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E Afinal, Como Correu a Primeira Semana?

Happy first day of GMT. Here’s all that sun you missed. 🌞🌞🌞🌞🌞🌞

Marking off what I’ve done from the plan I made.

Raw Exam Prep

  1. Do the exam modelos Cristina gives me Done only 2 exercises form the first.
  2. Go through the list of key structures in the C2 syllabus here, and try and figure out what I need to work on, possibly in the lessons Started but… Oh my god, it’s absolutely massive!

Just general tidying

  • I have some lists of structures I often get wrong and structures that get used a lot in portuguese that I never use because I keep forgetting about them, so try and make sure I get as many of them as possible into blog posts instead of just treading the same old familiar linguistic pathways that I rely on in everything I write. Doing pretty well with this!
  • Try and bribe my wife to speak to me in her beguiling madeiran accent. Poached eggs will probably work. She loves a good poached egg. Only one day of this so far
  • I also started an Anki Deck for unfamiliar vocab
  • Went back to revise some of my favourite past blogs – like this one for example. I feel like I did a better job than most basic level explainers written by native speakers – bug claim, I know, but they tend not to be very nuanced and I unpacked a lot of weird stuff that gets left out. I um (checks notes) understood the assignment. I (checks notes again) ate and Er… Left no crumbs. (peers at notes a third time)… Slay!

General Input

  • Reading – I have an english book I am committed to reading for family book club and a couple of audiobooks that I am already part way through, but when those are finished, no new english books, just portuguese ones. Probably not many though, because I don’t really need much practice – just bedtime reading, and just things that seem like they will expand my brain. Like I have a Gil Vicente play in BD form, but I looked at it earlier and it’s much too archaic so I’ll save it for after the exam. I’ve read lots and written a few reviews too
  • Podcasts – Portuguese only till after the exam. I might even unsubscribe to some of the english language ones to remove temptation. Lots of audio going on at the moment, including some really difficukt regional accents
  • Eat-Rep exercises – I’m going to drop some of the morning quizzes I do and watch a quarter of Os Gatos NĂŁo TĂŞm Vertigens instead – that’s about two watches per week. try to do some “scratching” in the first weeks and move toward “copycat” exercises in later weeks. Two and a half run-throughs  so far and I’m enjoying it. Part of me wants to move to another film though because I notice myself not paying enough attention because I already know the gist of the plot. Should I trust the process or my instincts? 🤔

Exercises

This weekend

  • Start final chapter of PortuguĂŞs em Foco done
  • “Puzzle Brain” activity – listen to portuguese audio while doing a jigsaw enjoyed this much I have started a second puzzle and a second audiobook – A ViĂşva by JosĂ© Saramago

W/E 27-10-2024

  • Finish PortuguĂŞs em Foco exercises in the main book (meant to do these before Lisbon really, but…) done
  • Start the (self marked) grammar exercises in the Caderno de ExercĂ­cios done (4 chapters in)

W/E 03-11-2024

  • Finish the grammar exercises in the Caderno de ExercĂ­cios
  • “Scuba Diving” exercises with text and audio of “Amor de Perdição”

W/E 10-11-2024

Non-thorough run through of the paper exercise books I have, looking for grammar exercises that look like they might be beneficial.

  • The remainder of the vocabulary and verb tenses sections of PortuguĂŞs Outra Vez, (the expressões section is rubbish and I can’t be bothered with it)
  • The C1 sections of “Vamos Lá Continuar” and
  • Some of the more challenging exercises from Qual Ă© a DĂşvida. I finished this book ages but there were some exercises that left me floored, so I’ll be interested to see if I find them just as hard the second time around!
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O Poeta E O Social

O Poeta E O Social

Ao contrário da opiniĂŁo anterior, nĂŁo tenho muita coisa para dizer sobre este livrinho. Consiste em 40 teses mas realmente sĂŁo 20 pares de epigramas mordazes, que comparam o papel do poeta com o do crĂ­tico da sociedade (ou pelo menos acho que Ă© isso que ele quer dizer com “o social”).

