Boring English Post today. Tugaposting will resume shortly.
This post is going live on Saturday when I’ll be in Inverness. That’s further north in Britain than I’ve ever been before so I am very excited. I’m doing the Loch Ness Marathon and I am getting sponsored for a homeless charity called Cyrenians. We’ve probably all noticed there’s been a rise of homelessness as a result of a few different social trends coming together in the last few years. It takes me back to the early nineties when I used to work in a night shelter in King’s Cross. We had a few good years in between, when things seemed to be getting better, but it’s all gone sour again and it’s disappointing too see.
Anyway, as you probably know, giving money direct to homeless people can sometimes be a bit problematic, but giving to an organisation that provides services is a good way of really helping in sustainable, observable ways, and that’s why I chose this charity.
So, if you’d like to help out and help me meet the (ahem) slightly ambitious target I have pledged to meet, here is the page! Contributors get access to the selfies I am planning to take with the monster if I am lucky enough to meet him. Thanks in advance!
This document I’m reading is boring so I am summarising it to make myself pay attention. If you religiously devour every blog I ever post, a word to the wise: this might be a good day to break the habit and go and do something else instead.
Segundo os materiais letivos, a universidade tem, como norteadores, quatro princípios:
Aprendizagem centrada no estudante
Flexibilidade
Interação
Inclusão digital
Ao nível prático, a universidade agrupa os estudantes de cada disciplina em turmas cujos estudos são guiados por um docente. Entretanto os estudantes da disciplina, não obstante da turma tem acompanhamento de um professor que organiza os materiais e o trabalho dos estudantes todos.
No site, existem (pelo menos) dois espaços virtuais: um para coordenação do curso e uma secretária onde os alunos conseguem contactar os funcionários da universidade e fazer questões sobre assuntos administrativos.
Os materiais consiste em três “dispositivos pedagógicos estruturantes”*
o Plano da Unidade Curricular é um resumo pormenorizado dos recursos, atividades, temas, competências etcetera de cada unidade.
Finalmente, o Plano de Atividades Formativas é um plano mais pormenorizado das atividades planeadas pelo professor. Sendo uma sala de aulas virtual, as atividades decorrem em modo assíncrono. Lembra-se aqueles princípios entre os quais temos “flexibilidade”. Mas o professor tem opção de organizar atividades específicos, até síncronas, se for necessário para apoiar o desenvolvimento das competências dos estudantes.
o Cartão da Aprendizagem é um cartão virtual online onde o progresso do estudante pela unidade curricular e os documentos que fazem parte da avaliação continua. Segundo o documento, um estudante que não consegue completar os exercícios necessários durante o semestre tem hipótese de fazer um exame final em vez de juntar pontos ao longo do tempo mas não preciso disso e ainda bem porque não entendo o fluxograma fornecido no documento!
*Ah ah, a UA inglês também usa jargão desta espécie.
O curso universitário do qual falei há umas meses acaba de começar e eu sou, mais uma vez, um estudante! Estamos metidos na primeira fase do curso, a aprender os básicos da interação online antes de começar o curso em si, “Formação Modular Certificada em Literatura e Cultura Portuguesas“. Eu tenho uma vantagem: a minha segunda licenciatura foi através de uma universidade virtual, a Open University (Universidade Aberta britânica), mas claro que também tenho certas desvantagens em termos da* minha língua-mãe não ser português e de não ter raízes profundas na cultura portuguesa.
Acho que o meu “mojo” português está a acordar porque tenho um objectivo e sempre preciso de alguma motivação. Esta nova fase da minha aprendizagem há de ser interessante. Um grande desafio, um pouco intimidante até, mas interessante, sem dúvida!
*I’m misusing the expression “In terms of…” here, aren’t i? Lazy habits carrying over from english
Oh lord, I just found this in my drafts folder. I think I meant to send it back in August but must have got distracted by a shiny object. Oh well, old news now, but here we go anyway….
Falei na terça feira sobre (entre outras coisas) um vulcão extinto chamado Arthur’s Seat, perto da capital escocesa, Edimburgo. Ora bem, este vulcão renasceu momentaneamente na semana passada quando a urze pegou fogo (provavelmente uma falta de atenção por parte de um fumador qualquer, mas quem sabe?) e ardeu durante quase um dia inteiro.
