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Say It In Portuguese

Oh! I must have accidentally unsubscribed to Say It In Portuguese’s email feed because I completely missed the notification about the last episode. I had been watching out for it because I’m in it, but I’ve just noticed it’s in my podcast app!

It’s this episode which deals with a song by Deolinda called Fado Toninho, and it was inspired by my attempt to grapple with the meaning of the song, in a post in February.

The podcast is definitely one you should be subscribed to if you are working toward B2 or over. It’s not the sort of thing you can listen to as a newbie, but if you already have decent skills, it gives you a wealth of knowledge about expressions and culture, all of which are essential for moving up to the next level. So, in other words, I can’t recommend it strongly enough! Cristina was my teacher for later C1 through to graduating C2, and she is very much a “friend of the blog”, but I would recommend SIIP even if that weren’t the case, because it’s excellent, it’s been around for ages and there’s nothing else like it, really.

Generally, the podcast picks an idiomatic expression and unpacks it for you, but in this one, we discuss the lyrics of a song, mainly trying to analyse the meaning of “Toninho” itself, but there are some expressions in the song too, and those are worth noticing. So if you don’t know the song already, I challenge thee: set aside some time to give the video and the podcast episode a listen and see how much you can learn in fifteen minutes.

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Livros da Piça

In which, in honour of the new pope, I make a rare mention of Fátima, and try not to get murdered by JD Vance.

CW: Orgãos sexuais masculinos

Entre os diversos podcasts na aplicação do meu telemóvel, existe um chamado “Livros da Piça”. Como é óbvio, é um podcast sobre livros, e os anfitriões são Sergio Duarte e Bruno Henriques, dois humoristas ou satiristas ou sei lá o quê, que também produzem o podcast “Jovem Conservador de Direita”. Só ouvi poucos episódios porque alguns deles durem mais do que duas ou até três horas, mas o último é um bom exemplo da espécie de livro sobre qual gostam de discursar: “As Aparições de Fátima e o Fenómeno OVNI” de Fina d’Armada e Joaquim Fernandes. Para quem não entenda este título, Fátima é uma cidade em Portugal onde a Nossa Senhora apareceu em 1917 e falou com três putos de lá por motivos que são opacos para nós seres humanos. É um dos lugares mais sagrados no mundo católico, tipo Lourdes em França, Mejugorje na Bosnia ou Craggy Island na Irlanda. E um OVNI? Então perdeste este texto? Por favor, presta mais atenção ao meu blogue.

Segundo o autor do livro, os milagres testemunhados pelos Pastorinhos de Fátima não foram exemplos do poder de Deus, claro que não, que noção rebuscada. Não, foram evidência de alienígenas. Como disse um dos humoristas, isto é um raro exemplo de uma teoria de conspiração com extraterrestres que chega a ser mais credível do que a alternativa. Mas ainda assim, é bastante estúpida.

De vez em vez, publicam um episódio sob a rúbrica “Livros do Caralho”, no qual os dois conversam sobre um livro de que gostam, como interlúdios no seu fluxo interminável de leituras execráveis. A diferença entre Livros do Caralho ou da Piça interessou-me muito. Obviamente, Caralho e Piça significam a mesma coisa: O orgão sexual masculino. Então, porque é que um Livro da Piça é péssimo mas um Livro do Caralho é ótimo? Pela mesma razão que “It’s shit” significa o oposto de “it’s the shit”, ou “absolute bollocks” não é igual a “the dog’s bollocks”. O calão de qualquer idioma é infindavelmente flexível e quase impossível de explicar.

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O Podcast

Ontem fui assistir a uma gravação de um episódio do Podcast “Backlisted”. O assunto do dia era “A Parábola do Semeador” de Octavia Butler, um livro de ficção científica escrito nos anos noventa do século XX, cujo enredo se passa em 2024!

Adorei o livro e adorei ainda mais ouvir as opiniões dos participantes na discussão a falarem sobre o livro que tinha fechado meras horas antes do evento.

Uma McCormack (autora de ficção científica), Salena Godden (poetesa e romancista) e John Mitchinson (o fundador de uma editora e um anfitrião do Podcast).

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Casa Trabalho Casa 2

I’ve just fixed some errors in my listening-and-writing exercise I did here, and was challenged to re-do it. This time I will try and get down keywords instead of trying to sumamrise it in whole sentences and I will try and include the following key phrases

  1. deixar marinar (“let it marinate”)
  2. o mal-estar já se instalou (“the bad feeling has set in”)
  3. em funções de “suporte” (“in a support role”)
  4. fazermos parte (“taking part”)
  5. falar com a chefia (“speak to the management”)

O Que Fazer Quando o Nosso Trabalho Não é Valorizado

  • Sugerido por ouvinte
  • Identificamos
  • 62% – Flexjobs sondagem: falta de equilíbrio , baixo salario, cultura tóxica
  • pessoas desligam ‘ silent quitting
  • o que é?
  • Quais são as necessidades? O que está a acontecer?
  • Uma opinião sobre sentimentos dos outros
  • Deixar o sentimento marinar é perigoso
  • ate se for resolvido o mal-estar já se instalou
  • Continua a sentir a mesma
  • Termos impacta
  • temos de nos sentir importante.
  • Difícil para quem trabalhe em funções de “suporte” (apoio)
  • Fazer parte é uma necessidade
  • Procurar papeis com mais visibilidade
  • Falar com a chefia sobre o sentimento
  • Há chefes que não entendem isto
  • Faz com que reparem em ti
  • “Burnout” é sintoma
  • Responsabilidade de falar sobre isto
  • “proativa”
  • “O nosso valor enquanto pessoa não depende de outra pessoa .. é intrínseco”

Hm, I don’t feel like I nailed this at all, but that’s why we practice! I’ll do more of these, I think.

