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More Active Listening

Eh pá, após aquele exercício com a guitarrista, senti-me ligeiramente pessimista, portanto decidi fazer mais dois exercícios, para recuperar o auto-estima. Desta vez sem batotas. Vou corrigir erros de digitação e mais nada.

Não há nada para fazer na Madeira?

“a madeira é aborrecida” etc

Falta de pesquisa, video para corrigir. Aniversario da namorada, fui at teatro ver um amigo num espetáculo.

Exposição Galeria Marca d’água, muitas pessoas, muitos petiscos, (descreve os quadros) Gin Tónico

Concerto de Carolina Deslandes (woah! That’s a coincidence! I mentioned her in the last one too!)

Um dia, 3 eventos

FNAC ‘ workshop sobre drones com Paulo (?)

Desenhos realistas

foi ao cinema ver um filme de Sherlock Holmes

Mais um concerto à noite (Xutos?)

Alista vários lugares na ilha e diz que há montes de eventos – concertos, DJ sets, “coisas existem e é preciso é voces pesquisarem”

Golegã 2023 – Feira Nacional dos Agrobetos

Este vídeo está na minha lista há mais de um ano, mas nunca me apeteci ver. Nem sequer me lembro por que razão marquei para ver mais tarde, mas aqui vou eu: mais vale tarde do que nunca, certo?. Antes de mais- Golegã? É uma vila em Santarém que se orgulha em ser o “Capital do Cavalo”. E um Agrobeto? Se não me engano, deve ser a versão rural do beto típico, sobre o qual escrevi há algum tempo. Então, acho que este festival é o Windsor Horse Show de Portugal.

(PAUSA) Hm, interessante, o anfitrião está a aproximar-se dos participantes como se lhe pedindo com jeitinho as suas opiniões mas acho que está a ridicularizar a cena inteira, tipo Ali G. Estou intrigado. Alguém se vai passar? Vamos ver…

“Machos lusitanos, homens de meia idade a exibir as suas leggings” kkk

Dica para quem quer impressionar um cavalo Não se explique – diz várias vezes “montar” o cavalo que acho é um duplo’significado

“Armar a pingarelho*”

3 cavalos “tão betos”

Votas no PS? Não

Tourada

Que achas dos betos? Não gosto

O senhor é um passageiro? ele está a conduzir

Não bebeu nada

cocó “música de David Carreira”

boato « unica do seu grupo que dá dois beijinhos – não, mais do que dois

pessoas que se levantam as 6 horas e bebem em moderação – corajosas

(PAUSA) Oh shit, he just mentioned Carolina Deslandes again – that’s a Deslandes Hat-trick right there!!!)

Já ouvi a nova música de Carolina Deslandes – (letras uma piada) é uma praga, não gosto

Como impressionar um cavalo além do bigode – massagem na barriga

O teu cio não e da prata mas aço inoxidável

opinião sobre betos?

Tens uma égua na família

quantos tios

imagina durante a noite ser tão bêbado … bebés

Quinta pata do cavalo

Mais sapatos de vela por metro quadrado

sangue é vermelho ou azul

Estás aqui para gozar com os betos

Julgas Telmos**? Nao, somos todos iguais

Tres filhos imagina um filho leva uma namorada que coloca um guardanapo no topo da mesa. Falta de educação? Não

Hm, it probably wasn’t a good video to pick, oh damn I’m writing english, porque é compostos de tantos diálogos que não é possível resumir um pensamento inteiro de forma que seria necessário num exame. Acabei por transcrever frases sem pensamento. Mas não faz mal.. Entendi basicamente tudo, apesar do sotaques, e aprendi algumas coisas ao mesmo tempo!

*According to Priberam, this is an expression meaning to puff yourself up but only by pretending to be something that isn’t all that impressive anyway.

**I assume this is just a name since the same woman has expressed acceptance of Betos, I guess Telmo is maybe another character in the same soap? Wild guess…

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There’s Reading And Then There’s Hearing

I’ve got obsessed with this line of dialogue. There’s nothing special about it, but it feels like she’s only saying about half of what the subtitles say. If I run my eyes over it without trying to read the individual words, I can map the stream of sounds she’s making back to the text but… Well, they’re hardly words, it’s more like syllable soup.

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Serrada da Velha

Note-Taking again. This time in a Madeiran accent so strong it could cut glass. This isn’t a recent video – it came out in spring, so I’m really posting this at the wrong time of year. Look out the window and pretend that autumnal chill is the last departing wind of March and that those Michaelmas daisies are really hyacinths.

By the way, can we just take a moment to appreciate the cinematography on a Biqueira’s videos? Especially where fire is concerned. Whoever is behind the camera is doing a great job!

Quaresma tradição serrada de velha de origem antiga

vem do norte do pais de quaresma a maio

ritual de paisagem, a velha simboliza o inverno

dar boas vindas à primavera

fazer barulho com….???

