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“Leiria”

Ouvi falar duma terra mítica, tipo Atlântida ou Tir Nan Og*, chamada “Leiria”. Assim como a Atlântida, esta localidade ficcional faz parte, segundo as lendas, de Portugal. Há quem acredite que a ilha de Atlântida ficava no meio do oceano Atlântico (daí o nome!) e que quando afundou, as montanhas mais altas do território permaneceram acima das ondas, formando os atuais Açores** (ou por outro lado, Madeira) mas no caso de Leiria, os adeptos da “Nova Idade” defendem que o território existia na atual Baía de Santarém. Infelizmente não existem provas nenhumas que dêem sustentação a esta hipótese, portanto ninguém acredita nela exceto uns teoristas de conspiração e uma mão cheia de cripto-geógrafos.

Leiria Não Existe
If you believe in Leiria then how do you explain this?

This is just a silly joke of course. There’s a meme that Leiria (a town and a region north of Lisbon) doesn’t exist. You can find plenty of examples if you Google “Leiria Não Existe”. Tbh, I haven’t the foggiest idea why this joke came about or why Leiria and not some other random town, but it just do happens that I’m reading a comic about Atlantis at the moment, in which the heroes find the lost continent while staying in the island of São Miguel, so it seemed fun to merge the two ideas like this.

Thanks to o_pragmatico for the correvtioms.

*WTF? I just looked this up and it’s being spelled Tir Na nÓg now. When did that happen? Must be a Scots Gaelic vs Irish Gaelic thing, I assume. I’d never seen it written that way before though. Meh, Van Morrison spells it my way so the rest of you are just wrong!

**Os Açores – the archipelago not As Açores (I was thinking ‘as ilhas’)

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The Mad(eira) Hatter

Thanks to Dani for the corrections on this short post about Barretes de Vilão

Barrete de Vilão
Barrete de Super-Vilão

Acabo de falar com a minha cunhada que voltou ontem da Madeira onde esteve durante alguns dias enquanto renovava o passaporte. Durante a sua estadia, disse ela, comprou um “barrete de vilão”. Já tinha ouvido falar de um chapéu madeirense chamado carapuça, mas isto era uma nova informação*. Pesquisei o nome e encontrei algumas fotos de uma espécie de gorro cinzento de lã grossa com dois apêndices que cobrem as orelhas (por isso são também conhecidos por ‘barretes de orelhas’) e uma borla no topo. A minha esposa riu-se “Boa sorte em traduzir ‘vilão’!” Mas não é assim tão difícil. A palavra quer dizer um pobre do campo. É cognata com uma antiga palavra inglesa – “villein” que também se refere a um camponês. Ao longo dos séculos, villein passou a ser ‘villain’ e adquiriu um significado mais ignóbil, como um criminoso** e daí falamos de super-villains. Tanto quanto sei, o Thanos não possui um barrete de vilão com jóias do infinito, tricotadas na borda.

*I wrote “uma nova peça de informação” but this is redundant,

**Not “criminal”. I wrote that but that’s basically an adjective… OK, it can be a noun but it doesn’t mean what criminal means in English.

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Texts

Here are a few corrected texts. Thanks very much to Dani Morgenstern and Chamador Tricolor for the corrections. There were lots but I’ve only highlighted the interesting ones and not just the ones where I was being an idiot.

Language Exchange

Entrei no subreddit “language exchange” e perguntei se havia alguém que quisesse fazer um intercâmbio linguístico. E havia! Já tivemos duas conversas. Estou muito entusiasmado com a oportunidade de falar português. Apesar de ser muito introvertido, é tudo muito descontraído* e espero que continuemos durante algum tempo.

*Informal. I used relaxado for relaxed but I think maybe that’s a different sort of relaxation.

Arrumação

Quando era estudante e os meus pais, ou os pais dos meus amigos faziam uma visita, costumava arrumar a casa para que eles não pensassem que eu era um javardola.

Agora que sou adulto, quando as amigas da minha filha vêm de visita, ainda arrumo a casa para que elas não achem que sou um javardola.

Mais Sopa

A adolescente que mora neste apartamento anda** obcecada com a culinária. Ontem, fez sopa de tomate*** para a amiga dela. Hoje está a fazer uma sopa com favas, batatas-doces e leite de coco. Estou muito contente porque não tenho de fazer o almoço. Finalmente este trabalho de ser pai está a dar frutos!

** for some reason I wrote “anda a ser obcecada”, but I was translating too literally from “continues to be obsessed”. Bad.