Este género de fogo espontâneo é cada vez mais frequente nos dias que correm. E se é possível num país húmido como a Escócia, não é nada surpreendente que haja mais incêndios, de maior tamanho, em Portugal. Ano após ano, vemos chamas nas florestas e nos campos e até nos arredores das cidades de Portugal. Não raras vezes, pessoas ficam rodeadas por chamas e perdem a vida.
Artwork by Bordalo ii
Portugal não é o único país sob o flagelo dos incêndios florestais; o planeta está a aquecer. Ainda assim, os políticos de cada país precisam de assumir a responsabilidade política pelas decisões (ou falta das mesmas) que deixaram crescer o perigo. Por esta razão, há quem culpem o primeiro ministro Luís Montenegro por estar no Algarve enquanto o país está a arder. Confesso que não sei quanta justiça tem esta reclamação. Na verdade, o primeiro ministro não é um bombeiro e não consegue extinguir os fogos, mas a gente quer ter certeza de que os seus líderes têm o problema sob controlo ou pelo menos que estão a tentar.
E por falar em líderes que sabem liderar, a minha esposa enviou-me este vídeo do General Ramalho Eanes, outrora* presidente da República a lutar pessoalmente contra um incêndio florestal em 1980. Deu um exemplo de Liderança.
Além de ser um conforto para o povo e (quem sabe) além de levar mais recursos aos heróis que usam o fardo de bombeiro, este tipo de ação pode aumentar o poder do político. Como? É obvio: todo o mundo ama os bombeiros, e quase todo o mundo odeia os políticos. Se eu fosse um político pouco amado, eu tiraria a gravata e passaria um dia na floresta com os bombeiros. Acho que valeria mais de 5% na próxima votação!
*Cristina kindly pointed out that I’d made some errors in this and I think I’ve got them all now. It annoys me that this adjective is always feminine (I wrote “outroro”), but that’s because it’s not an adjective at all, it’s an adverb. Nota bem.
It didn’t help that I didn’t… hey, I’m writing in English. Why? …que nem sequer sabia o título da música. Perguntei ao Shazam. É isto:
O branco é Lucenzo, um português, e o negro um porto-riquenho que se chama Don Omar, ou simplesmente “El Rey”. Os dois cantam numa mistura de idiomas num iate, rodeados por uma meia dúzia de modelos aborrecidas. O vídeo, lançado em 2010, é um dos mais vistos no YouTube porque foi um grande sucesso em muitos países da América e Europa. Basicamente em todo o mundo exceto o Reino Unido.
Kuduro é uma palavra angolana e segundo o Google, pode ser uma combinação das palavras “Cu duro”. Danza, igualmente não é Português nem espanhol: acho que é crioulo.
Mas onde nasceu a dança*? Não faz parte do vídeo original. Quem inventou?
Sinceramente não faço ideia. Tentei três vezes fazer a pergunta no reddit mas cada uma foi apagado instantaneamente. Sei lá porquê. Mas tenho a certeza de que a dança é portuguesa. Outros países têm outros passos. Veja-se por exemplo este vídeo de três portuguesas e três espanholas a dançar lado a lado.
Ah ah, sou um crítico cultural, trazendo as notícias de há 15 anos. Espero não me ter enganado. Estou a ler nas entrelinhas por causa da conspiração do reddit para esconder a história deste fenómeno cultural!
*Re-reading this, I hope it’s obvious I’m talking about the dance in the video, not kuduro itself, which is also the name of a dance but is not the dance she’s doing… ai, it’s a bit complicated, sorry.
Este blogue anda cada dia mais negligenciado. Nem sequer escrevi sobre a recente descarrilamento do Elevador de Gloria. Mas li ontem uma notícia que não consigo ignorar: há uma nova banda desenhada na qual Astérix e Obélix chegam, finalmente na província romana da Lusitânia!
O livro vai ser publicado em português, a língua daquele território, em Outubro deste ano. Mal consigo esperar!
Mais um texto sobre as minhas aventuras em Edimburgo: estou a treinar para mais uma maratona (Mais uma? Sou maluco? Pois sou) e não queria pular os treinos da ultima semana. Na quarta feira pus-me a correr 16 milhas para Portobello, ao longo da costa à beira mar e de volta ao apartamento. O sol era abrasador, e eu fiquei desidratado, apesar da água que levei comigo, mas consegui correr a distância toda.