Por exemplo:

Se o social chegou à fase adulta, o poeta ficou na infância.

Se o social não passou da infância, o poeta tornou-se adulto.

Parece que têm métodos e modos de viver que são diametralmente opostos mas sabendo algo sobre a carreira do autor, duvido que ele quer insinuar que um é melhor do que o outro ou que um deles não vale nada.

Nas Ăşltimas páginas há um “exercĂ­cio” que Ă© claramente uma piada e que dá para entender que o livrinho Ă© uma espĂ©cie de brincadeira, o que nĂŁo está nada mal. Confesso que me faltava de alguma coisa fácil depĂ´s do Ăşltimo conto d’A Inaudita Guerra da Blábláblá.

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A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho

A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho

Este livro reĂşne seis contos que tĂŞm elementos de humor e do realismo mágico. SĂŁo divertidos e cheios de surpresas. Já falei da histĂłria sobre o chimpanzĂ© que digitou o “Menina e Moça”. SĂŁo todos iguais. Loucuras e mais loucuras.

O Ăşltimo conto custou-me ler porque tem lugar no passado e com resultado Ă© sobrelotado com palavras desconhecidas. Por exemplo, olha esta jĂłia:

Desconheço…

  • TorrĂŁo = pedaço de terra aglomerada.
  • Megera = mulher antipática
  • Atear = Lançar fogo, fomentar
  • Engrolar = Dizer ou fazer mal Ă  pressa
  • Esconjuro = Exorcismo

E nĂŁo tinha toda a certeza sobre

  • Soleira = limiar da porta*
  • Bento = abençoado

Nem sequer me lembro de há quanto tempo li uma frase com 5 palavras desconhecidas e 2 pouco-conhecidas. Sinto-me como um noviço.

Também quase gritei quando vi esta gramática.

Já agora, eu sabia, teoricamente, que a contração de “nos” e “(l)o” existia, mas nunca me tinha deparado antes com tal coisa. Ainda por cima, o substantivo ao qual se refere o “lo” Ă© o “castigo”** mas há nada mais nada menos do que trĂŞs substantivos femininos intervenientes. Que fonte de confusĂŁo! Perdi sono por causa desta frase, malta.

*it’s hard to even define this one without resorting to other hard words. It’s a doorstep though, mmmkay?

**In case anyone is reading this who is not a fan of pronoun ju-jitsu and can’t follow my explanation, the bottom line is that no-lo means “it to us” so it goes”…know how to accept the punishment […] to accept submissively the imposition of whoever gives IT TO US”. Oof.

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It’s a Nice Day for a Wet Wedding

Sou tĂŁo estĂşpido. Estou a investigar uma lista de provĂ©rbios e expressões. Um deles Ă© “boda molhada, boda abençoada” e na minha tolice, antes de fazer a pesquisa, confundi “boda” com “bode” e imaginei um cabrĂŁo a refugiar-se numa igreja para evitar um aguaceiro, e que talvez isso fosse um comentário sobre os motivos das pessoas que vĂŁo Ă  igreja ou algo de gĂ©nero. Mas nĂŁo Ă© (como provavelmente já adivinhaste). A expressĂŁo quer dizer que chuva no dia de casamento Ă© um sinal de boa sorte.

Billy-Goat Idol
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Quarta-feira e Quinta-feira

Mais uma atualização sobre o meu progresso.

Já terminei o Português em Foco (yasss!!! Fico tão feliz!). Vou continuar com os exercisio da gramática mas quanto aos conteúdos do livro, não tenho de criar mais documentos no GDrive, nunca mais. Estou livre! Hoje é o meu dia 25 de Abril.

Ouvi mais áudios portugueses mas menos do que nos dias passados, terminei o livro de Mário de Carvalho (a opiniĂŁo segue-se amanhĂŁ) e mais uma visualização d’Os Gatos NĂŁo TĂŞm Vertigens. Estou a gostar cada vez mais, apesar dos defeitos. O final Ă© muito comovente.