*** singular, not plural

Sotaque Madeirense

Quando falei com a minha cunhada no fim de semana passada, fiquei muito confuso porque ela andava a repetir que tinha saudades da sua juventude no patamar. Fiquei muito tempo a observá-la como um cãozinho a ver um truque de mágica. Finalmente percebi que foi só por causa do seu sotaque de madeirense. Tinha saudades de estar “perto do mar”

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Exercises (p60)

Trying the same as yesterday but this time I’m going to list all the verb/preposition combinations out before I start.

(While I was doing this, my sister-in-law, who is madeiran, came over and tried to do one of the questions in the opposite page. She couldn’t do them either, so I don’t feel so bad now)

The verbs to choose from today are

Agir

  • Agir contra = to act against
  • Agir por = to be motivated by
  • Agir segundo = to act in accordance with
  • Agir sobre = to act on something, produce an effect

Falar

  • Falar com =to speak with
  • Falar de = to make criticisms about
  • Falar sobre = to talk about, express opinions about
  • Falar em = to mention, refer to
  • Falar para = to speak on the telephone to someone in another location, to direct your speech toward
  • Falar perante = to speak on front of an audience
  • Falar por = to speak for someone, as a representative

Meter

  • Meter em = to put inside

Meter-se

  • Meter-se a = to dedicate oneself to, to roll up one’s sleeves and start doing something
  • Meter-se com = to direct one’s words at, to provoke, to challenge
  • Meter-se em = to dedicate oneself to something, to shut oneself in somewhere, to interfere in
  • Meter-se por = to go somewhere

Pensar

  • Pensar de = to have an opinion about
  • Pensar em = to reflect on something, to have an intention of
  • Pensar por = to do someone’s thinking for them
  • Pensar sobre = to think about, to have an opinion about

Saber

  • Saber a = to taste of
  • Saber de = to know about

Telefonar

  • Telefonar a = to phone someone
  • Telefonar de = to phone from somewhere
  • Telefonar para = to phone a place

Ter

  • Ter com = to have some relation with
  • (ir) Ter com = to meet with someone
  • Ter alguma coisa contra = to have something against
  • Ter de = to have to do something
  • Ter alguém por = to consider something (tenho-o por boa pessoa means you believe someone is a good person)
Grammar batman
Holy prepositions, Batman

This feels much easier than yesterday’s. The expressions aren’t so similar. Anyway, here we go with the questions.

  • A Isabel é de ideias fixas: há nove meses meteu-se a aprender russo e já fala muito bem ✔️
  • Estamos a pensar em fazer uma viagem à Índia, talvez em Setembro ✔️
  • Na cerimónia académica, o estudante mais velho falou pelos colegas de turma ✔️
  • O José queria ajudar o neto, mas não podia porque não sabia nada de informática ✔️
  • Vais ter com a Ulrike ao Chiado? É um sitio muito bom para passear ✔️
  • O professor de História é “um livro aberto”: consegue falar sobre todos os assuntos com facilidade. ✔️
  • Os meus vizinhos são escandalosos, andam sempre a se metem em complicações ✖️ meter-se em (meh, right verb, wrong tense)
  • A família do homem-bomba declarou que ele agia pelas suas convicções religiosas ✖️ agiu segundo
  • O que é que pensas deste primeiro ministro? Eu acho-o um competente.✔️
  • Tenho a Fernanda por uma pessoa leal e honesta. ✔️
  • A mãe telefonou para o consultório do médico, mas não conseguiu falar com ele. ✔️
  • As alunas chinesas queixam-se e dizem que os portugueses se metem constantemente com elas. Elas acham-nos muito atrevidos*. ✔️
  • O réu, acusado de homicídio, argumentou que agiu por legítima defesa e agiu sobre os interesses da família. ✖️ Agiu em/ agiu pelos
  • Pedro, tens de pensar seriamente no seu futuro, não podes continuar nessa indolência. ✔️
  • Mete o dinheiro no bolso porque podes perdê-lo ✔️
  • Tens de acabar o trabalho quanto antes, já estamos atrasados na entrega. ✔️ (the answer actually gives “temos” but I think this works if you imagine one person’s work holding up an entire project team..?)
  • Detestava ouvir falar de outros pessoas, sobretudo quando era crítica gratuita. ✔️
  • A que é que te sabem essas batatas fritas? Acho-as horríveis. ✔️
  • A nossa filha, no seu doutoramento, teve de falar perante uma audiência de mais de cem pessoas. ✔️
  • Tens de dar a tua opinião, não posso pensar por ti ✖️ falar por
  • É difícil provar que ele não agiu por má-fé. ✖️ Tenha agido de

*nice word: cheeky

Well, that was much better but still left a lot to be desired…

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Exercises (p59)

I’ve been stalled in my textbook for quite a while. It’s quite hard to get through because the exercises are so samey. For example, at the moment I am working through a section in which you have to fill in blanks with verb/preposition combos. The section is 58 pages long with about 20 per page so I era thousand questions of the same type. This would be OK if they gave examples or pointers to teach you something before you embark on the exercise, but it really expects you to go and find the answers from some other source (in my case, the Guia Prático de Verbos com Preposições, which I definitely recommend even if I don’t recommend the textbook!)