3 semanas depois da quarta de cinzas*

antigamente foram homens que participaram no ritual mas hoje há mais mulheres e homens mais liberais e rebeldes. os conservadores não gostam

Pessoas a falar sobrea sua juventude e as diferenças

candeeiros de petróleo fazem parte da tradição ancestral – começou antes da luz elétrica

Nêsperas, bola de mel

mala de viagem…???

Tradições são boas para ajudar as pessoas lidar com as problemas,

um homem diz que nasceu lá, e tem orgulho em participar

A Biqueira diz que viu a alegria e a satisfação de das pessoas numa tradição neste cantinho … ela sentiu se “uma pedacinho, parte do povo da primeira lombada”

Ugh… there’s a real skill to note-taking. I find I start writing but then i tune out what’s being said so i can concentrate (especially if I need to do an accent or if, gawdelpus, I make a typo. And then when I tune back in again, they’re saying something else and it takes me a few seconds to get back to where i can see a through-line in the conversation. But I feel like this is an essential skill for the aural comprehension part of the exam, so I need to keep going, trying to relax about the typos and the good orthography, and just get down the pith of what’s being said, and do it word-for-word so I don’t lose time thinking about how to paraphrase it.

*ash wednesday

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Alcindo Monteiro

Speedy note-taking on what seems like a sort of Portuguese equivalent of the Stephen Lawrence case. I think this guy has a series on the radio where he talks about the lives of people of note who have now died. I think the segment is quite light-hearted so in a way it was a brave choice to take on something so recent and so raw.

(Edit: rapid note taking = more errors than usual. Thanks as ever to Cristina for correcting)

1995 – morreu com 27 anos

Tinha imigrado de Mindelo em Cabo Verde em 1991, a família moraram em moravam no Barreiro. Bom filho, bom amigo, divertido. Foi cozinheiro na tropa e dançava.

No dia de Portugal (dia 10 de Junho) foi jantar com amigos no bBairro aAlto mas havia um grupo de racistas a jantar por perto.

O Hugo lembra-se de ver tais pessoas na mesma zona naquela altura.

Os racistas espancaram várias pessoas mas o Alcindo era o mais ferido de todos e foi para o hospital. Entrou numa em coma e faleceu duas dois dias depois no dia 12.

Uns membros do grupo de racistas foram presos e processados: dois absolvidos e os outro receberam penas leves.

A morte destae rapaz é divisória e há quem desprezem a memória do jovem, sobretudo (como podemos adivinhar) os neo-nazistas!

Hm… still writing in complete sentences aren’t I. I need to focus more on content and less on form for this stuff because I miss details while I’m writing

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Casa Trabalho Casa 2

I’ve just fixed some errors in my listening-and-writing exercise I did here, and was challenged to re-do it. This time I will try and get down keywords instead of trying to sumamrise it in whole sentences and I will try and include the following key phrases

  1. deixar marinar (“let it marinate”)
  2. o mal-estar já se instalou (“the bad feeling has set in”)
  3. em funções de “suporte” (“in a support role”)
  4. fazermos parte (“taking part”)
  5. falar com a chefia (“speak to the management”)

O Que Fazer Quando o Nosso Trabalho Não é Valorizado

  • Sugerido por ouvinte
  • Identificamos
  • 62% – Flexjobs sondagem: falta de equilíbrio , baixo salario, cultura tóxica
  • pessoas desligam ‘ silent quitting
  • o que é?
  • Quais são as necessidades? O que está a acontecer?
  • Uma opinião sobre sentimentos dos outros
  • Deixar o sentimento marinar é perigoso
  • ate se for resolvido o mal-estar já se instalou
  • Continua a sentir a mesma
  • Termos impacta
  • temos de nos sentir importante.
  • Difícil para quem trabalhe em funções de “suporte” (apoio)
  • Fazer parte é uma necessidade
  • Procurar papeis com mais visibilidade
  • Falar com a chefia sobre o sentimento
  • Há chefes que não entendem isto
  • Faz com que reparem em ti
  • “Burnout” é sintoma
  • Responsabilidade de falar sobre isto
  • “proativa”
  • “O nosso valor enquanto pessoa não depende de outra pessoa .. é intrínseco”

Hm, I don’t feel like I nailed this at all, but that’s why we practice! I’ll do more of these, I think.