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Casa Trabalho Casa

Oiço este podcast todas as semanas porque as anfitriãs usam muito vocabulário útil no dia-a-dia e na vida profissional. Neste exercício tento fazer notas rápidas enquanto oiço sem perder o fio à meada

O Que Fazer Quando o Nosso Trabalho Não é Valorizado

Sugerido no Instagram

Rute começa: Muitas pessoas identificam-se com o problema – 62%, segundo uma sondagem, por várias razões. Falam sobre certas tendências modernas tipo “Silent Quitting” (o que não tem uma tradução português porque são tão trabalhadores)

Temos de lidar com o problema rapidamente porque não vale continuar com uma tarefa subvalorizada. Ideias

  • Pedir oportunidade de participar num outro papel na empresa
  • Falar com o chefe sobre o seu sentimento
  • Fazer as pessoas repararem em ti porque não conseguem valorizar o que não vêm.
  • Mudar a narrativa interna de ser vítima – temos um sentimento intrínseco do nosso próprio valor
  • Procura projectos que dão mais satisfação
  • Considerar terapia
  • E provavelmente perdi alguns enquanto estava a escrever. Mas se quiseres saber mais, experimenta o podcast!
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Coisa Que Não Edifica Nem Destrói – Ricardo Araújo Pereira

Ricardo Araújo Pereira - Coisa que não Edifica Nem Destrói

Neste livro, o humorista Ricardo Araújo Pereira fala da sua vocação: o humor. Não admirará ninguém que o livro é engraçado e que dá motivos de reflexão nos tempos de hoje, como grande parte da obra dele. Fala sobre as raízes de humor e os métodos que os mestres usam para o produzir. Também fala sobre a tendência das pessoas, tanto nesta época quanto no passado, para ficarem zangadas e não aceitarem as piadas feitas sobre elas próprias. O exemplo mais recente é o de Chris Rock, mas há muitos ditadores e ainda mais terroristas que querem matar quem não obedece às regras aleatórias que eles querem impor à gente.

O autor dá muitos exemplos e citações selecionadas da história incluindo Roland the Farter e Ronnie Corbett (da Inglaterra), Mark Twain e Bill Hicks (dos EUA) e Dario Fo e Rabelais (de outros países europeus) para demonstrar a natureza universal do humor.

Depois de comprar o livro, percebi que existe um podcast com o mesmo título que contém não só os textos do livro mas também mais capítulos e entrevistas com comediantes e escritores. E não custa nada… Ora bem, não faz mal, tenho um livro bonito e uns conteúdos extras. É um bónus.

Thanks as always to the ever-patient Cristina of Say it in Portuguese for eviscerating my linguistic infelicities before they could be unleashed upon an unsuspecting world.

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Pod

The podcast I recorded with Ângela of “Learning Portuguese is Fun” is out now and… well, it’s not as bad as I remember because she’s wisely edited out some of my waffly asides, but there are still a few embarrassing errors and a lot of umming and erring. She usually has two participants per episode so it was me and a Bosnian guy called Damir who is much newer to portuguese but is obviously a gifted student because he did fantastically well.

You can find the recording here and the interactive exercises here (needs an account)

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Uma Conversa no Jardim

Falei com a anfitriã do Podcast sobre o qual escrevi há uns dias. Parece-me uma professora simpática, e o Podcast é uma ideia interessante. Éramos três: uma búlgara, uma espanhola e eu. O plano da professora é recrutar 15 pessoas de várias nacionalidades. Sendo fora de casa, no jardim do arquivo nacional, havia muito barulho de aviões a sobrevoar o bairro, rumo ao aeroporto Heathrow e de gansos à minha volta à procura de migalhas de pão. Quando ela marcar uma data para gravar o episódio, escolherei um lugar mais sossegado!

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Podcast

I’m having a meeting with the host of the Learning Portuguese is Fun podcast today because she’s putting together a series of episodes where learners at the B2/C1 level talk to each other and she explains some of their difficulties. I’m a little nervous but also excited.

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Podcast

The Witsh Trials of JK Rowling

Ando a ouvir um podcast chamado “The Witch Trials of JK Rowling”. Como provavelmente já sabem, a autora está embrulhada numa controvérsia sobre as suas opiniões feministas. A jornalista que realizou o podcast nasceu numa família que fez parte duma igreja extremista, portanto já conhece bem o ponto de vista de quem quer incendiar livros e julgar outros por ter opiniões diferentes.

Ela está a tentar esboçar os paralelos entre a sua ex-igreja e os métodos dos “soldados” na guerra cultural. Assim, explora os dois lados da polémica e faz a pergunta central: “como é que sabemos se estivermos errados?”. É muito interessante. Recomendo.

Thanks very much to Talures for correcting this.