A corrida de sábado foi mais curta mas igualmente desafiante. Fui de pé para o parco da Holyrood* e depois subi o “Arthur’s Seat” que é uma coluna de basalto composto das magmas congeladas na garganta dum antigo vulcão. Infelizmente havia lá tantas mas tantas turistas que não me apetecia correr ao longo do caminho ao píncaro, portanto escolhi uma divagação para uma colina mas baixa, mesmo ao lado e depois atravessei o patamar, subindo e descendendo as inclinações o mais rápido possível.
Adorei a corrida mas arrependi-me durante o resto do dia, cada vez que subimos uma escada, a caminho de mais um espectáculo. 😭
*escrevi “da” com artigo porque o nome Holyrood vem de “Holy Rood” ou seja “A Santa Cruz”
Na última noite da nossa estadia em Edimburgo, fomos os três para uma sala de concertos na colina mais alta da cidade para assistir ao Swamplesque, que é um espectáculo burlesco baseado no filme Shrek. Não faço ideia como os advogados deixaram I elenco realizar este projecto porque não acredito que a empresa que controla os direitos à propriedade intelectual permitiria.
Drag Dragon vs Donkey/Ass
Bailarinos de ambos os géneros, vestidos das personagens daquela série de filmes dançaram e tiraram as roupas, com uma banda sonora que consistiu de vários diálogos e músicas usadas do primeiro filme com os atores a fazer sincronização labial.
Shrek and Fiona’s big finale
Eu nunca vi um espectáculo deste género antes. Quero dizer não tinha visto um burlesco. Ja vi Shrek duas ou três vezes porque gosto de viver a vida no limite. Na verdade nunca imaginei que, um dia desses veria o príncipe Farquad a abanar as mamas num palco, mas vivendo e aprendendo, não é? Rimo-nos e cantámo-nos muito, mas sinceramente não sei como o espectáculo nasceu. É uma ideia tão insólita. Ainda por cima como é que os realizadores escaparam ser processados?
*As a translation of “Hey now, you’re an all-star”. It’s probably not going to bear much scrutiny is it?
Estou no comboio de Edimburgo para Londres após uma semana de férias. Eu e a minha esposa fomos assistir a vários espectáculos que fazem parte do festival – o “Edinburgh Fringe” – que decorre naquela cidade anualmente. A nossa filha ficou connosco durante duas noites também.
Circa: Wolf deixei-me sem fôlego
Para quem quiser visitar o festival durante os dias restantes, recomendo a magia do Andrew Frost, a comedia da Alice Fraser e a acrobacia dos Circa, mas em geral quase tudo que vimos foi incrível, com exceção de um comediante cujo espetáculo tem como assunto a aplicação Microsoft Excel. Eu achava que podia ser divertido porque uso a app todos os dias. Mas, que desilusão, parecia um treino corporativo, mas com menos gargalhadas. O comediante esgotou as ideias todas dentro de 45 minutos mas o espectáculo durou 60 minutos. Depois, passou o resto do tempo a falar sobre ser gay. Ó rapaz, fico muito feliz por ouvir que encontraste a felicidade mas vimos aqui para ver um espectáculo sobre as folhas de cálculo. 99 por cento dos comediantes e atores nesta cidade também são homossexuais. Não é nada de especial. Então, conta lá mais piadas péssimas ou cala-te e deixa-nos sair desta caverna.
Ufa, desculpa, não quis falar tanto sobre o pior espectáculo da semana, mas, ao que parece, precisava de desabafar.
“How To Win Against History” – Inexplicably good and not a spreadsheet in sight.
Tirando isso, adorei a semana toda: os restaurantes, os espectáculos, a cidade bonita onde nasci, e até as pessoas sem noção por todo o lado nas ruas. Não havia pressa, portanto não me importava assim tanto quando havia 30 inglesas usando roupas dos anos 70, a dançar nas ruas na minha frente, com auscultadores nos ouvidos enquanto um homem desfarcado de Margaret Thatcher passou em frente à caminho de um clube de comédia qualquer em Leith. A atmosfera estava alegre e descontraída.
Now that I have a bit of free time on my hands, I’ve made a few updates to some of my pages. The Portuguese Audiobooks page has a few shiny new audiobooks two from Saramago and one from Pessoa, The Online Learning Resources page has a few new links and I have weeded out a couple of dead ones, and I’ve added a couple of things to the Language Learning Hacks Page too. The best bit was trawling through the Cão Azul archive and coveting all the t-shirts I could own and maybe one day will. This one, for example.