My last exam result came out in early January last year, so I have been constantly checking and re-checking the page to see if the DUPLE results are out. I leave it open in my browser and then refresh it next time I have a spare minute.
No luck yet.
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No luck yet.
Fiquei triste quando soube que encerrou definitivamente a livraria Latina, uma das livrarias mais bonitas que já visitei. É a loja onde comprei um novo exemplar do “As Minhas Aventuras Na República Portuguesa”, tendo perdido o meu no avião, a caminho de Portugal. Não é tão famosa como a Lello mas isso é uma vantagem como toda a gente na fila de espera já sabe*!

*it’s so, so painful not to use a plural ending when they are clearly a lot of people.

Culatra means the part of the gun where you’d usually load the ammunition. So if it’s saindo pela culatra it’s… Backfiring! Their idea has backfired. I like that.

Baixavotado! Fico ofendido. Acho que o meu trocadilho é mais engraçado do que a resposta original mas alguém descorda 😭
(Este subreddit é um grupo brasileiro cujo especialismo é piadas secas)
Costumo de escrever opiniões nos livros portugueses que leio. Ouvi este Audiolivro enquanto embrulhava as prendas de natal sob influência do Baileys, portanto a minha memória está embaciada e a minha opinião não é confiável… Peço desculpa. Talvez no próximo Dezembro eu volte a ouvir, sem álcool. Os contos individuais são disponíveis na loja Kobo mas provavelmente não te apetece lê-lo em Janeiro!


Esta banda desenhada conta a história de uma rapariga madeirense, de uma família em crise, que foi levada para uma casa de acolhimento. Os quadrinhos são bem desenhados. É super fácil entender quem está a falar e o que é que está a acontecer. Em sumo, a execução da história é bem realizada. Quanto à história, tenho algumas dúvidas sobre como funciona o sistema de apoio de crianças. Tendo trabalhado neste ambiente no passado, parece-me pouco provável que um trabalhador de proteção de crianças tenha o direito de simplesmente encostar o carro na rua de um menino e dizer “entra no carro” como acontece neste livro. Ainda por cima, o comportamento dos empregados na casa de acolhimento é pouco profissional… Eu sei que cada país tem as suas normas mas… Uau, fiquei surpreendido com as palavras que usaram, e a falta de respeito para a privacidade das crianças. Não é abuso, nada disso, mas também não é muito simpático. Mas talvez este especto faça parte da história. Infelizmente não sei como os autores vão desenvolver este fio da história porque este livro é apenas o volume 1 de uma série, o que não é evidente pela capa, mas ainda assim, é, mesmo. Então, vai haver mais no futuro, mas esta parte tem uma conclusão satisfatória da primeira fase da nova vida dela, portanto não me deixou frustrado por não completar a história.
Yessss!!
I’m not sure “typical” is quite the right word. It was too touristy for my wife, so she refused to go on them, but I’m glad he got to have a go, even if I didn’t.
Feliz ano novo, queridos leitores, professores e estudantes da língua de Camões!
O blogue de ontem foi um pouco deprimente. Destaquei os piores aspectos do ano passado. Mas o novo ano traz novas oportunidades. Vou começar a escrever blogues novamente (já escrevi cinco que estão na fila!) e a estudar. Isto acontecerá devagar. Ainda tenho muito que fazer para organizar as coisas dos meus pais, mas quero estabelecer uns objectivos gerais em vez de resoluções para 2025.
Se fosse uma outra pessoa, adoraria encontrar uma noite de “open mic” num clube de comédia em Lisboa e fazer 5 minutos de anedotas em português. Que desafio incrível, né? O planeamento seria intenso. Mas nem pensar, não tenho a auto confiança para fazer isso, nem sequer em inglês!
Por ser mais realista, tenho três objectivos linguísticos para 2025:
Mas chega de planos. Espero que estejam felizes, cheios de energia e prontos para fazer 2025 o melhor ano de sempre!
Existe uma política bem estabelecida neste blogue: homenageamos as pessoas interessantes, que foram assuntos de textos do passado, quando morrem. Portanto, deixa-me dizer “adeus” à poetisa Adélia Lopes que faleceu ontem.
Este ano está quase a chegar ao fim. Vai para o raio que te parta, ó 2024, que já vais tarde*

Na verdade, não foi cem por cento desastroso: aprendi muito, cumpri o meu objectivo de correr na maratona de Lisboa. Também despedimo-nos de um governo conservador sem ideias e sem direção. Há muito para celebrar, mas infelizmente também houve tantas coisas que pioraram, quer no âmbito da política (com partidos da extrema-direita a surgir por todo o lado e o mundo a aproximar-se cada vez mais duma guerra mundial), quer na vida familiar, onde perdemos os meus pais, estou pronto para este ano terminar.
* Estas expressões foram sugeridas pelos membros do subreddit r/Portuguese para substituir frases inglesas como por exemplo “good riddance” ou “don’t let the doorknob hit you in the arse”.
Também foram sugeridas frases como “Que o diabo o carregue”, “vai para a Puta que te pariu” e “vai para o caralho que te foda”, as quais pareciam demasiado duras, “vai para a sombra” e algumas frases simples que não chegariam porque precisam de ser ditas em voz alta com um tom sarcástico: “tchau e bença” ou “vão com deus”
Linguee unhelpfully offered “Riddance bom”. Yeah, I don’t think I’ll be using that, thanks, Linguee.