought I’d try and listen in on the lecture and learn something about history. However, the person running it asked people to put on their cameras and mics so they could participate and I thought well, I don’t really want to be the only foreigner and in all likelihood the only bloke if it’s going to be a round-table discussion, so I scarpered. Oh well, that’s fifteen euros down the drain!

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Quero Escrever um Blogue Mas a Minha Esposa Não me Deixa

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Uma das vantagens de trabalhar em casa é isto: é possível mudar as horas de trabalho se tiver vontade. Ontem, por exemplo, saí de casa na hora de almoço para assistir a um discurso da Diane Atkinson, uma escritora de não-ficção. O seu livro mais recente é “Rise Up Women” (Surjam, mulheres!). É um grande calhamaço que conta a história do movimento sufragista no Reino Unido, e as vidas das mulheres extraordinárias que fizeram parte da luta para os direitos das mulheres votarem.
O movimento começou numa maneira pacífica, mas tornou-se cada vez mais amargo quando os políticos masculinos recusaram a considerar a mudança. Mais mulheres ficaram presas e alguns grupos decidiram cometer actos de violência para mostrar a sua raiva contra o governo. Durante as suas sentenças, muitas vezes foram forçado a comer através dum tubo, enfiado dentro das suas gargantas. Hoje em dia, reconhecemos isto como uma forma de tortura.
f2a0cab5440b617690a80e4d625c345c.jpgAcompanhando o discurso, a escritora mostrou exemplos de fotografias tiradas pela polícia destas criminosas deploráveis, e desenhos satíricos nos jornais. Um tema muito forte neste género de piada foi um marido que se torna escravo na sua própria casa por culpa duma mulher Sufragista. Faz-me lembrar as queixas de certos homens de hoje que resmungam “o feminismo já foi longe demais!”

Thanks to Sofia, Mateus and André  for their help with corrections.
To be honest, I was quite surprised that there even was a different word for “Suffragette” and I’m not 100% sure it’s legit to translate it. In english there’s a difference between “Suffragists” and the more militant groups who became known (pejoratively) as Suffragettes and I tend to think if that name as fixed, like the name of a party of a band or a football team that would just be used in any other language without needing to be translated,  but since two out of the three people who corrected the text changed “Suffragette” to “Suffragista” I guess maybe I have the wrong end of the stick.