It’s pretty exhausting and doesn’t make me feel motivated at all. I think I probably need to switch because ploughing through this isn’t yielding results.

Anyway, let’s have a go – I’m just going to straight up do my homework on here and mark it in real time.

Condizer com = dar com
  • Chegamos no Porto, de manhã, fomos do comboio das sete e regressamos ao fim da tarde ✖️ Vamos ao/Vamos no = We are going to Porto. In the morning, we’re going by train at 7.0p and return at the end of the afternoon. This is a bad fail. The tenses are all wrong, even. I think if I’d gone back and checked this one I’d have spotted it but I didn’t.
  • A cor das cortinas dá-se com as tonalidades usadas na decoração da sala ✖️ dá com =The colour of the curtains matches the tones used in the decoration of the room. I guessed “dar-se com”, which usually means “to get in with” would also mean match, but “dar com” is the right answer. It has a few different meanings but “condizer com” (to match) is one.
  • O autocarro 31 vai para a cidade universitária? ✖️ Passa pela = Bus number 31 goes through the University town?
  • O Pedro deu-se pela janela do comboio para admirar a paisagem. ✖️ Chegou-se à = Pedro went close to the train window to admire the countryside.
  • A Maria andava completamente obcecada por uma colega: lançou-se em si, constantemente, a pensar nele e não conseguia concentrar-se no trabalho. ✖️ Dava por =Maria was completely obsessed with a colleague: she was aware of him at all times, thinking about him and she couldn’t concentrate on work.
  • Emagrecia de dia para dia: os médicos passaram a pensar que fosse cancro. ✖️ Chegaram a = she was getting thinner day by day: the doctors had reached the point of thinking it was cancer.
  • A mãe quando o viu partir, de tão comovida, pôs-se a chorar. ✔️ Good lord, I’m on question (g) and this is my first right answer???
  • Como a Laura quase nunca sorri, muitas vezes passa por antipática. ✔️
  • Depois de muitos desgostos e desilusões, a Marta, deprimida, deu em alcoólica ✔️
  • Todas as cenas do filme não passaram dum manicómio ✖️ se passam num = All the scenes take place in a madhouse. This is a really good example of me getting it wrong because I got the wrong idea about what they were trying to say. I thought it was a bad film and every scene was like a madhouse.

Oh god, I’m so lost…

  • Esse aparelho tão esquisito dá para quê? ✔️
  • Acho que há pouco comida, as sardinhas não chegam para tanta gente ✔️
  • Não posso ir a um café a meio de manhã ✖️ passar sem = I can’t do without a café at midmorning.
  • A Helena dá-se bem com todos os seus colegas de trabalho. Assim o ambiente é ótimo. ✔️
  • O cão-polícia lançou-se sobre ladrão e conseguiu dominá-lo ✔️

OK at this point I had some wine. Let’s see how my success rate changes

  • O Rui vai a frequentar concertos, desde que namora com aquela pianista ✖️ passou a = Rui started going to concerts ever since he started dating that pianist
  • Estamos fartos de tentar modos diferentes de resolver a equação matemática mas não conseguimos chegar à solução. ✖️ Dar com = We’re exhausted from trying different ways to resolve the maths equation but we can’t find a solution
  • A empregada pôs os pratos e os talheres sobre a mesa para o jantar dos patrões. ✔️
  • O deputado do partido “Os Verdes” foi ontem a Dublin, onde esteve dois dias e deu uma conferência. ✖️ Chegou de = The MP from the Green Party arrived yesterday from Dublin where he was for two days and gave a conference.
  • O António foi para Bruxelas com um contrato de trabalho de três anos. ✔️
  • Abriu a porta de repente e deu com o filho mais novo a fumar às escondidas. ✔️

Oof, pretty terrible. Maybe I need to keep ploughing on because I’m really not doing well with these! That’s what? 11/21? Even with a reference book to hand. Terrible!

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Racismo Em Português

Racismo Em Português de Joana Gorjão Henriques
Racismo Em Português

Racismo em Português” é um livro e uma série televisiva criados por Joana Gorjão Henriques, uma jornalista que trabalha no jornal Público. Comprei-o pensando que fosse um documentário sobre o racismo em Portugal mas não é. A jornalista entrevistou várias pessoas – jornalistas, músicos, ativistas – em cada um dos cinco países africanos de língua oficial portuguesa (“PALOP”). O objetivo do documentário é confrontar o racismo do Império português e os efeitos que permanecem nos países ex-coloniais nos dias de hoje. Estou ligeiramente desiludido porque queria saber mais sobre a realidade em Portugal em si, mas não importa muito porque este assunto é fascinante também. Não há narração durante o documentário. A jornalista deixou os entrevistados falarem sem os interromper. Foi interessante ouvir as opiniões deles sobre o seu ambiente, onde tantos edifícios ficam com o estilo do antigo poder colonial, e sobre as atitudes mentais que persistem ainda na vida cultural do povo.