Hoje de manhĂŁ fiz mais uma aula. Esqueci-me de trazer o meu cartĂŁo de Bingo, e como resultado esqueci-me de abrir o jogo com “Bem disposto?”. Ainda por cima, nĂŁo tive oportunidade de encerrar a conversa com “boa continuação”. PorquĂŞ? Eh pá, foi mesmo chato: terminámos cedo porque Ian Internet desapontou-nos. Mas há males que vĂŞm para o bem: logo depois, tive uma conversa com a Catarina em portuguĂŞs (um acontecimento rarĂ­ssimo!). Caso queiras saber, ela estava bem disposta (mas cansada).

A minha palavra nova do dia Ă© “vadio”, que Ă© tipo “preguiçoso” mas mais enfatica – em inglĂŞs dirĂ­amos “layabout”. Usou-a para descrever determinados colegas dela que nĂŁo fazem nada, mas fingem estar gastos por estar tĂŁo, mas mesmo tĂŁo atarefados durante o turno inteiro.

Eis o cartĂŁo de Bingo.

Marquei um miserável 8/16. Buuu. SĂŁo palavras/expressões comuns de que me esqueço sempre porque fico preso num trilho de palavras aborrecidas. Digo “OK” em vez de “tá bem” ou “certo” que nĂŁo Ă© errado mas Ă© preguiçoso. Igualmente “se nĂŁo” em vez de “caso contrário”, “pegar em” em vez de “segurar”, Sim, sim, sim, em vez de pois, pois, pois Ă©, e assim por diante.

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Marco Paulo

Marco Paulo já faleceu. Era lendário (ou até legendário?) como herói da pop tuga nos anos oitenta. A Catarina lembra-se bem dele (foi ela que me informou) e a Olivia também adora uma música dele, que forneceu um assunto de um texto do ano passado. Não é nada fácil explicar a nostalgia que sentimos pelas canções da nossa juventude: a canção deixa-me boquiaberto, mas não cresci naquele lugar naquela altura, por isso entendo as saudades de quem sente a sua falta, ainda que não sinta a mesma emoção.

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Cascais – Rita Ferro

Cascais de Rita Ferro

Este conto faz parte de uma sĂ©rie, editada na primavera deste ano, de livros com nomes de cidades*. Que eu saiba, nĂŁo sĂŁo histĂłrias originais: nĂŁo tenho certeza, mas eu sei que Rita Ferro escreveu um livro chamado “BrevĂ­ssimo Dicionário dos Snobes: Lisboa, Cascais e Mais“. Suponho que este livro Ă© um extrato daquela obra maior, em edição capa dura, com fotos bonitas uma tradução inglesa alternando com a versĂŁo original. Ou seja, Ă© uma isca para turistas. Vende-se nos museus, lojas de recordações e outros lugares onde os otários estrangeiros podem ser encontrados. A capa Ă© azul com uma foto da Casa das HistĂłrias Paula Rego no centro, o papel Ă© suave, cheira bem e, no final das contas, este livro, como um objecto do consumerismo Ă© altamente satisfatĂłrio.

(Aliás, o livro tambĂ©m se refere Ă  histĂłria do “suicĂ­dio” de Alistair Crowley, com ajuda de Fernando Pessoa perto da Boca do Inferno, ao oeste de Cascais. Já conhecia a histĂłria porque aparece na BD CrĂłnicas de Lisboa. Podes ler a histĂłria aqui e há um bĂłnus: contem a expressĂŁo “voltar Ă  carga“)

Mr Crowley, what went on in your head?

*I tried “nomeados por cidades” – likely too literal translation of “named after/for cities” but it doesn’t work.

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Subjunctive Words of Wisdom

I liked what this fella had to say about subjunctives in his recent video. It’s a subject we anglophones don’t really use much, but most latin languages make a much bigger deal of it. I have read a few french books and it definitely doesn’t get as much of an airing in that language as it does in portuguese, but I think the principles and the rationale behind it carries across between languages, so the points he makes here about french, spanish and italian still hold, I think. I won’t try and summarise them – if you’re reading this and you struggling to put some junc in your trunc, have a look for yourself.