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Casa Trabalho Casa

Oiço este podcast todas as semanas porque as anfitriãs usam muito vocabulário útil no dia-a-dia e na vida profissional. Neste exercício tento fazer notas rápidas enquanto oiço sem perder o fio à meada

O Que Fazer Quando o Nosso Trabalho Não é Valorizado

Sugerido no Instagram

Rute começa: Muitas pessoas identificam-se com o problema – 62%, segundo uma sondagem, por várias razões. Falam sobre certas tendências modernas tipo “Silent Quitting” (o que não tem uma tradução português porque são tão trabalhadores)

Temos de lidar com o problema rapidamente porque não vale continuar com uma tarefa subvalorizada. Ideias

  • Pedir oportunidade de participar num outro papel na empresa
  • Falar com o chefe sobre o seu sentimento
  • Fazer as pessoas repararem em ti porque não conseguem valorizar o que não vêm.
  • Mudar a narrativa interna de ser vítima – temos um sentimento intrínseco do nosso próprio valor
  • Procura projectos que dão mais satisfação
  • Considerar terapia
  • E provavelmente perdi alguns enquanto estava a escrever. Mas se quiseres saber mais, experimenta o podcast!
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Queria Ter Sabido Antes de Começar a Correr

Attempting to take notes while listening in real time, without skips or pauses, to this video from Hugo Barreto. I’m not going to polish this one or check it, so it’ll probably be full of errors, I just wanted to practice my listening skills.

Começou a correr em 2012. Eis as suas dicas.

Obter ténis adequados.

Usar protetor solar

Hidratação é importante, não só no fim do treino.

Nutrição, se correres uma hora ou mais

Não ter treinos iguais. É importante fazer treinos mais ou menos intensos, incluindo intervalos.

Descansar entre os treinos

Dormir bem para recuperar a força

Fazer treino muscular para fortalecer os músculos das pernas.

Fazer aquecimento antes de todos os treinos

Fazer um plano estruturado.

Também acrescentou mais duas dicas

Recomenda-se nos usarmos provas como parte do treino, e não sermos em modo competitivo em todas as provas, apenas um ou dois treinos chaves.

Experimentar um aquecimento mais estruturado: correr durante algum tempo antes da prova.

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Memorial do Convento de José Saramago – Opinião

Memorial do Convento
Memorial do Convento – whoever decided that ALL the Saramago books would be released with this boring cover format really needs to be put in the stocks and have cold pasteis de nata thrown at him until he learns the error of his ways

This book is pretty challenging, especially as an audiobook. I don’t know about you, but I need all my concentration for an audiobook, and it’s much more of a faff to go back and re-read anything you didn’t understand the first time, so i tend to find it takes me ages to plough through. Anyway, Wook have it on audio and they have a paper version too. It’s been translated into English as Baltasar and Blimunda and Foyles have that (I’m pretty sure they have the original too but I can’t find it on their site).

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No dia em que acabei de ler “Uma Aventura nas Férias de Natal”, também ouvi a última hora-e-tal da obra-prima de José Saramago, o “Memorial do Convento”

Este livro é uma leitura mais desafiante do que o outro, mas ainda assim, não é nada complicado. É um romance histórico com elementos de Realismo Mágico. A história tem dois protagonistas: Baltasar Mateus, um soldado que lutou contra os espanhóis mas acabou por ficar maneta*, e Blimunda Jesus, uma mulher jovem que tem capacidades de perceção sobrenaturais durante períodos de jejum.

Tem lugar durante o século XVIII. O rei Dom João V faz uma promessa de construir um convento em Mafra após o nascimento do seu primeiro filho. O poder e a riqueza da coroa portuguesa estão no zénite naquela altura por causa dos lucros oriundos do Brasil, portanto o rei é capaz de apresentar a Deus um edifício magnífico. Assim a monarquia e a aristocracia desperdiçam os bens do Império sem pensar no povo.

Entretanto, os protagonistas participam na construção de uma máquina voadora, “A Passarola”. Na realidade, esta máquina é fictícia… Ou melhor, é meio-fictícia: o inventor, Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão existia mesmo e a ideia da Passarola tem raízes históricas, ainda que não chegasse a ser construída.

Noutras palavras, este livro apresenta uma história alternativa e fantástica do Convento de Mafra (também conhecido por “O Palácio Nacional de Mafra”), com personagens verdadeiras, mas sob o ponto de vista de várias pessoas imaginárias que vivem nas margens da história oficial. Está contado com humor e imaginação.

Este vídeo (cuja criadora é brasileira – cuidado!) explica muito bem o contexto histórico da romance na minha opinião.

*I quite like that, like the eskimos and snow, the portuguese have multiple words for the loss of a bodypart. This one is one-handed, and you might already know zarolho from the poem “Camões, poeta zarolho / fez versos à dona Inês / Via mais ele com um olho / do que tu com todos os três!”

Thanks again to Cristina of Say It In Portuguese for the help.

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Tão gostoso!

My wife is making me watch this Madeiran cooking channel. I was unsure at first because the accent and the regionalismos were hard to get past, but it’s great. She’s hamming it up a bit, apparently: she’s playing a character of an old-time islander. I guess in English terms it’d be like someone doing a strong Welsh accent.

The food looks flippin’ great though: traditional and full of delicious calories. The camera work is fantastic and I would give my right arm for her massive clay mixing bowl. And although I hardly understand her dialogue I’m enjoying trying.

Also sort of hoping Mrs L will cook some of these things…