Quanto ao livro, a narrativa é mais estruturada: a jornalista encaixa as palavras transcritas dos entrevistados num contexto que (segundo a sua própria introdução) retira muita inspiração do pós-modernismo que está muito na moda em círculos académicos nos Estados Unidos, que tem uma visão muito simplificada do percurso da história, e uma visão de racismo para com pessoas negras como o pecado original que explica todos os males dos nossos tempos. Isso ressoa em várias entrevistas também, mas parece-me que a jornalista amplifica-o ainda mais. Uma entrevistada fala de “micro-agressões” que faz pouco sentido em geral mas faz ainda menos numa sociedade onde brancos e mestiços de pele clara constituem uma minoria da população. No capítulo sobre a situação em Angola, ela fala de “privilégio branco” ainda que haja poucos brancos para serem privilegiados. Um mestiço (ou seja “produto da miscigenação” 😬) pergunta-se “Será que eu preferiria não existir, será que isso teria tirado algum peso, o não ter havido colonização [….] Então não dá para responder porque eu não estaria cá para responder e não há como comparar porque não há como voltar atrás”. Esta conversa marcou-me muito, tanto no livro quanto no documentário, porque a vida daquele homem é emblemática do estado em que nos encontramos no século XXI. Devemos escolher: ou nós focamos no passado ou no futuro. Ou responsabilizamos as pessoas claras por existirem e por serem ‘privilegiadas’ ou afastamo-nos da ideia de raça e trabalhamos para criar um mundo em que nos tratamos como se fôssemos iguais porque somos iguais mesmo, digam o que os racistas disserem.

The ruins of empire… And whether I’m referring to the image on the TV or the mess that surrounds it, I’ll leave it to you to decide.
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Apresentação Profissional

LinkedIn allows you to make profiles in other languages now, so I wrote a brief description of what I do as a header for a portuguese version. It might take a whole to get together enough motivation to do the same for my entire carer history though!

I haven’t actually included this gif in the LinkedIn version. Maybe I should…

Sou um consultador informático, especialista em migração de dados. Possuo um conjunto de conhecimentos técnicos através dos quais ajudo os meus clientes a transferirem as suas informações para uma nova infraestrutura. Moro em Londres e trabalho principalmente com câmaras municipais inglesas mas gostaria de trabalhar com clientes portugueses. Adoro Portugal e sou apaixonado pela língua portuguesa.

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A Vingança da Raposa

No picture with this one. When you read it, you’ll be glad I didn’t take a picture. Thanks to Dani for the corrections.

Durante três anos e tal, o meu lote na horta comunitária esteve protegido por um dispositivo que espanta raposas, gatos e ratos mas principalmente raposas. Isto porque houve uma vez uma raposa que deixou o seu cocó nas folhas dum morangueiro. Que nojo!

Mas recentemente, esse assustador de animais ficou avariado e deixou de fazer barulho quando uma criatura se aproximava. Ora bem, a Mãe Natureza mostrou o seu desprezo face às travessuras dos seres humanos: hoje, quando cheguei, vi que uma raposa derrubara a máquina, deitara-a no chão e cagara logo no centro do alto-falante!

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O Dia Em Que Deixei de Falar Com A Minha Avó

O dia em que deixei de falar com a minha avó de Cláudia Oliveira

Este livrinho é um conto que descreve o afastamento da avó paterna duma família depois da morte do seu filho (o pai do narrador). É breve, claro, mas a autora Cláudia Oliveira, consegue retratar o percurso da tragédia de modo simples para que entendamos a tristeza da situação.

“O Dia em que Deixei de Falar com a Minha Avó” is available from kobo and kindle. It’s a short read. The vocabulary is a little difficult for newer readers, so keep a dictionary handy but it’s short so it’s not going to feel like a slog or anything.

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Bravo

Catching up in the texts I’ve written over the last few days. Here’s the portuguese version of the question about the word Bravo

Vi este meme…

… no Twitter e fiquei* surpreendido porque achava que “bravo” não significava corajoso (=Brave em inglês). É um falso amigo.

Porém, a conta é brasileira. Será que a palavra tem outro significado no outro lado do Atlântico? Ou… O quê?

*I wrote “estava” which means I was already in that state. Fiquei is more like becoming surprised. Its a clearer distinction in portuguese.